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Sofrimento

 

Era a cantora popular Sandra de Sá quem costumava cantar no início da década de 90: "Eu não nasci prá sofrer". 

 

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela: "Como é que DEUS teria permitido algo tão horroroso acontecer, como os atentados terroristas do dia 11 de setembro de 2001?" Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sábia. Ela disse: "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?" (Internet)

 

Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria. Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores,com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas. Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho. Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei. Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Que efeito curioso, pensei eu... As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam. (Internet)

 

Marsa, garota árabe que vivia próximo de Argel, na África, estava triste. A febre levara-lhe o pai e prostrara a mãe e um irmão. Com a partida do pai vieram as privações e uma sombra escura envolvia-lhe o lar. Seria necessário vender o seu belo cavalo - Mohul - e foi assim que a menina aproximou-se muito triste do acampamento francês, levando o cavalo para vender. Um oficial, olhando-o detidamente, indagou da garota: - Quanto você está pedindo pelo animal? Ele é muito bonito. - Peço mil francos - replicou Marsa, com uma voz quase sufocada... - E por que pede uma importância tão irrisória? – falou sorrindo o oficial. - Esse é o preço estabelecido por minha mãe. - Vou dar-lhe o dobro, está bem assim? Com os olhos inundados pelas lágrimas, ela entregou o animal. A mãe ficou satisfeita com o resultado. Mas no outro dia, quando Marsa abriu a porta, lá estava o cavalo ofegante. A menina deu-lhe ração e o levou de novo para o acampamento. Os soldados se admiraram da honestidade dela e o oficial que o havia comprado teve uma reviravolta em sua vida e por esse motivo, olhando surpreendido para Marsa, lhe disse: - Você o trouxe de novo mas já não preciso mais do animal. Fui chamado à França e você pode ficar com o seu cavalo. Terei de partir logo. - Mas não temos mais o dinheiro. Mamãe precisou gastá-lo - falou Marsa. - De qual dinheiro você está falando, menina? - indagou o oficial, distraído. Por fim, caindo em si, respondeu ele com extrema ternura: - Você é uma menina de valor. Eu não quero o dinheiro de volta. Vou agora ganhar muito mais e por isso peço-lhe aceitar tanto o dinheiro como o cavalo. Ofereço-lhe Mohul como lembrança dos soldados franceses. Volte para casa e seja muito feliz ao lado de sua família. A partir desse momento cessaram as lágrimas que rolavam teimosamente pelas faces de Marsa. Uma enorme alegria iluminou-lhe o rosto e dentro do seu peito sofrido despertou profunda gratidão. O oficial ficou muito comovido, ao sentir na mão o suave toque dos lábios da menina árabe, numa manifestação inocente e espontânea de agradecimento sincero. De volta ao lar ela não podia esconder a alegria por ver sua família fora da miséria, sem ter de perder o amigo que tantas vezes a fizera esquecer de toda a dor e sofrimento enfrentados de repente - Mohul.

 

Certo jovem, filho único e muito mimado, juntou-se a um grupo de rapazes vulgares e desocupados, esbanjando tudo quanto conseguia sugar do velho pai. Um dia, perdendo-o, coube-lhe por herança toda a propriedade deixada pelo pai; mas, sem a menor experiência em qualquer atividade, sentiu-se desnorteado. Convidou, então, um velho amigo da família para administrar os seus bens. Em pouco tempo esse amigo tomou pé da situação e, embora tardiamente, deu início a um rigoroso processo de disciplina na vida do jovem. E foi assim que o moço foi reduzindo as suas noitadas e se adaptando lentamente ao trabalho. Com isso também passo a passo foi se verificando um progresso e o jovem mais amadurecido decidiu se casar. Enamorou-se de uma jovem viúva e mãe de um gracioso menino de quatro aninhos, que muito cedo conquistou o afeto e a camaradagem do novo pai. Em pouco tempo estavam casados e ela o acompanhou. Na casa havia muito o que fazer e as acomodações eram péssimas; por isso o moço decidiu construir uma nova casa, com a madeira que abundava em sua propriedade. Todos foram convocados - do amigo ao garotinho. Trabalharam corajosamente e a casa foi ficando pronta. O quarto do pequeno seria no sótão. Aconteceu que alguns dos antigos companheiros de orgia, inconformados com a ausência definitiva do rapaz que fazia falta à turma, vinham planejando alguma forma de vingança bem à altura do prejuízo sofrido com o afastamento do amigo. Exatamente naquela noite o garotinho quis dormir no seu futuro quarto, ainda que inacabado. Tanto insistiu que os pais cederam. À alta madrugada os companheiros consumaram o plano sinistro, incendiando a nova casa. Atordoados com o crepitar das chamas, os pais, desesperados, gritaram pela criança. Mas não ouviram resposta ao chamado. Quando finalmente conseguiram dominar o fogo já amanhecia. O desespero também os dominava. Não lamentavam tanto a perda da casa, mas estavam inconformados com a ausência do filhinho, que certamente estaria já carbonizado no meio dos escombros. De repente, bocejando tranqüilamente, eis que surge a criança. A mãe, em prantos, toma-o nos braços, enquanto, interrogado pelo pai, ele explica que sentiu muito frio lá no sótão e decidiu descer e ir dormir na carroça carregada de feno para a alimentação dos animais. Apesar de toda a aflição, apesar de todo o prejuízo sofrido, ao amanhecer despontou a alegria que superou toda amargura.

 

Un amigo me contó de un vecino que hace años pasaba la mayor parte de su tiempo libre sembrando árboles. El hombre apenas regaba los jóvenes árboles porque pensaba que el exceso de agua los echaba a perder. Creía que cuidar bien de los árboles significaba permitirles dificultades. Decía que los árboles mimados tenían raíces superficiales, y que las raíces profundas eran algo que se atesoraba. Mi amigo me dijo que muchas veces pasa por el viejo lugar y mira los árboles que su vecino sembró 25 años atrás. Son toscos, fuertes y duraderos, altos y firmes. La adversidad y la privación parecen haberlos beneficiado como no lo habrían hecho si hubieran sido protegidos y mimados. Todo eso me hace pensar en la manera en que oro por los demás. Tiendo a orar para que Dios libre a mi familia y amigos de las dificultades, pero últimamente he cambiado mi oración. No pido para ellos una vida fácil, porque eso podría no venir en este mundo.

 

Una pareja que conocí hace algunos años cuestionó la justicia de Dios después que sus dos hijos de edad escolar murieron en accidentes automovilísticos en un período de tres años. Igual que la mayoría de los padres, ellos esperaban ser muy felices con su hijo y su hija. Sus amigos vieron a sus propios hijos graduarse de la secundaria, pero estos padres fueron privados de ese gozo. Me pregunto si la familia del apóstol Santiago puede haber cuestionado también la justicia de Dios. Él fue ejecutado, pero Pedro fue rescatado milagrosamente del mismo destino (Hechos 12:2,5-11). Es verdad que la vida muchas veces es injusta. Algunos parecen ser bendecidos con muchas más oportunidades que otros, pero no culpemos a Dios. Estas injusticias están presentes porque el pecado de la humanidad ha invadido la creación de Dios. El Señor las permite, pero no las causa.- Fonte: Osvaldo Carnival - osvaldocarnival@sion.com

 

A escritora de hinos Frances Ridley Havergal, referindo-se ao seu corpo cheio de dor, disse: "Todos têm pena de mim, excepto eu." Depois adiantou: "Vejo a minha dor à luz do Calvário." - www.gospelcom.net

 

Cuando hay dolor en su corazón, necesitan estar en comunión con el pueblo de Dios. Si han recibido noticias devastadoras sobre su salud, finanzas o un miembro de la familia, ¿qué mejor lugar para ir? Un viernes, la esposa de un Pastor fue a una cita con su médico para hacerse un sonograma. De repente el técnico se quedó callado y llamó al médico. Éste confirmó lo que ya se sospechaba: que el bebé estaba muerto. Al día siguiente se sometió a un procedimiento para sacar el bebé de la matriz. El domingo en la mañana se sentía físicamente bien, pero se preguntaba si debía ir a la iglesia o quedarse en casa. Más tarde escribió: «Al final decidí ir. . . . No sé cómo, pero en medio de himnos queridos y coritos conocidos, me invadió una sensación de paz. , estaba en el lugar correcto. . . . Celebramos la Santa Cena y yo sentí la presencia del Padre plenamente. Mi alma se ancló en el refugio del santuario de Dios.» La iglesia es el lugar correto donde ir. (Osvaldo Carnival - Internet). 

 

"Sofrem os maus e os bons. Sofrem os que amaldiçoam e os que confiam em Deus. Só que o sofrimento dos primeiros é como uma ferida inflamada, que devora, apodrece, e, finalmente, mata. Mas o sofrimento dos que confiam em Deus é como uma ferida limpa. Dói, sangra, mas sara. E com o tempo apenas ficam as cicatrizes, ou às vezes, nem isto", declarou Rosalinda Castro. (da revista chilena "Aguas Vivas", pg.26 - Año 2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

 

O The New York Times do dia 16/11/2001 trouxe o depoimento acerca dos refugiados da guerra no Afeganistão: "Eu vi uma família no caminho, o marido e a esposa grávida, levando dois filhos pequenos, além de seus pertences. Eles não puderam continuar com as crianças. Então, beijaram seus filhos e os deixaram nas montanhas". 

 

Na mitologia grega, Édipo foi abandonado por seus pais, Laios e Jocasta, no alto de uma montanha, amarrado, para que fosse morto por uma fera qualquer. O motivo foi o de evitar a dor: Haviam sido advertidos, por um oráculo, de que o filho mataria o pai e se casaria com a mãe. Mais tarde, resgatado por um pastor, Édipo é adotado por uma família abastada, de outra nação. Mas, depois de crescido, mesmo tentando fugir de seu destino, sem saber, encontra com o pai numa encruzilhada qualquer, e mata-o. Mais tarde, ainda sem saber, casa-se com a rainha viúva. Finalmente, descobre a verdade, fura os próprios olhos e volta à mesma montanha de onde fora originalmente abandonado.

 

Uma pesquisa indicou o seguinte: De cada 10 crentes que sofreram adversidade na vida, 8 permaneceram firmes na fé, e de cada 10 crentes que alcançaram a prosperidade, 2 permaneceram firmes. Que é melhor para nos firmar na fé: prosperidade ou adversidade? 

 

Muitas igrejas trocaram as Palavras da Vida eterna pelas palavras de vida temporal, isso se deve ao fato de muitas denominações estarem comprometidas mais com o ganhar membros, do que ganhar almas para Cristo.

 

Ignorantes são aqueles que semeiam o mal e não sabem por que colhem sofrimentos. - (Okava)

 

Achei engraçado um artigo que li na Internet mostrando situações do cotidiano que pode acontecer com qualquer de nós, crentes no Senhor, e que, invariavelmente, a responsabilidade sempre acaba sobrando para o inimigo: - Deu uma topada no pé da mesa, a culpa é do diabo. - Queimou o arroz, a culpa é do inimigo. - Bateu o carro, o diabo se colocou no caminho. - Martelou o dedo, o diabo é culpado. - Levou multa de transito, o Diabo está se levantando contra mim. - O chefe me deu uma chamada de atenção, o inimigo está furioso. - Levei um fora da namorada, o diabo está lutando contra mim. 

 

O poeta, Goethe, disse o seguinte: "Eu nunca tive uma aflição que não se transformasse em um poema."

 

Há uma história sobre uma criança indígena que foi até um velho chefe com um pássaro machucado na sua mão. O índio olhou para o pássaro e disse: "Leve-o de volta e coloque-o no lugar onde você o encontrou. Se você ficar com ele, ele morrerá. Se você o colocar de volta nas mãos de Deus, Ele o curará e o pássaro viverá." Aqui está uma lição de como devemos agir quando somos magoados pelo sofrimento. Nenhuma mão humana pode curar um coração ferido. Tem de ser entregue a Deus (Lc 4:18; Mt 11:18-30).

 

Todas as vezes que o diabo disse à alguém: "É o fim", ali, na verdade era o começo dos melhores dias, das maiores vitórias, dos melhores casamentos. O diabo disse a José do Egito na cisterna do deserto: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, José o governo do Egito te espera." O diabo disse a Moisés no deserto de Sim: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, transformar-te-ei no libertador do meu povo." O diabo disse a Ester no tempo de escravidão: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, transformar-te-ei na rainha dos Medos e dos Persas." O diabo disse a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na fornalha:: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, vocês serão grandes governadores da Babilônia." O diabo disse a Daniel na cova dos leões: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, sua história mudará o mundo." O diabo disse a Jonas, na barriga de um peixe: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, Nínive será salva através da sua pregação." O diabo disse a João, exilado na Ilha de Patmos: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, você escreverá a maior revelação de todos os tempo - o Apocalipse." O diabo disse a Jesus morto na cruz: "É o fim!" e Deus disse: "É o começo, todo o poder no céus e na terra Eu entrego em tuas mãos." Por isso, se o diabo disser a você "É o fim!" comece a dar glória a Deus e Aleluia, porque Deus está dizendo: "É apenas o começo." O diabo não tem poder de decretar o fim de nenhum Filho de Deus. "O sofrimento não é o fim, mas o começo para todos aqueles que crêem".

 

Thomas Carlyle, célebre historiador escocês, sobre o livro de Jó, disse: "Denomino este livro, à parte de todas as teorias a seu respeito, uma das maiores cousas que já se escreveram. É nossa primeira e mais antiga declaração sobre o problema interminável: o destino do homem e a maneira de Deus tratá-lo aqui na terra. Penso que nada existe de igual valor literário". - Sebastião Angélico de Souza, em o Jornal Batista.

 

Nossas orações são imaturas e egoístas. Quando devemos orar e chorar para que Deus trabalhe através dos sofrimentos de nossa vida e os utilize para sua glória, oramos e choramos para que ele os afaste de nós e nos livre de todos eles. - Jaime Kemp, http://br.groups.yahoo.com/group/paodavida

 

Outro dia lembrei de uma frase, que me parece, vi estampada numa camisa de malha: “Pare de sofrer: morra”. Não concordei. O correta é: “Pare de sofrer: vá para o céu” ...pois morrer e ir para o inferno significa continuar a sofrer. 22/12/06

 
O FIM, PODE SER UM GRANDE COMEÇO. Todas as vezes que o diabo disse a alguém: “É o fim“, ali,na verdade, era o começo, das maiores vitórias... O diabo disse a José, na cisterna do deserto “É o fim!” e Deus disse: “É o começo, José, o governo do Egíto te espera”. O diabo disse para Moisés no deserto de Sim: “É o fim!“, e Deus disse: “É o começo, transformar-te-ei no libertador do meu povo“. O diabo disse a Sadraque, Mesaque e Abdenego na fornalha: “É o fim!“ e Deus disse: “É o começo,vocês serão grandes governadores da Babilónia!” O diabo disse a Jesus, morto na cruz: “É o fim!“,e Deus disse: “É o começo, todo o poder no céu e na terra Eu entrego em Tuas mãos.“ Por isso se o diabo disser a você que “É o fim!“, comece a dar glória a Deus, porque Deus está dizendo: “É apenas o começo da sua vitória. “O sofrimento não é o fim, mas o começo. 14/2/07
 
Quem chega no fundo do poço precisa lembrar que o fundo é o melhor lugar do poço para se tomar impulso. Eduardo Marinho. 21/2/07

 

Você sabia que uma ostra que não foi ferida não produz pérolas? As pérolas são uma ferida curada. Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. 26/2/07

 

Você nunca será a pessoa que poderá ser se dores, pressões, tensões e disciplinas forem retiradas da sua vida. James G.Bilkey. 30/3/07

 

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. Carlos Drummond de Andrade. 29-01-2008

 

Um pai perdeu sua filha única. Tinha apenas dezessete anos de idade; fo­ra a luz e a alegria do lar. Pouco tempo antes, sua estremecida esposa partira para o descanso. O ministro veio dizer-lhe palavras de conforto. - Meu amigo - começou ele -' o irmão acaba de passar através de uma nuvem escura, e amarga tem sido a sua taça... O enlutado interrompeu-o: - Pastor, é verdade que tenho sofrido bastante. Meu coração está moído de dor, mas não houve nuvem alguma; através de tudo nada houve que se in­terpusesse entre mim e meu salvador. Jamais sua mão confortadora foi tão terna como através do que me sobreveio estas semanas passadas. Sofrimento, sim, mas nenhuma nuvem! Louvado seja Deus! Nossa leve e momentânea tribulação "pode produ­zir" um peso eterno de glória mui excelente. A aflição pode tanger-nos para mais perto de nosso Mestre. Pode ajudar a formação do caráter, fazendo-nos mais seme-lhantes ao nosso grande Exemplo. Nosso grande sofrimento é por um instante, aqui. Os resultados podem ser uma gloriosa eternidade na pátria dos remidos. 7.2.2008

 

Uma noite eu tive um sonho... Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e, através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o Outro era do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei pa­ra trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no cami­nho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei, também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei, então, ao Senhor: - Senhor, Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho; mas notei que, durante as maiores tribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo por que nas horas em que eu mais necessitava de Ti me deixaste. O Senhor me respondeu: - Meu precioso filho, eu te amo e jamais te deixarei nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu te carreguei nos braços. 8.2.2008

 

Sentei-me, uma tarde, num parque do Norte da Inglaterra, ao lado de um velho mineiro aposentado. Notei que ele tinha uma longa cicatriz na face es­querda, que atravessava todas as rugas de seu rosto. "Sofreu algum acidente nas minas?", perguntei-lhe. Um brilho estranho veio aos seus olhos, enquanto respondia: "Não, moço, esta cicatriz foi deixada por uma garrafa quebrada, quando na minha mocidade seguia o general William Booth, fundador do Exército da Salvação. Tenho orgulho desta cicatriz". Quando leio as Escrituras e encontro o versículo desta meditação, recor­do, envergonhado, quão diminuto têm sido meus esforços e quão fraca, a mi­nha resistência contra o mal, em nome de Jesus Cristo. A cicatriz honrosa que aquele homem trazia no rosto era, sem dúvida, "resistência até o sangue". A maioria de nós não precisa, hoje em dia, sofrer a tal ponto, mas se quisermos realmente avaliar nossa resistência ao pecado e ao mal, temos de olhar para a cruz de Cristo e lembrar que Ele morreu para que tivéssemos vida. Não deve­mos nos alegrar pela Sua obra redentora em nossas vidas e ter orgulho dos conflitos que enfrentamos em seu nome? William Walton (Inglaterra). 12.2.2008

 

Quão bem me recordo de meu professor de música! Certa manhã, na classe, ele desenhou vários pontos negros sobre uma folha de papel branco. A classe toda observava curiosa, sem poder imaginar a melodia. A seguir, dese­nhou as linhas da pauta, algumas pausas e uma clave de sol. Então os pontos desenhados a principio tomaram a forma de notas musicais. Solfejando-as, descobrimos que estávamos cantando: "A Deus, supremo criador, anjos e homens dêem louvor". Há muitos pontos e manchas negras em nossas vidas. Geralmente não podemos entender por que aparecem e por que Deus permite que isto aconteça. Se, porém, deixarmos Cristo entrar em nossos corações, Ele poderá aliviar nossa tristeza, dor e desapontamento, e transformá-los em valores. Se tiver­mos confiança inalterável em Deus e lhe formos gratos por tudo, Ele fará sur­gir algo glorioso de nossas adversidades. Irene Clemons (E.U.A.). 14.2.2008

 

"Muitos pensam que o cristianismo é um milagre para tornar a vida miraculosamente fácil, sem sofrimento nem dor. O propósito do cristianismo não é evitar a dificuldade, mas produzir o caráter adequado para enfrentá-la. Ele não torna fácil a vida; antes, procura fazer-nos bastante grandes para a vi­da. Não nos oferece uma saída para os fardos da vida, mas nos fortalece para enfrentá-los". 25.2.2008

 

"De tal coisa me gloriarei; não, porém, de mim mesmo, salvo nas minhas fraquezas" (2 Co 12.5). Quando da dedicação da Igreja Memorial Judson em Nova lorque, o Dr. Edward Judson, disse o seguinte: "O sofrimento e o sucesso caminham juntos. Se você está sendo bem su­cedido sem sofrer, é porque outros, antes de você, sofreram; se você está so­frendo sem ver o sucesso, outros, depois de você, o obterão." Bem-aventurados os que choram. Eles podem ser felizes porque sabem que a dor, a aflição e a privação são as dores de parto de uma nova criação e de um mundo melhor. Eles podem ser felizes porque têm a consciência de que o Supremo Artista, Deus, para produzir uma obra prima digna, usa a sombra do Seu pincel. Eles podem ainda se gloriar em suas lágrimas e cantar em hon­ra da tristeza, porque sabem que na economia de Deus, "se sofremos, é por­que também reinaremos com Ele". 25.2.2008

 

"Pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo para que também na revelação de sua glória vos ale­greis exultando" (1 Pe 4.13). O sofrimento nos dá mais viva apreciação da obra redentora. Faz-nos conscientes dos resultados do pecado e ajuda-nos a criar um anseio pelo dia em que o pecado não mais existirá. A paz depois da aflição é uma experiência que ninguém pode apreciar, com exceção dos que sofreram; e a ressurreição acontece com a coroa em face da cruz. A comunhão com Cristo em Seus sofrimentos é um privilégio que nem mesmo os anjos têm.

"Anjo algum já soltou o angustioso brado:

'Por que de Deus estou assim desamparado?'

Anjo algum conheceu o momento cruel

De sorver esse cálice horrível de fel.

Anjo algum já sentiu o aguilhão do pecado

Ou vacilou ao peso infamante da cruz;

Ou, junto à porta da esperança, perturbado,

Viu se abrirem portais, numa prisão sem luz.

Anjo algum solta a cruz da peleja renhida

Para entrar, triunfante, em uma eterna vida.

Anjo algum vê de Deus o bálsamo eficaz.

Anjo algum necessita a Sua infinda paz.

Sim, paz após a dor, o homem tão somente

Usufrui; anjo algum a goza nem a sente.

 

Que a gratidão, qual fonte sempre a avolumar-se,

Excedendo à medida e ao que possa contar-se,

Emane sempre mais de nossos corações,

Correspondendo assim do Céu às atenções." 25.2.2008

 

Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos" (SI 119.71). Claro que o poeta não era adepto da herética afirmação: "Se não vem por amor, vem pela dor". Nada mais falso tal pensar. Não é assim o agir benevolente do Senhor. Sua bondade ilimitada jamais atrai pelo sofrimento. Embora possa usá-Io para revelar a glória do seu amor às suas criaturas. Mas não para forçar alguém a amá-Lo. Temos dificuldade em amar os que nos fazem sofrer. 13.3.2008

 

Perguntaram a Robert de Niro, num programa se TV: "Se o céu existe, o que você gostaria que Deus lhe dissesse quando chegasse lá?" Resposta: "Se o céu existe, Deus terá muito o que explicar!" Como muitas pessoas, inclusive cristãs, ele estava indisposto com Deus por causa do sofrimento. 13.3.2008

 

Há uns versos, que dizem assim:

Quem passou pela vida em branca nuvem

E em plácido repouso adormeceu;

Quem não sentiu o frio da desgraça,

Quem passou pela vida e não sofreu;

Foi espectro de homem, - não foi homem,

Só passou pela vida, - não viveu.

Esse poeta (Francisco Otaviano de Almeida Rosa – 1825-1889) põe o sofrimento como condição indispensável da vida. Não é bem assim. Deus criou o homem para ser feliz. O sofrimento é um acidente, uma circunstância. 26.3.2008

 

Há um provérbio chinês que diz: "O diamante não pode ser polido sem fricção, nem o homem pode se aperfeiçoar sem o sofrimento". 26.3.2008

 

O sofrimento acompanha o ser humano desde o nascimento até à morte. O ato de nascer já envolve, segundo os especialistas, vários tipos de dores. As distensões musculares em praticamente todos os músculos do corpo são doloridas. A penetração do oxigênio nos pulmões provoca uma dor profunda. Os ouvidos se abrem para receber as vibrações sonoras, o que também causa muita dor. A partir do nascimento, cada indivíduo vai aprendendo que o sofrer faz parte do viver. 5.5.2008

 

Só sabe a profundidade do buraco quem cai nele. 7.5.2008

 

(variante) A águia Chega a viver setenta anos. Mas, aos 40 anos ela toma uma difícil decisão. Suas unhas compridas, não conseguem mais agarrar as presas. O bico alongado se curva e perde a força. As asas ficam pesadas em função da grossura das penas, e voar se torna difícil! Então a águia enfrenta um dolorido processo que dura cento e cinqüenta dias. Ela se recolhe em um ninho no penhasco. E começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo, e espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as gorduras de suas unhas. E com as unhas livres, ela passa a arrancar as velhas penas. E cinco meses depois, ela sai no formoso vôo de renovação. Deus vai fazer isso em voce. Teu Deus vai renovar tuas forças, e você vai voar o vôo da vitória. 27.7.2008

 

George Bernard Shaw disse certa vez: "A Inglaterra e a América do Norte são dois países separados por um idioma comum". Um exemplo do mundo dos esportes demonstra isso. Sou um fanático por beisebol e conheço muito bem a expressão "bola curvada". Trata-se de uma jogada em que a bola lançada muda de direção em pleno ar, enganando o oponente. Embora os jogos e culturas sejam diferentes, o conceito de bola curvada retrata uma realidade familiar em qualquer idioma. A vida está repleta de ocasiões em que inesperadamente recebemos uma "bola curvada" e ficamos vulneráveis. Em tais momentos de medo e confusão, é confortante saber que temos um Deus que é suficiente para qualquer desafio. Devemos esperar provações (1 Pedro 4:12). Mas talvez fiquemos chocados pelas circunstâncias que enfrentamos. Porém, Deus nunca é pego de surpresa! Ele permite as nossas provações, e ele pode nos capacitar a reagir de uma maneira que venha a honrá-lo. Pedro escreveu: "aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar sua vida ao seu fiel Criador e praticar o bem" (v. 19). Com a força de Deus, podemos enfrentar as jogadas mais importunas desta vida. 11.8.2008

 

George Bernard Shaw disse certa vez: "A Inglaterra e a América do Norte são dois países separados por um idioma comum". Um exemplo do mundo dos esportes demonstra isso. Sou um fanático por beisebol e conheço muito bem a expressão "bola curvada". Trata-se de uma jogada em que a bola lançada muda de direção em pleno ar, enganando o oponente. Embora os jogos e culturas sejam diferentes, o conceito de bola curvada retrata uma realidade familiar em qualquer idioma. A vida está repleta de ocasiões em que inesperadamente recebemos uma "bola curvada" e ficamos vulneráveis. Em tais momentos de medo e confusão, é confortante saber que temos um Deus que é suficiente para qualquer desafio. Devemos esperar provações (1 Pedro 4:12). Mas talvez fiquemos chocados pelas circunstâncias que enfrentamos. Porém, Deus nunca é pego de surpresa! Ele permite as nossas provações, e ele pode nos capacitar a reagir de uma maneira que venha a honrá-lo. Pedro escreveu: "aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar sua vida ao seu fiel Criador e praticar o bem" (v. 19). Com a força de Deus, podemos enfrentar as jogadas mais importunas desta vida. 26.8.2008

 

Seu Manuel pensou melhor e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Manuel: - O Senhor não disse na hora do acidente: "Estou muito bem"? E Manuel responde: - Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete... - Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado - Só responda à pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: "Estou muito bem"? - Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia... O advogado interrompe novamente e diz: - Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta. Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta do seu Manuel e disse ao advogado: "Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer". Seu Manuel agradeceu ao Juiz e prosseguiu: - Como eu estava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick-up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu estava muito ferido e não podia me mover. De qualquer forma, eu podia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, eu pude perceber que o estado dela era muito ruim. Logo após o acidente, o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela, ele pegou a arma e atirou bem entre os olhos do animal. Então, o policial atravessou a estrada com sua arma na mão, olhou para mim e disse: "Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. Como o senhor está se sentindo?" - O que o Sr. responderia, meritíssimo??? 16.9.2008

 

Conta-se a história de um menino que estava brincando com seu barquinho no lago. De repente, o barquinho se afastou dele. Um homem, que estava por perto, viu a cena e começou a atirar pedras na água, adiante do barquinho. O menino perguntou: - O que você esta fazendo? De repente, algo muito interessante aconteceu. Quando as pedras bateram na água, produziram ondas que empurraram o barquinho de volta ao menino. Embora as pedras tivessem agitado a água tranqüila do lago, elas alcançaram o efeito desejado. É assim que Deus procede, às vezes. Quando nos afastamos de sua presença, Ele atira pedras adiante de nós para nos forçar a retornar à praia de seu amor. 17.9.2008

 

Perguntas sobre a existência de Deus perturbavam muitas vezes H. A. Hodges, um jovem brilhante professor de filosofia na Universidade de Oxford. Um dia quando ele vagueava por uma rua, passou por uma loja de arte. A sua atenção foi captada por um invulgar quadro na montra. Ele mostrava a figura de Jesus ajoelhado a lavar os pés aos Seus discípulos. Hodges conhecia a história registada em João 13 - O Deus incarnado lavando pés humanos. Mas de repente o significado completo daquela cena atraiu a atenção do coração deste jovem filósofo. Deus - Deus! - a humilhar-Se para fazer a mais humilde das tarefas! Pensou ele: Se Deus é assim, então este Deus será o meu Deus! Ver aquela pintura foi uma das circunstâncias que fizeram com que Hodges entregasse a Sua vida ao verdadeiro Deus - o Deus que lava pés. Nós, Cristãos, tomamos ocasionalmente a existência de Deus como um dado adquirido. Acreditamos no que a Bíblia nos conta sobre o Espírito eterno que nunca teve início e cuja existência nunca findará. Mas por vezes podemo-nos interrogar sobre o Seu caráter. Se Ele permite o infortúnio, como é que Ele pode ser simultaneamente amável e amoroso? Quando lemos João 13 atentamente, vemos que Deus é o Deus que lava pés. O Seu amor insondável e sacrificial por nós também deveria fazer com que nos rendêssemos a Ele. - Vernon Grounds 19.1.2009

 

Um pastor beduíno israelense, de 110 anos de idade, foi internado em um hospital de Berseba enquanto sofria ataque cardíaco. Apesar da sua idade, os médicos fizeram todo o possível para salvar-lhe a vida. O homem era considerado o mais idoso e bem-sucedido paciente cardíaco tratado com remédios anticoagulantes. Um porta-voz do hospital relatou que o beduíno voltou à sua tenda no Deserto do Negev, para cuidar de suas cabras. O cuidado dispensado a este homem de 110 anos de idade retrata vagamente a maneira como Jesus reagiu com relação às pessoas que nós consideramos fora do alcance de qualquer ajuda. A habilidade e disposição de Jesus em superar as barreiras sociais, para ajudar leprosos e grupos socialmente marginalizados, foi muito além das expectativas normais do que uma boa pessoa faria. Mesmo durante a agonia de Seu próprio sofrimento na cruz, Jesus estendeu Sua ajuda a um homem moribundo que todos consideravam desmerecedor de qualquer ajuda. O homem era um criminoso, condenado à morte e apenas algumas horas o separavam da perdição eterna. Naquele momento, Jesus atendeu aos gritos de ajuda daquele homem e disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43). Hoje, você conhece alguém que está fora do alcance da sua ajuda? Talvez você pense que está sem esperança. O Deus da Bíblia é especialista em ajudar aqueles considerados tão velhos, tão culpados ou tão fracos que não merecem ajuda. 27.1.2009

 

Certa vez uma serva de Deus estava perplexa com o grande número de aflições que pareciam fazer dela o seu alvo. Um dia, passando por uma vinha no esplendor do outono, notou que as videiras não estavam podadas e que sua folhagem ostentava um luxuriante viço. Notou ainda que as ervas daninhas e o capim estavam crescendo ali à vontade e que o terreno parecia totalmente em descuido. Enquanto considerava aquilo, Deus lhe deu uma mensagem tão preciosa que ela não pôde deixar de passá-la adiante: "Filha, você não entende a razão de tantas provações em sua vida? Observe esta vinha e aprenda a lição que aí está. O lavrador deixa de podar, de revolver a terra, de limpar ou de colher o fruto maduro, quando não espera mais nada da vinha naquela estação. Ela é deixada de lado porque a estação de fruto já passou, e qualquer esforço nessa ocasião não traria resultado. A vida livre de sofrimento reflete a mesma inutilidade. Você quer, pois, que eu pare de podar a sua vida? Devo deixá-la entregue a si mesma?" E o coração consolado exclamou: "Não!" - Homera Homer-Dixon 18.2.2009

 

Da mesma maneira que um velho lobo do mar, com longa e segura prática de navegação, pode utilizar os ventos contrários para conduzir o seu barco no rumo certo, com mudanças e combinações das enfunadas velas, aproveitando-se de sua força propulsora, também é possível em nossa vida espiritual, mediante a graça divina, usar os elementos que nos pareçam adversos e desfavoráveis, para o nosso bem e para a glória do Senhor. - Lettie B. Cowman 3.3.2009

 

Um quilômetro andei com o prazer/ Tantas coisas bonitas ele me falou/ Mas, senti por dentro tão vazio/ quando, de repente, ele me deixou./ Andei depois com o sofrimento/ Só coisas duras ele tinha para dizer./ Mas as coisas que sofrimento me ensinou/ eu nunca mais vou esquecer./ - autor desconhecido4.6.2009

 

O incidente que segue é relatado pela Sra. Spurgeon, uma mulher que conheceu o sofrimento por mais de vinte e cinco anos. "Ao fim de um dia escuro e tristonho, estava eu deitada em meu divã, enquanto a noite descia; e embora tudo estivesse claro em meu quarto gostoso, um pouco daquela escuridão lá de fora começou como que a entrar em minha alma e a obscurecer minha visão espiritual. Em vão eu procurava ver a mão que eu bem sabia estar segurando a minha e guiando meus pés, calçados em névoas, ao longo da íngreme e escorregadia vereda do sofrimento. Em tristeza, meu coração perguntou: "Por que será que meu Senhor trata assim a um filho Seu? Por que será que tantas vezes me envia esta dor tão aguda? Por que será que permite que esta fraqueza demorada impeça o serviço que eu tanto anelo prestar a Seus pobres servos? "Estas perguntas ansiosas foram depressa respondidas, e por meio de uma linguagem muito estranha; nenhum intérprete foi necessário, além do consciente segredar do meu coração. "Por um instante reinou silêncio no pequeno aposento, inter¬rompido apenas pelo estalar da acha de carvalho na lareira. De repente ouvi um som doce e suave, uma pequena e clara nota musical, como o leve trinar de um passarinho à minha janela. "O que será? Por certo nenhum passarinho vai estar cantando lá fora nesta época do ano e a estas horas. "Novamente vem a fraca e lamentosa nota; tão doce, tão melo¬diosa, e contudo bastante misteriosa para provocar admiração. Minha amiga exclamou: "Ouça! Vem da acha de carvalho no fogo!' O fogo estava deixando livre a música aprisionada no âmago do carvalho. "Quem sabe se ele não tinha armazenado este canto nos dias em que tudo lhe ia bem, quando passarinhos saltitavam alegremente em seus ramos e o sol lhe dourava as tenras folhas. Mas ele tinha envelhecido, desde então, e tinha-se endurecido; anel após anel de crescimento lhe havia marcado de nós o tronco e selado a esquecida melodia, até que as chamas vieram consumir sua insensibilidade, e o ardor veemente do fogo arrancou dali um canto... 'Ah', pensei, 'quando o fogo da aflição tira de nós hinos de louvor, então estamos de fato purificados, e o nosso Deus é glorificado!' "Quem sabe se algum de nós não está como esse velho carvalho — frio, duro, insensível; e não produziríamos sons melodiosos a não ser por meio do fogo, ardendo à nossa volta e libertando notas de confiança nEle e de alegre assentimento à Sua vontade. "Enquanto eu refletia, o fogo crepitava, e minha alma achou conforto na parábola tão estranhamente trazida ao meu coração. "Cânticos nas chamas! Sim, com a ajuda de Deus, e se essa for a única maneira de tirar harmonia destes corações duros e insensíveis, seja a fornalha aquecida sete vezes mais." Extraido do Mananciais no deserto2.7.2009

 

Quando criança, os garotos no pátio de recreação citavam brincando a famosa frase de Shakespeare: “Ser ou não ser – eis a questão!” Mas na realidade nós não entendíamos o que ela significava. Mais tare aprendi que o herói de Shakespeare, Hamlet, que falava estas palavras, é um príncipe melancólico que soube que seu tio matou seu pai e casou com sua mãe. O horror que ele sentiu é tão perturbador que ele pensou em suicídio. A questão para ele era: “ser” (seguir vivendo) ou “não ser” (tirar sua própria vida). Às vezes, a dor na vida pode tornar-se tão devastadora que somos induzidos ao desespero.13.7.2009

 

Sempre julguei que os furacões seriam alguma coisa que a humanidade poderia simplesmente dispensar - se pudesse... Entretanto, apenas recentemente tomei conhecimento de que eles são absolutamente necessários para manter o equilíbrio na natureza. Essas tempestades tropicais, com ventos que vão acima de 300 quilômetros por hora, acompanhados de chuvas torrenciais, raios e relâmpagos, podem ser devastadoras. Contudo, cientistas nos informam que esses furacões tem um valor incrível. São eles que dissipam uma grande porcentagem do calor opressivo acumulado no equador; também são indiretamente responsáveis pela maior parte das chuvas que ocorrem nas florestas das Américas do Sul e do Norte. A conclusão final a que chegamos é que os furacões oferecem à humanidade muito mais benefícios do que podemos imaginar. As Escrituras nos ensinam que as aflições que Deus permite que sobrevenham a seus filhos são muito semelhantes aos furacões. Elas chegam de maneira violenta, trazendo com elas dores e promovendo grandes devastações. No entanto, são essas mesmas aflições que tem o incrível potencial de produzir eternos dividendos. Se você se encontra em meio a um furacão... não desista! Ele é temporário; logo vai passar, e os resultados certamente poderão transformar a sua vida para todo o sempre! 27.10.2009

 

Quando o bispo de Madras estava viajando pela Índia, foi apresentado a uma jovem menina escrava que era uma excelente testemunha para o Senhor. Por sua persistência em falar de Jesus e Seu amor para outros, ela ganhou muitos para Cristo. Enquanto o bispo olhava para ela, viu que seu rosto, pescoço e braços tinham muitas cicatrizes. Por causa de sua fidelidade e testemunho, ela havia sido muito espancada. Com lágrimas nos olhos, o bispo perguntou à menina: "Criança, como você conseguiu aguentar toda esta brutalidade?" Um pouco surpresa, ela respondeu: "não ficaria contente em poder sofrer por Cristo, senhor?" Sua humilde resposta falou profundamente ao seu coração. Lembrou-lhe que se alguém está verdadeiramente em Cristo, deve estar preparado para ser ridicularizado e até receber tratamento áspero do mundo. A vida com Deus nos proporciona momentos de grande regozijo e satisfação. A certeza de Seu cuidado e de Sua proteção nos faz viver com tranqüilidade e nos motiva a encarar as intempéries do cotidiano com a confiança dos vitoriosos. Esta comunhão não nos garante uma vida sem lutas. Elas nos tingem como acontece com qualquer outra pessoa. Enfrentamos perseguições, injúrias, zombarias e até discriminação. Mas os verdadeiros filhos de Deus não se abatem, nem se dobram, nem retrocedem. Pelo contrário, levantam a cabeça e glorificam a Deus pelo privilégio de verem provada a sua fé. E seguimos em frente... Com alegria... Seguros nas mãos do Senhor!27.10.2009

 

Sou muito ruim em guardar nomes de filmes, mas várias mensagens, me acompanham durante muito tempo. Num dos filmes que assisti, o ator principal, Anthony Hopkins, fazia o papel de um professor de literatura na Universidade de Oxford. Levava uma vida regrada, pacata, austera, repleta de uma rotina e até preconceituosa. Seu mundo resumia-se a uma casa um tanto sombria no subúrbio e às aulas na Universidade. Não tinha grandes emoções, não amava nem sofria muito. Foi justamente o conhecimento do  amor, já quase na velhice, que o fez conhecer o sofrimento. Levou tanto tempo para permitir-se amar, para doar-se a essa troca, e, depois, em pouco tempo, perdeu a companheira com um câncer fulminante. É um filme bastante triste, com profundas lições de vida transmitidas em diálogos e monólogos que nos levam a refletir sobre o sentido de nossas agruras. Gravei  e tenho pensado muito sobre a frase: "O mármore adquire sua beleza com duros golpes de martelo". Quantos de nós nos tornamos mais belos, mais humanos, mais compreensivos, mais pacientes, mais sábios à medida que o tempo passa! Somos mármores brutos, imaturos, que o sofrimento embeleza. 2.11.2009