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Tradição

 

O ministro era tão conservador que não freqüentava as festas de aniversários das ovelhas. O motivo: não ter de bater palmas na hora do "parabéns a você".

 

Ao tempo de Paulo, os crentes de Corinto, poucos anos após a fundação da Igreja, já se haviam esquecido de Cristo e de Seus ensinamento, transformando a Ceia Memorial do Senhor num "banquete" mundano, em que os chamados "cristãos" se embriagavam dentro do templo. Foi preciso que Paulo os chamasse de volta à tradição cristã, quando diz: "Porque o que eu recebi do Senhor o que também vos entreguei..." (1 Coríntios 11.23). Paulo concita aqueles crentes que voltem à tradição do que Cristo ensinou.

 

Os costumes religiosos representam uma prisão. Alguns indivíduos têm muita dificuldade em romper com certas práticas, simplesmente porque as adotam há anos. Elas se transformaram em hábitos, e não são mais uma expressão do coração. Por isso que em algumas congregações é comum a seguinte frase: "Mas... é que nunca fizemos assim na nossa igreja. Não é nosso costume". E por causa desse "costume", deixam de receber algumas das bênçãos que o Senhor tem para eles, no louvor e na adoração. (Marcos Witt, em Adoremos, pg 180)

 

Infelizmente, muitos pensam que a quietude é sinônimo de espiritualidade, e portanto, tentam ser "espirituais" sendo silenciosos. (Marcos Witt, em Adoremos, pg 152).

 

Quero fazer algumas recomendações para quem não gosta de barulho. Primeira, não vá para o céu, porque lá vai se fazer um barulho enorme! Segunda, se assim mesmo insistir em ir para o céu, leve uns tampões para os ouvidos. Em terceiro lugar, não leia esta parte do capítulo, pois aqui vamos ver a base bíblica para o barulho: Ap 5.12; 7.10; 14.2; 19.1, 6. (Marcos Witt, em Adoremos, pg 152).

 

Na casa dos meus pais, quando nos sentávamos à mesa para o almoço e tínhamos visitas, já sabíamos de antemão que o melhor pedaço do frango era da visita. Isso era uma tradição. Agora, se você está pensando em comer um frango lá em minha casa, saiba que esta tradição já também foi quebrada... Hehehe!!!

 

Não viva uma vida de formalidades para impressionar pessoas, viva sinceramente para agradar a Deus.

 

Eu recebo via internet um jornal chamado "O Urro do Leão", é um informativo da Palavra de Deus para a igreja no Brasil. A edição de dezembro/2002 trouxe uma mensagem "INDO PARA O DESERTO", na qual li isto: – “Então, saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.” (Mt 3:5, 6). As pessoas deixam as igrejas porque não vêem a Glória de Deus se manifestar em seu meio. Substituímos a Glória de Deus pela glória do homem (títulos, obras, culto entretenimento). Elas vão às igrejas, mas não encontram Deus, porque Ele não está ali. Ao invés de encontrarem com Deus, encontram nossas tradições e doutrinas. Este foi o motivo das pessoas saíram para ouvir João Batista pregar no deserto. A Glória de Deus não estava mais na “casa de Deus”. Aqueles que encontraram com João no deserto encontraram com a glória de Deus. - Fonte: Urro do Leão Jornal Informativo da Palavra de Deus para a Igreja no Brasil. Edição n° 14 - Ano 01. Dezembro/2.002

 

F. Nietzsche, filósofo que fora cristão até sua juventude, declarou sobre nós: "São todos parecidíssimos, pequeníssimos, rendodíssimos, acomodadíssimos, enjoadíssimos". Infelizmente, vemos muitas igrejas tentando manter penosamente estruturas ultrapassadas e anacrônicas. (Walmir Vieira, em O Jornal Batista, pg 4 - 23 a 29/07/2001).

 

No passado igrejas se dividiram por causa de um piano. "Piano é coisa de boate" foi uma frase usada por um grupo conservantista para justificar a divisão em uma igreja por causa do uso de um piano.

 

Soube de uma igreja onde terminado o "período de louvor" os jovens iam saindo e os adultos iam entrando.

 

W.T. Conner já dizia: "As formas tendem a petrificar-se onde a vida vai desaparecendo".

 
George Verwer, fundador da Operação Mobilização (OM), diz que onde quer que a Igreja esteja crescendo, é geralmente acompanhado de música contemporânea. – O Jornal Batista 30.07.2000. 30/1/07
 
Tradição sempre resiste mudanças, como um homem em outra igreja o qual era diácono por 40 anos; um novo ministro veio e lhe disse, "por este tempo você precisa ter uma visão de muitas mudanças". Eu certamente tenho, ele respondeu "e eu resisto a todas elas"! 19.3.2008
 

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro pôs uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o enchiam de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: - Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui... 8.7.2008

 

Num dia frio de inverno, em Michigan, uma mulher em trabalho de parto estava sendo levada apressadamente ao hospital quando aconteceu o inconcebível. A ambulância deslizou numa rua coberta de gelo e escorregou para uma vala. Uma caminhonete 4x4 que passava pelo local parou e tentou rebocar o veículo de emergência, mas não havia aderência. Foi então que surgiu uma ajuda. Um homem pertencente ao grupo religioso Amish, guiando uma carroça de dois cavalos, parou para oferecer ajuda. Ele disse ao serviço de ambulância que as ferraduras dos cavalos estavam afiadas para poder fincar no gelo. E foi só atrelar os cavalos na ambulância, que eles puxaram o veículo para fora da vala. Pelos padrões de hoje, aquela jovem mãe recebeu ajuda de uma fonte de energia antiquada e obsoleta. Porém, naquele dia, formas antiquadas ajudaram a garantir a chegada segura de uma nova vida a este mundo. A maioria de nós não gostaria de retornar às formas antiquadas. Contudo, há mais de 2.500 anos, Jeremias nos lembrou de que não existe nada mais relevante do que a verdade do passado. Embora ele próprio fosse considerado uma relíquia do seu tempo, Jeremias admoestava seus próximos a caminhar nos antigos caminhos da verdade, para que encontrassem paz e descanso para as suas almas (Jeremias 6:16). Hoje ainda podemos encontrar descanso e paz em Jesus, nossa fonte eterna de verdade (Mateus 11:28). 28.1.2009