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Prazer

 

Alguém disse que "somos a geração da falsa satisfação. A geração cuja satisfação tem que ser imediata". (Mateus Ferraz, em Revista Impacto, pg 23, Ano 4 - março-abril/2002).

 

Encontrei na Internet uma oração escrita, expressando assim: "Pedi a Deus tudo para gozar a vida, e ele deu-me a vida para gozar tudo. Senhor não recebi nada do que pedi, Mas deste-me tudo do que eu precisava, E, quase contra a minha vontade, As preces que não foram ouvidas... Entre todos os homens Ninguém tem mais do que eu !" (Oração de um atleta americano que aos 24 anos, que ficou paralítico e encontrou Deus no sofrimento). Fonte: http://www.1001inutilidades.com.br

 

Eu não sou exigente, eu me contento com o que há de melhor. (Winston Churchill) 

 

"Bom não é aquilo que me agrada. Bom é o que agrada a Deus". (Milton Azevedo Andrade, em Vida Em Abundância, pg 255).

 

A avó de um cidadão desocupado morre, deixando-lhe uma enorme fortuna. Ele manda imprimir centenas de cartõezinhos e envia aos amigos e parentes, comunicando o falecimento, nos seguintes termos: "Dia 25 do corrente, às 5 horas da manhã, Filomena e eu passamos desta vida para uma melhor. Adagoberto".

 

William Barclay, o plecaro teólogo inglês, comenta: "A palavra traduzida "concuspicência" (epithumia) é a chave da passagem de Rm 1.22-32. Aristóteles define EPITHUMIA como um esforço para alcançar o prazer. Os estoicos a definiram como os esforços para alcançar o prazer que desafia toda razão. Clemente de Alexandria chamou-a uma tendência a esforços irracionais para alcançar aquilo com o qual alguém se gratifica a si mesmo. EPITHUMIA é o desejo apaixonado dos prazeres proibidos. É o desejo que leva os homens a praticarem coisas infames e vergonhosas. É a classe de insania que leva os homens a cometerem aquelas coisas que nunca tinham feito se este desejo não lhes houvesse tirado o sentido. É o sinal do homem que tem posto seu coração nas coisas e nos prazeres que pode dar este mundo, mas têm se esquecido completamente do Criador do mundo. - Ebenézer Soares Ferreira, em O Jornal Batista.

 

Esta é uma receita para o prazer, para a felicidade: "Quem age assim é alguém que: a) está no lugar certo (árvore junto às correntes de águas); b) é útil (dá seu fruto na estação própria); c) é bonito (as folhas não caem); d) é próspero (tudo quanto fizer prosperará). Salmo 1. - Paulo Ribeiro.

 

Agostinho o disse: "Senhor, tu nos criaste para ti mesmo, e os nossos corações não encontram sossego enquanto não repousarem em ti". - Nick Butterworth, Revista Impacto .

 

...é picolé de chuchu! Não tem gosto, não!

 

No Iivro “Livre-se dos "corvos" - cuidado com os sugadores de energia”, Luiz Marins tem um capítulo sobre manter a serenidade. Ele ficou preso em um táxi, num engarrafamento em São Paulo. Um cami­nhão quebrara numa das marginais e o trânsito ficou mais caóti­co que o habitual. Ele estava atra­sado para um compromisso, o táxi não tinha ar-condicionado. O mo­torista comia biscoitos de polvilho, mastigando ruidosamente, deixando farelos pelo carro. E li­gou o rádio em alto volume, com­petindo com o som externo, numa emissora que tocava rap e pago­de (ninguém merece!). Saíram da Marginal, e num se­máforo pararam diante de um bar. Um daqueles pés sujos de subúr­bio. Diz ele: “Um pequeno bar de esquina, desses que vendem des­ de pastéis de vento até ovos colori­dos. O bar era um exemplo de su­jeira e poluição visual. Tinha de tudo nas paredes - de quadro da Sagrada Família a distintivo do Corinthians. Encostado no balcão, um senhor gordo, com camisa aberta até o umbigo”. Já não era pé sujo. Era pé cascorento! Mas o que chamou a atenção de Luiz foi "uma placa pequena, mal escrita, suja, com os seguintes dizeres: 'Viva tranqüilo, alegre e despreocupado"'. Filho de dono de bares, vivi em três deles. Sei que esta é a proposta dos bares. Principalmente os "pés sujos", aqueles em que o garçom limpa a mesa com um pano e consegue deixá-Ia mais suja. Não apologizo bares, mas conheço-os por dentro, pela minha criação. As pessoas vão lá porque querem se livrar das pressões do cotidiano. A bebida, as piadas muitas vezes sujas, o blablablá inconseqüente e uma postura de todos sendo amigos de todos torna o bar atraente. Esta é a proposta. Deus tem uma proposta melhor. Não é que esqueçamos· as preocupações afogando-as em álcool, em momentos inconseqüentes. É que descansemos e suas promessas, crendo em seu amor, aceitando sua mão estendida na pessoa de Jesus. – Isaltino Gomes Coelho Filho. 8.1.2008

 

Uma pesquisa feita por uma empresa, líder em tecnologia para o mercado financeiro, descobriu que, entre os empregados que estavam planejando sair das suas empresas, a maioria achou que estavam sendo mal pagos. Entretanto, menos de 20% estavam recebendo menos do que o normal para suas funções. Bill Coleman, da página de Internet www.salary.com, crê que muitos trabalhadores insatisfeitos têm mais títulos em excesso do que salários injustos. Algumas companhias dos EUA dão aos seus empregados títulos pomposos, embora as responsabilidades no trabalho não aumentem. Com o passar do tempo, os empregados acham que merecem mais dinheiro do que o mérito real de suas tarefas. Coleman diz: "Quando se trata de salário, o que conta é o que você faz, e não como você é chamado". É interessante ver como Jesus lidou com as questões de títulos e responsabilidades. Durante a última ceia, ele fez o trabalho de um servo humilde, lavando os pés dos seus discípulos e apresentado o cenário de uma afirmação impressionante com relação à humildade: "Vocês me chamam 'Mestre' e 'Senhor', e com razão, pois eu o sou. Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros" (João 13:13-14). Cristo, o Senhor, estabeleceu o exemplo para todos que iriam segui-lo, confirmando, o que conta não é o título pelo qual somos chamados, mas o que fazemos. 1.9.2008

 

O filme épico baseado no romance de Margaret Mitchell, E o Vento Levou, começa com essas linhas: "Havia uma terra de fidalgos e plantações de algodão, chamava-se Velho Sul. Lá, nesse belo mundo o cavalheirismo teve seu último grande momento… Você só vai encontrá-lo nos livros, pois ele não é mais que um sonho relembrado, uma civilização que o Vento Levou". Não é somente uma forma de vida que desaparece, mas também os sonhos que guiam os personagens principais. Durante a Guerra Civil, Scarlett O'Hara está preocupada com o seu amado Ashley Wilkes, no final da história, está desiludida. Salomão viu a futilidade em buscar satisfação em pessoas e coisas. Apesar da riqueza acumulada e do conhecimento, de ter completado grandes obras e casado com muitas mulheres, ele disse: "… tudo é inútil, é correr atrás do vento!" (Eclesiastes 1:14). Por que a busca por coisas transitórias não nos realiza? A resposta bíblica é de que fomos criados para encontrar nossa verdadeira satisfação e realização em Deus. Jesus prometeu: "… eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente" (João 10:10). Pessoas e coisas vêm e vão. Mas a satisfação espiritual que Cristo nos oferece vai durar neste mundo e perdurar até a eternidade. 9.12.2008

 

Prefiro fracassar em algo que gosto de fazer a ser bem- sucedido em algo que detesto. George Burns16.6.2009

 

Não nada que possa fazer uma pessoa se sentir tão bem quanto saber que está fazendo uma positiva diferença. Allen Parker10.10.2009