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Treinamento

 

Você nunca deverá deixar que a adversidade o faça cair - a não ser de joelhos.

 

Dois homens de uma igreja haviam assumido o compromisso de fazer parte de um ministério de evangelismo que teria amplo alcance. Quando esses homens chegaram para receber o treinamento, disseram ao pastor: "Desejamos estar envolvidos nesse trabalho, mas não pediremos que as pessoas creiam ou confiem em Jesus. Simplesmente apresentaremos os fatos do evangelho e deixaremos o resto com Deus. Não é nossa função apelar às pessoas que respondam ao evangelho, visto que elas somente poderão fazê-lo se Deus quiser. Afinal de contas, Deus é soberano na salvação". Ora, ora... diz a Bíblia que o apóstolo Paulo rogava pela salvação das almas (2Co 5.20)! (David E. Prince, em "Fé Para Hoje", pg 1 - Nº 12/2001).

 

Se eu for a uma academia de ginástica e tentar levantar 150 quilos, certamente que não conseguirei. O fato, porém, é que existem muitas pessoas que podem perfeitamente fazer isso porque elas tiveram - através de um treinamento consistente de levantamento de pesos – os seus músculos fortalecidos por esse contínuo exercício. A única maneira de desenvolver uma força muscular via levantamento de peso é por começar a levantar pesos mais leves e assim, de uma maneira contínua e crescente, trabalhar até atingir o peso desejado, pouco a pouco. O mesmo conceito se aplica a qualquer tipo de realização significativa. Você não pode esperar alcançar um grande sucesso sem que primeiramente você venha a edificar os seus músculos do sucesso. Você tem treinado e se desenvolvido dia após dia com o objetivo de enfrentar os crescentes desafios que estão à sua frente? A força necessária para o sucesso em qualquer tipo de realização só é desenvolvida através de um repetido e eficiente sobrepujar de obstáculos. Enfrente mais esse desafio que está à sua frente e veja quão mais forte ele irá lhe fazer. - Fonte: GoodNews_Mensagens@yahoogrupos.com.br 

 

Em 1982, um pastor de Londres olhava enquanto um homem permanecia nos degraus da igreja e testemunhava de Jesus a todos os que passavam. O pastor nunca tinha visto nada assim. Ele admitiu que antes deste dia se considerava um evangelista porque pregava sermões evangelísticos, mas naquela noite um fogo acendeu-se no seu coração. Prometeu a Deus que iria começar a falar às pessoas fora da sua igreja bem como às de dentro. O pastor fez um convite para que outros membros da igreja se juntassem a ele, e o episódio semanal levou à criação de um grupo apelidado “Luzes Piloto”. Assim como uma luz piloto fica viva e pronta a ser usada, os membros desse grupo “Luzes Piloto” comprometeram-se a ser fiéis ao Senhor e entregaram-se a Ele para que Ele os usasse para falar aos outros de Cristo. Depois de um tempo de treino e oração, eles percorriam as vielas perto da igreja todos os sábados de manhã, falando com as pessoas acerca de Jesus. As nossas igrejas deveriam ser locais de verdadeira amizade e apoio. Mas talvez como o pastor de Londres, precisemos levantar os nossos olhos para ver aqueles que estão mesmo por trás das paredes das nossas praticas tradicionais. É importante partilhar o brilho do louvor em grupo, mas as ruelas da vida estão cheias de pessoas que precisam de ver a luz de Cristo brilhar através de nós. (Filipenses 2:15). - Fonte: http://www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Maio2000.htm

 

James Deitz tem produzido pinturas de aviões e das suas tripulações tão realistas que parecem fotos. Os seus trabalhos estiveram patentes em muitas galerias de aviação nos Estados Unidos incluindo o Smithsonian Institution. Uma das pinturas de Deitz, intitulada "Unsung", descreve uma tripulação de quatro mecânicos que estão trabalhando num bombardeiro. Eles estão muito abaixo da plataforma de vôo de um porta-aviões no Pacifico durante a II Guerra Mundial. Os homens pálidos, de olhar sério e cobertos de óleo, estão trabalhando incansavelmente para conseguir ter o avião pronto para voltar à batalha. Também nós podemos estar executando tarefas desapercebidas quando apoiamos o mandamento da igreja de espalhar o evangelho e treinar crentes. Sem muitos voluntários, nenhuma igreja ou missão poderá fazer o seu ministério eficazmente.

 
Um churrasqueiro gaúcho, responsável por treinar churrasqueiros na Europa, comentou sobre a dificuldade dos gringos: "No lugar de deslizar a faca, o que é uma arte, eles têm a tendência de serrar a carne como se fosse um pedaço de pão, o que é um erro". (Revista Época, pg 63, 29 de abril de 2002).
 
Descobrimos a arma secreta da igreja em células: desenvolver um exército de líderes de célula comprometidos com a colheita. - Joel Comiskey, "Multiplicando a Liderança".
 
Pesquisadores repetidamente têm descoberto que na maioria das igrejas, 10% das pessoas fazem 90% do trabalho. - Joel Comiskey, "Multiplicando a Liderança".
 

Harold Weitsz, pastor do Centro Cristão Little Fall na África do Sul, ecoa esse pensamento quando escreve: "Não falamos mais de "membros de célula", mas de "pessoas em treinamento para se tornarem líderes de célula". (...) Devemos nos comprometer 100% com o sacerdócio de todos os crentes. - Joel Comiskey, "Multiplicando a Liderança".

 

Você permitiria ao funcionário da portaria de um hospital se oferecer voluntária, rápida e gratuitamente, para substituir o anestesista, que ficou preso no trânsito, em uma cirurgia de risco, em alguém que você estima e quer salvar a vida? Pois bem, vamos falar bem rapidamente sobre voluntariado. Não basta querer. O querer é fundamental e importante. Mas precisa poder ser. Para poder ser... precisa conhecer.

 

Desde muito cedo, Alberto Schweitzer começou a revelar o seu talento para a música. Conta-se que certo maestro ficou intrigado com o fato de um menino esforçar-se por tocar tão bem quanto um artista consagrado. Um dia, este maestro tocou com agilidade uma difícil fuga de Bach e, levantando-se do piano, desafiou o menino para tocar a peça. Alberto Schweitzer fechou a parti­tura que estava sobre a estante do piano e tocou, de memória, toda a fuga. Realmente, a vida e obra de Alberto Schweitzer indicam que ele não re­cebeu poder de fora nem de si mesmo, mas do próprio Deus. O autor de Atos nos diz que receberemos poder. Recebemos primeiro o poder de vencer a ten­tação de cometer pecados triviais que facilmente nos dominam. E este poder aumenta pelo exercício e nos capacita a grandes conquistas no terreno espiri­tual e moral, e até nos pode levar aos páramos da santidade. Nossa capacida­de pode ser limitada; nossos talentos, poucos; a nossa personalidade, imper­feita; mas, de qualquer modo, podemos receber o poder da ressurreição de Cristo e ser Suas testemunhas. C. Phillip Torrance (Nova lorque, E.U.A.). 11.2.2008