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Sacrifício

 

Durante a II Guerra Mundial, nos Estados Unidos, era costume uma família que tivesse um filho que servisse nas Forças Armadas colocar uma estrela na janela frontal da sua casa. Porém uma estrela dourada indicava que o filho tinha morrido mo apoio à causa do seu país. Há anos, Sir Harry Lauder contou uma história comovente sobre este costume. Ele disse que uma noite um homem caminhava por uma rua de Nova Iorque, acompanhado pelo seu filho de 5 anos. O pequeno foi atraído pelas luzes que brilhavam nas janelas das casas e quis saber porque é que algumas casas tinham uma estrela nas janelas. O pai explicou que aquelas famílias tinham um filho a combater na guerra. O miúdo bateu as palmas quando viu uma outra estrela na janela e exclamou, “Olha, Papá, uma outra família que deu o filho ao seu país”. Finalmente chegaram a um descampado, depois da correnteza de casas. Daquele lugar podia-se ver uma estrela a brilhar no céu. O pequenito voltou à carga, “Oh, Papá”, exclamou, “Olha para aquela estrela no céu! Deus também deve ter dado o Seu Filho”. Sim, de fato! Há uma estrela na janela de Deus. Sabes o que Ele fez por ti? Ele deu o Seu Filho, por causa do Seu amor por nós (Ef. 2.4). Já Lhe agradeceste? - Fonte: www.gospelcom.net

 

Uma jovem Russa tinha sido enviada para um hospital no Japão para se submeter a uma cirurgia rara que lhe salvaria a vida. Após chegar ela não conseguia parar de chorar. Os médicos e enfermeiros, que não sabiam falar russo, foram incapazes de a consolar. Por fim eles decidiram chamar um missionário americano da sua cidade para ver se ele podia ajudar. Ó missionário chegou ao hospital e tentou consolá-la, mas ele também não sabia falar russo. Quando a doente viu a sua Bíblia, o pão e o cálice, ela sorriu a indicar a sua aprovação. Então sem qualquer comunicação verbal, este homem americano e esta mulher russa partilharam a sua relação com Cristo. Mas tarde ele soube que esta jovem seguidora foi animada e fortalecida quando partilharam a memória da morte do Senhor. Não me admira. Esta experiência ilustra a unidade que nós temos em Cristo como crentes. Nós celebramos essa unidade ao lembrarmos, juntos, a Sua morte e o perdão e a nova vida que Ele nos deu. - Fonte: www.gospelcom.net

 

O nascimento de Cristo trouxe Deus ao homem; a morte de Cristo trouxe o homem a Deus.

 

Ninguém pode demonstrar maior amor pelas pessoas, como o que James Harrison demonstrou. E ele fê-lo mesmo por pessoas que não conhecia. 

 

O evangelista indiano Sundar Singh descreveu um fogo devastador na floresta dos Himalaias por onde ele estava a viajar. Enquanto muitos estavam a tentar combatê-lo, um grupo de homens ficou pasmado a olhar para uma árvore em chamas, chamas essas que subiam pelos seus ramos. Eles estavam a observar uma mãe-pássaro voando freneticamente em círculos sobre a árvore. Ela estava gorjeando um alarme ao seu ninho cheio de passarinhos inexperientes. Quando o ninho começou a arder, a mãe pássaro não voou para longe; mas ao invés, ela desceu rapidamente e cobriu sua ninhada com as suas asas. Em segundos ela e os seus filhotes foram reduzidos a cinzas. Singh disse então aos espectadores atemorizados: "Testemunhamos uma ação verdadeiramente maravilhosa. Deus criou aquela ave com tal amor e devoção que ela deu a sua vida ao tentar proteger os seus filhotes.... Este é o amor que O fez descer do céu para tomar a forma humana. Este é o amor que O fez sofrer uma morte dolorosa por nossa causa." A história acima citada é uma ilustração ativa do amor de Cristo por nós. Também nós ficamos atemorizados quando pensamos no Calvário onde ardeu o fogo do santo julgamento. Pois ali Jesus sofreu e "levando Ele mesmo em Seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro" (I Pedro 2:24). Senhor, obrigado por teres morrido em nosso lugar. Quão gratos Te estamos por tudo aquilo que Tu fizeste! - Fonte: www.gospelcom.net

 

"Saio da vida para entrar na História". Essa foi a declaração de Getúlio Vargas, político brasileiro, na carta-testamento. - Fonte: www.reflita.brs.com.br

 

A luta era aguerrida nos dias que antecederam o Natal na Primeira Guerra Mundial. Um soldado alemão levantou-se da sua trincheira e tentou avançar, mas ele foi atingido por tiros e foi gravemente ferido. Ao tentar arrastar-se de novo para segurança, ele ficou agarrado ao arame farpado. Após os seus gritos se transformarem em gemidos, um americano saiu da sua trincheira e avançou palmo a palmo em direção do homem ferido. Quando os comandantes dos campos opostos viram o que estava a acontecer, eles ordenaram às suas tropas que cessassem fogo. No estranho silêncio, o americano consolou e libertou o alemão ferido, então transportou-o aos braços abertos dos seus companheiros. As armas mantiveram-se em silêncio até regressar á sua trincheira. Esta é uma história inspiradora, mas eu conheço uma ainda mais dramática. O Senhor Jesus, por causa do amor de Deus, atravessou “território inimigo” para nos salvar da morte espiritual. Apesar de merecermos morrer, Ele aceitou a humilhação, a dor, e a morte de forma abnegada na cruz para pagar o preço pelo nosso pecado. - Fonte: www.gospelcom.net

 

Jesus tomou o nosso lugar na cruz para dar-nos um lugar no céu.

 

Os pregos não poderiam ter segurado Jesus na cruz se o Seu amor por nós não O tivesse agüentado lá.

 

Alguém me contou que um lenhador saiu para a floresta a cortar a sua madeira. A esposa foi à cidade fazer compras, e no berço ficou uma criança de poucos meses de idade. Ambos, marido e mulher, iam voltar logo. Assim, não se preocuparam em deixar a criança sozinha. O lenhador voltou primeiro. Entrando em casa encontrou os móveis revirados e tudo em desalinho. A um canto, o grande cão deitado, todo sujo de sangue. 0 homem, num instante, imaginou toda a cena que se teria desenrolado: "O cachorro atacou o menino e o matou" - pensou. Sem pestanejar, tomou da espingarda e mirou na cabeça do pobre cachorro, e disparou. Depois de ter matado o cachorro, correu para o quarto onde deveria estar a criança. Realmente ela ali estava. Estava viva e sorridente por ver o pai, depois do tremendo susto que deve ter passado. É que ao lado do seu berço jazia uma onça, a qual o cachorro matara em defesa da criança "E nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido, mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.4b,5).

 

Jesus Cristo caminhou até o Gólgota e foi pregado numa cruz. Foi levantado entre o céu e a terra durante seis horas, passando por grandes sofrimentos e, na maior agonia, Ele clamou: "Eli, Eli, lamá, sabactani?" que quer dizer: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Tal foi o sofrimento que Cristo sofreu por nossa salvação.

 

0 amor materno tem sido decantado através dos séculos por milhares de poetas, em prosa ou em verso, das mais humildes às mais soberbas, de todos os cantos da terra e de todas as formas. Recentemente amplo noticiário nos dá conta do grande amor revelado por uma mãe inglesa que preferiu morrer para que o seu filho vivesse. Ela estava grávida quando descobriu ser possuidora de pertinaz enfermidade. A única medicação, no caso, seria grandemente prejudicial ao feto. Assim, ela deixou que a moléstia tomasse conta de seu organismo, para que, o filho querido ficasse ileso. Veio a morrer de câncer logo após o parto. O filho nasceu perfeito. "O amor é forte como a morte; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor" (Ct 8.6). 

 

Cristo se tornou o que eu era, para que eu me torne o que Ele é.

 

Emil Mettler, dueño de un restaurante de Londres, era conocido por su generosidad. Muchas veces alimentaba a la gente gratuitamente. Si iba a verlo algún representante de una organización cristiana y le hablaba de alguna necesidad, abría su caja registradora y le hacía una buena donación. Un día, Emil abrió su caja registradora en presencia de un misionero que notó que había un clavo entre los billetes y las monedas. Sorprendido por lo que vio, el hombre preguntó: «¿Qué hace eso ahí?» Emil agarró el clavo de 15 centímetros y contestó: «Guardo esto junto con mi dinero para acordarme del precio que Cristo pagó por mi salvación y lo que le debo a cambio.» Emil usaba ese clavo como recordatorio de que tenía con Dios una gran deuda de amor y gratitud porque Jesús había dado su vida por él (1 Juan 3:16-23). Usaba ese simple objeto para estimular su propia generosidad mientras recordaba el sacrificio del Salvador. ¿Cuántas veces pensamos en el sacrificio del Calvario donde Jesús pagó la pena por nuestro pecado con su propia muerte en la cruz? El ejemplo de Emil nos inspira en medio de nuestras más triviales actividades para recordar, no sólo las espinas, los clavos y la herida de lanza, sino el amor de Aquel que dio su vida por nosotros.

 

O lema de C.T. Studd era assim: “Se Jesus Cristo é Deus e morreu por mim, então não existe sacrifício grande demais que eu possa fazer por Ele".

 

O culto a Baal não poderia mesmo continuar. Além de imoralidade sexual, os adoradores de Baal sacrificavam criancinhas. O Instituto Oriental da Universidade de Chicago tem encontrado em Megido, desde 1924, perto de Samária, na camada do tempo de Acade, nos locais próximos aos antigos templos erigidos a Baal e a Asera, jarros contendo despojos de crianças sacrificadas. Seus adoradores eram assassinos de criancinhas.

 

Olhando para o sacrifício de Jesus na cruz, só houve um momento em que o Pai vira as costas para Jesus - no período de 12hs às 15hs da tarde, naquele instante todos os pecados, mazelas da humanidade viam sobre ele, a terra escureceu, ninguém podia olhar para o seu rosto, Ele morreu para que n’Ele fossemos feitos justiça de Deus. Jesus suportou tudo para a alegria do coração do Pai. - Pr. Márcio Valadão.

 

Conta-se que na Primeira Guerra Mundial um jovem soldado francês foi seriamente ferido. Seu braço havia sido quebrado em várias partes e teve que ser amputado. Ele era tido como um  homem de grande coragem e o cirurgião lamentou profundamente o fato de, ainda muito  jovem,  ter a vida mutilada. Ele aguardou ao lado da cama do soldado para lhe dar as más notícias quando recuperasse a consciência. Quando o rapaz abriu os olhos, o cirurgião lhe falou: "Eu sinto muito lhe dizer, mas você perdeu o seu braço." "Senhor," falou o rapaz, "eu não o perdi, eu o dei -- pela França." Muitas vezes, quando recebemos o chamado do Senhor, seja para qualquer trabalho,  colocamos obstáculos, arrumamos desculpas e justificativas, e permanecemos afastados daquilo que seria a vontade de Deus para nós e uma forma de, pelo regozijo de servi-lo, sermos muito mais felizes. 4/12/06

 

Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega! Ela também odiava a todos exceto seu namorado! Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com seu namorado. Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela! Então seu namorado perguntou a ela: Agora que você pode ver, você se casará comigo? A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego! Ela disse: Eu sinto muito, mas não posso me casar com você porque você é cego! O namorado afastando-se dela em lágrimas disse: “Por favor, apenas cuide bem de meus olhos”. Nunca despreze quem ama você. Às vezes as pessoas fazem certos sacrifícios e nós nem ligamos. 11/1/07

 

Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la. O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse: - " certo, eu topo já que é para salvá-la...". À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula: - "Eu vou começar a morrer logo?" Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha Interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã! 21/2/07

 

Se os mártires cristãos pudessem reviver, por certo agradeceriam a Deus a morte cruel que tiveram. Policarpo foi um deles. Foi pastor da Igreja de Esmirna e na sua juventude, conviveu com o apóstolo João. Aos 86 anos ele foi julgado por ser cristão. O juiz estava ansioso por lhe poupar a vida. No seu último momento, quando os algozes iam amarrá-Io ao poste, o magistrado disse: "Faça o juramento e eu o soltarei. Negue a Cristo." Ao que Policarpo, corajosamente respondeu: "Eu o tenho servido durante oitenta e seis anos, e Ele nunca falhou. Como poderia eu blasfemar contra o Rei que me salvou?" E morreu, agradecendo a Deus o privilégio de dar a sua vida pelo Salvador. 10.1.2008

 

Haviam duas tribos guerreando nos Andes. Uma que vivia nas planícies e outra que vivia no alto das montanhas. Um dia, o povo da montanha invadiu as terras baixas, e como parte do roubo, levaram o bebê de uma das famílias do povo da planície para o alto das montanhas. O povo da planície não sabia escalar a montanha. Não conheciam algumas das rotas utilizadas pelo povos da montanha, e não sabiam onde encontrar o povo da montanha ou como segui-los naquele terreno íngreme. Mesmo assim, enviaram seus melhores homens de combate para escalar a montanha e para trazer o bebê de volta para casa. Os homens tentaram um primeiro método para escalar e depois outro. Tentaram uma rota e depois outra. Após diversos dias de esforço, entretanto, tinham escalado somente cem metros. Sentindo-se impossibilitados e desesperançados, os homens da planície decidiram que a causa estava perdida, e prepararam-se para retornar à sua vila. Enquanto preparavam a bagagem para a descida, viram a mãe do bebê caminhando até eles. Perceberam que ela estava descendo a montanha que não tinham encontrado meios de escalar. E então viram que ela tinha o bebê preso às costas por correias de couro. Como podia ser isso? Um homem a cumprimentou e perguntou? - Nós não pudemos escalar esta montanha. Como você fez o que os homens mais fortes e mais capazes da vila não puderam fazer? Sacudindo os ombros, ela respondeu!! - O bebê não era de vocês! 1.2.2008

 

Quando Fox, líder dos Quacres, foi encarcerado em um porão sujo e desagradável, um dos seus amigos foi a Oliver Cromwell e ofereceu-se para ficar no lugar do líder. Cromwell, muito impressionando com este oferecimento, perguntou aos grandes do seu conselho: - Qual de vós faria tal coisa por mim, se eu estivesse na mesma situação? Cromwell não pôde aceitar a oferta, pois era contra a lei, mas estava ad­miradíssimo de ver uma amizade tão profunda e sincera. Estando nós condenados à morte eterna, Cristo se ofereceu para morrer em nosso lugar. "Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas do­res levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas ini-qüidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos" (Is 53.4-6). 8.2.2008

 

Livingstone dormira no Senhor. Ajoelhado ao lado da modesta cama, com a cabeça amparada pelas mãos repousadas no travesseiro. Os amigos, pensando que ele orava, esperaram inutilmente. Constatada a morte, abriram-lhe o peito e tiraram com cuidado e carinho o coração. O corpo iria para a In­glaterra, numa viagem que duraria um ano através da África. O coração, não! O coração que amara a África deveria ficar no Continente Negro. E ficou, en­terrado por mãos amigas, debaixo de uma árvore próxima à aldeia de Chitam­bo. No amor pleno, disposto ao sacrifício recíproco, está a chave para a solu­ção dos problemas sociais e raciais. 14.2.2008

 

Anos atrás, um pequeno mascote do exército britânico na Índia, menino de dez anos de idade, ofereceu-se para receber o castigo que cabia a certo malfeitor, desconhecido na sua tenda. Com o quarto açoite, o pequeno des­maiou, caindo ao chão, coberto de sangue. Os soldados levaram apressadamente o pequeno companheiro ao hospital, onde, por vários dias, ficou entre a vida e a morte. O culpado confessou o mal que fizera e apressou-se a ir ver o pequeno ferido. - O Quinzinho, sinto demais! - soluçou o soldado, comovido. Você me poderá perdoar tamanha covardia? - Não se aflija, BilI - disse o menino, calmamente. Eu queria poupar-lhe sofrimento. Jesus ama você, BilI. Ele morreu por você. Você também vai amá-Io, não vai, BilI? O castigo fora tão grande que o pequeno não resistira, e com essas palavras, ele cerrou mansamente os olhos - acabaram para sempre os seus sofri­as. Mas BilI começou nova vida com Deus. Quinzinho deu a vida a fim de que aquele soldado, amigo seu, pudesse viver. - Este texto encerra uma lição quádrupla, em matéria de substituição, e lembra-nos de novo o sacrifício do Salvador em nosso favor. Carlos Spurgeon, o afamado evangelista, descreve o capítulo 53 de Isaías como "uma Bíblia em miniatura, o evangelho em sua essência". O profeta evangélico expõe assim, vigorosa e magnificamente, o princípio da substituição que unicamente pode proporcionar esperança ao homem perdido.14.2.2008

 

Numa das galerias de Paris há uma estátua notável. O escultor, como em geral todos os artistas famosos, era muito pobre e viveu e trabalhou num só­tão. Ao terminar a estátua, olhou-a cheio de orgulho e afeição; quantas noites perdidas, quanto sacrifício e quanta paciência representavam aquela estátua! Bastante cansado, deitou-se. Naquela noite, caiu sobre Paris uma geada for­tíssima. O escultor, acordando no seu quarto frio e desconfortável, lembrou-se da estátua tão recentemente terminada, e teve receio de que a geada viesse a estragar o trabalho que com tanto esmero fizera. Correndo os olhos pelo quarto, nada via com que pudesse proteger sua tão sonhada estátua. Sem he­sitar um momento sequer, levantou-se e, tirando a roupa de cama com que se cobria, agasalhou com o máximo cuidado a bela escultura. Pela manhã, o es­cultor foi encontrado morto, mas a sua estátua ainda hoje existe. Morreu para perpetuar a obra de suas mãos. Irmãos, somos a obra das mãos do Grande Artista. E Ele, semelhante a este escultor, morreu também para nos dar vida eterna. Há, porém, uma dife­rença: o escultor que morreu preservou apenas a sua estátua do mau tempo daquela noite; o Divino Escultor, porém, ressuscitou e vive para todo sempre, podendo proteger-nos de todos os perigos. 14.2.2008

 

Que poder e influência transformaram a cruz, instrumento de tortura sanguinolenta, no mais glorioso e querido de todos os símbolos? Os romanos crucificaram milhares de pessoas antes e depois do Calvário. Se Jesus não ti­vesse se levantado dentre os mortos, nenhuma pessoa de mente sã glorificaria algo tão hediondo e repulsivo, como a cruz que foi manchada pelo sangue de Jesus. Pelo milagre de sua ressurreição da tumba, Jesus colocou o selo de ga­rantia do perdão dos nossos pecados. Um Cristo morto não seria o nosso Salvador. Um túmulo fechado jamais teria aberto os céus. Pelo rompimento das cadeias do sepulcro, Jesus provou ser, para todo o sempre, o conquistador do pecado. O sacrifício do Calvário cumpriu seu propósito: o preço da redenção pago pelos nossos pecados foi aceito por Deus! 16.2.2008

 

Quando um recém-convertido, vindo do maometismo, procurou o mis­sionário para que o batizasse, este lhe perguntou: "Qual foi o ponto que você achou mais deficiente no maometismo e mais satisfatório no cristianismo?" E a pronta resposta foi: "O maometismo está cheio da misericórdia de Deus e, enquanto senti real consciência de culpa como infrator da lei de Deus, isso me satisfez; mas, quando me senti culpado, percebi que apesar da misericórdia de Deus, sua justiça pesava sobre mim. Para isso o maometismo nada oferece e foi na cruz de Cristo, que encontrei aquilo de que mais necessitava: o sacrifí­cio de Jesus, que purifica de todo pecado". 16.2.2008

 

"O imaculado Filho de Deus pendia da cruz; a carne, lacerada pelos açoi­tes; aquelas mãos, tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés, tão incansáveis em serviços de amor, cravados no madeiro; a ré­gia cabeça, ferida pela coroa de espinhos e aqueles trêmulos lábios, entrea­bertos para deixar escapar um grito de dor." 16.2.2008

 

Ninguém, que não tenha vivido na época em que a febre amarela matava milhões na América, jamais poderá apreciar toda a significação do que fize­ram alguns homens em benefício dos milhões que hoje não são contaminados pela terrível doença. Mosquitos infectados foram colocados numa sala fecha­da; ali, dois voluntários - os Drs. Lazear e Carrol - ficaram expostos às pica­das. A observação comprovaria ou não que a doença era transmitida pelos mosquitos. Ambos finalmente adoeceram de febre amarela. O Dr. Carrol ven­ceu a doença, mas o Dr. Lazear morreu dias depois. Pagaram alto preço, sem dúvida, pela nossa tranqüilidade. 16.2.2008

 

Latimer e Ridely, lutadores heróicos em prol da Reforma da Igreja, foram condenados à morte. Amarrados às estacas, sentindo as dores das primeiras queimaduras, encorajavam-se mutuamente. A certa altura, Latimer gritou, diri­gindo-se a Ridely: "Estamos acendendo uma fogueira na Inglaterra que ja­mais se apagará". 18.2.2008

 

Numa estação ferroviária, um jovem soldado aguardava na plataforma o trem em que devia baldear para prosseguir a viagem. Voltava para casa, a fim de conhecer o seu primogênito que nascera durante sua ausência. De repente, viu uma menina caminhando descuidadamente entre os trilhos, enquanto o trem se aproximava; ergueu-a, e tentou subir de novo à plataforma. Mas... tarde demais! A locomotiva o apanhara. Ao lado dos trilhos, jazia o jovem com o crânio fraturado e o corpo feri­do. A menina estava sã e salva. Veio sua mãe, tomou-a pela mão e a levou sem uma palavra. Parece-nos impossível tamanha ingratidão. Entretanto, a ingratidão a Deus pelo que nos fez, através de Cristo, é ainda pior. O Senhor Jesus morreu por nós - por todas as pessoas que vêm ao mundo - a fim de que, pela sua morte, tenhamos vida, e vida eterna. Deixar de expressar nossa gratidão a Deus pelo que nos fez através de Cristo é imperdoável. Andrew Langh (Iugoslávia). 19.2.2008

 

"Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa na arca, por­que reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração" (Gn 7.1). Em junho de 1770, Porto do Príncipe, capital do Haiti, foi destruído por um terremoto. Em certa casa, a fiel serva correu para salvar a criança do seu patrão. Enquanto as paredes ruíam, ela agarrou nos braços a criança, e o te­lhado se abateu sobre ela. Os destroços atingiram de cheio a serva fiel, mas o bebê escapou ileso. O corpo curvado da nobre mulher protegeu o infante, mas com o sacrifício de sua própria vida. Sua morte foi a salvação do pequenino ser que se achava aos seus cuidados. Ela morreu a fim de que a criança vives­se. Igualmente, na morte sacrificial de Cristo nossas vidas são salvas. 19.2.2008

 

Jesus trabalhou durante toda a sua vida. Mas o maior trabalho que ele realizou não foi o da carpintaria, nem o milagre da festa em Caná, quando transformou a água em vinho. Seu maior trabalho não foi curar os cegos e surdos, dar voz aos mudos, nem tão pouco ressuscitar os mortos. Seu maior trabalho não foi ensinar sobre a sua autoridade, ou denunciar a hipocrisia dos fariseus. Seu maior trabalho não foi o grande programa ético que apresentou à humanidade, o fundamento da cultura ocidental. O maior trabalho de Cristo foi realizado nas três horas sofridas que passou no Calvário, ao morrer por nós.

Billy Graham. 19.2.2008

 

A peste assolava a cidade de Marselha, na França. Os médicos, reunidos, chegaram à decisão de que era imprescindível que um deles se dispusesse a dissecar um cadáver para tentar conhecer a causa da doença. Guyon, um dos mais célebres cirurgiões da época, declarou: "Amanhã, pela madrugada, no interesse da comunidade, farei o exame". Retirou-se para seu quarto, fez seu testamento, orou e dormiu. No dia seguinte realizou o trabalho, dissecando o corpo de alguém que morrera vítima da peste. Registrou as observações numa folha de papel, que mergulhou em vinagre para desinfetar, e se retirou para um lugar isolado. Doze horas depois, estava morto. H. R. Wallace. 25.2.2008

 

A morte de Cristo na cruz deve ser entendida com um sacrifício redentor. O próprio Cristo afirmou: "Bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir, e dar a sua vida em resgate de muitos" (Mateus 20:28). O Apóstolo Pedro diz que fomos resgatados com o precioso Sangue de Cristo" (I Pedra 1:18-19), Seres celestiais louvam Cristo constantemente, dizendo: "Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu Sangue compraste para Deus homens de toda tribo, língua e nação" (Apocalipse 5:9). A palavra redenção na Bíblia significa tornar a comprar por um certo preço. Dando a entender que o objeto comprado já era antes do comprador. Fomos criados por Deus para a Sua glória. Mas o homem se rebelou contra o seu criador, tornando-se escravo do diabo. (Romanos 5:12 e I João 3:8-12). Com o Seu Sangue Cristo pagou o preço pela nossa libertação. Não somente nos comprou, como também nos libertou, isto é, tirou-nos das mãos do inimigo. É o que diz o texto em I Pedro 1:18-19. Uma ilustração bíblica clara e interessante da redenção encontramos em Levíticos 25:37.49, na Lei sobre a redenção de um parente: se um homem houvesse vendido sua propriedade e a si próprio, por causa de dívidas, tornando-se escravo, podia recuperar sua liberdade e sua terra, desde que alguém com as seguintes características se dispusesse a pagar: primeira, deveria ser parente do homem; deveria estar disposto a pagar o preço; terceira, deveria ter com que pagar. O Senhor Jesus satisfez essas três qualidades: tornou-se nosso parente fazendo-se homem (João 1:14). Por amor estava disposto a pagar o preço (Romanos 5:8); e sendo Deus-Ho­mem, sem pecado, pode pagar (Mateus 20:28). 19.3.2008

 

Certo domingo na classe bíblica, Ana Beatriz (5 anos), ouviu uma aula sobre a morte de Cristo na cruz. Ela ficou impressionada com o peso da cruz. Em casa, perguntamos como havia sido a aula, a história bíblica que a professora havia contado e o que ela havia aprendido naquele dia. Ana Beatriz contou que Jesus morreu na cruz e que a cruz era muito pesada, porque os nossos pecados estavam dentro dela! Então, expliquei: “Filha, nossos pecados não estavam dentro da cruz, estavam dentro de Jesus mesmo, por isso que a cruz era tão pesada!” 25.3.2008

 

"Uma religião que não oferece nada, que não custa nada, que não padece nada, não vale nada." (Martinho Lutero) 3.5.2008

 

O calvário mostra como os homens podem ir longe no pecado, e como Deus pode ir longe para salvá-los. HC Trumbull. 14.5.2008

 

Alguém disse acerca de alguns alpinistas do Monte Everest: "Quando foram vistos pela última vez, estavam marchando decididamente para cima". Na tumba de outro alpinista que morreu na montanha foi colocado o seguinte epitáfio: "Morreu sabendo!"

 

Em certa igreja na França, um missionário falou a respeito da sua obra e apelou à congregação para um auxílio financeiro. Não houve manifestação de interesse, exceto da parte de uma menina aleijada, que usava muletas. Como não tinha dinheiro, colocou nas salvas o seu único tesouro, suas muletas. Quando o ecônomo apresentou aquela oferta, todos no recinto ficaram comovidos e envergonhados. Alguém sugeriu que fosse tomada nova coleta. Agora, muitos deram com abundância, porque viram o sacrifício que a menina pobre estava disposta a fazer. Em seguida, uma senhora rica resgatou as muletas com uma boa oferta, e as restituiu à menina aleijada. Nós exercemos influência sobre o nosso próximo, que pode ser para o bem ou para o mal. Deus nos deu talentos e poderes espirituais. Ele espera que como seus discípulos, sejamos exemplos vivos. Deste modo, outros são inspirados a segui-lo, vendo nosso amor, nossa alegria, nossa fé, nossa paz e paciência. Ruth Luchsinger13.7.2009

 

Em junho de 1770, Porto do Príncipe, capital do Haiti, foi destruído por um terremoto. Em certa casa, a fiel serva correu para salvar a criança do seu patrão. Enquanto as paredes ruíam, ela agarrou nos braços a criança, e o telhado se abateu sobre ela. Os destroços atingiram de cheio a serva fiel, mas o bebê escapou ileso. O corpo curvado da nobre mulher protegeu o infante, mas com o sacrifício de sua própria vida. Sua morte foi a salvação do pequenino ser que se achava aos seus cuidados. Ela morreu a fim de que a criança vivesse. Igualmente, na morte sacrificial de Cristo nossas vidas são salvas.25.8.2009