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Língua

 

A língua pesa praticamente nada, mas poucas pessoas conseguem segurá-la.

 

A Palavra de Deus possui um forte remédio para aqueles que movimentam suas línguas sem cuidado. - Max Lucado, www.irmaos.com 

 

Um nobre senhor mandou um dia o seu criado ao açougue, dizendo-lhe: - "Traze-me o melhor bocado que lá encontrares". Para atender fielmente ao pedido de seu amo, o servo trouxe-lhe uma língua. O nobre senhor mandou que as criadas preparassem aquela língua, e assim se deliciou com o estranho e apetitoso bocado. Dias depois, o senhor chamou novamente o servo e recomendou-lhe: - "Traze-me agora, do mesmo açougue, o bocado mais desprezível que encontrares". O criado foi depressa, pensou, e trouxe mais uma língua. Tomado de admiração, o seu senhor indagou-lhe: - "Que significa isso: pedi o melhor bocado e me trouxestes uma língua; depois pedi o pior bocado e me trouxestes também uma língua?" Então o servo, que era sumamente sábio, explicou-lhe: - "Não me enganei, senhor. É isso mesmo: a língua é, ao mesmo tempo, tudo o que há de melhor e tudo o que há de pior no mundo. Pode causar os melhores bens na boca de uma pessoa boa e pode causar os maiores males na boca de uma pessoa má".(Fonte: Osvaldo Carnival; osvaldocarnival@sio.com).

 

Hershel Ford, um judeu convertido, disse certa vez: «O escorpião tem veneno na cauda, a serpente tem veneno no dente, o mentiroso tem veneno no coração e manda para a língua». (Pedro Moura – Revista Compromisso – 3º Trimestre de 2000).

 

Numa família estava a mulher e o marido conversando. O assunto era o que alguém, também da família, havia feito. E os dois, marido e mulher, comentavam coisas ruins daquele parente. Num certo momento, disse o marido: "Mulher,é bom a gente fechar a porta. Já imaginou se entra alguém e nos encontra falando mal de Fulano?" "É mesmo! É bom fechar a porta", disse a esposa. E prosseguiram a conversa de antes, falando mais mal de fulano ainda. Ora, ora... pena que fecharam a porta e não a boca!!!

 

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café a mulher reparou através da janela, em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: "Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo e do bom! Se eu tivesse intimidade com ela, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!" O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente durante o café da manhã, a mulher fez o mesmo comentário. E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido: "Veja, ela aprendeu a lavar roupas! Será que outra vizinha ensinou? Porque eu não fiz nada." O marido calmamente respondeu: "Não, querida. Hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela".

 

Se alguém lhe contar uma fofoca é porque encontrou ouvidos fofoqueiros.

 

Ouvi dizer que a única coisa mais rápida que a velocidade da luz é o boato nas igrejas. Misericórdia! (Darrel W. Robinson em, Vida Total da Igreja, pg 82)

 

Li em algum lugar do Orkut: "Pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas comuns falam sobre coisas e pessoas medíocres falam sobre pessoas". Que tipo somos?

 

Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta: - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele ... Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, interrompeu: -Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das TRÊS PENEIRAS? - Peneiras? Que Peneiras, Chefe? - A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro? - Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei, foi o que me contaram. Mas eu acho que... E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe: - Então sua história já vazou a primeira PENEIRA. Vamos então para a segunda PENEIRA que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? - Claro que não! Deus-me-livre, Chefe! Diz Olavo, assustado. - Então, (continua o chefe) - Sua história vazou a segunda PENEIRA. Vamos ver a terceira PENEIRA, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante? - Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar fala Olavo, surpreendido. -Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas PENEIRAS? (diz o chefe sorrindo e continua) - Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS: VERDADE - BONDADE – NECESSIDADE Antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque: PESSOAS INTELIGENTES, FALAM SOBRE IDÉIAS PESSOAS COMUNS, FALAM SOBRE COISAS PESSOAS MESQUINHAS, FALAM SOBRE PESSOAS E você já usou as TRÊS PENEIRAS hoje??? 

 

Diz-nos uma antiga fábula que certa vez a cutia, sentindo-se desrespeitada pelos outros animais, decidiu mudar-se sem deixar o endereço. Escolheu morar junto a um ingazeiro e, quando preparava a nova casa, eis que aparece a raposa e põe-se a tagarelar: - Como vai, cutia? Por que está toda empoeirada? - Nada de especial, mas não quero que ninguém saiba. Direi à senhora porque confio na sua discrição - e a cutia segredou-lhe ao ouvido: - Fiz uma nova casa aqui, junto à raiz do ingazeiro. - Nova casa? Mostre-me o local exato e prometo guardar bem o segredo... A raposa saiu toda faceira, por ser achada digna de guardar sigilo. E ia tão distraída que nem percebeu que o coelho cruzava seu caminho. - Onde vai, raposa? Parece-me tão distraída... - comentou o coelho, curioso. - Estava analisando o local da nova moradia da cutia. Desculpe-me... - E ela está de casa nova? Eu nem sabia disso - concluiu o coelho. - Mas não diga nada a ninguém, pois é segredo de Estado - pediu a raposa. Encontrando o caxinguelê, o coelho comunicou o fato e pediu segredo. Continuou seu caminho e passou pelo macaco; parando um pouco, contou-lhe ao ouvido sobre a nova casa da cutia, pedindo-lhe que não contasse aos outros animais. Por sua vez o macaco, encontrando-se mais tarde com a capivara, passou a notícia para frente, dizendo que era do mais alto sigilo. Ora, a capivara não precisou andar muito para se encontrar com a tartaruga e também lhe transmitiu a notícia sob promessa de guardar o segredo. Porém, mal encontrou-se com o lobo já foi contando o que ouvira... O certo é que à tardinha todos os pássaros, animais e répteis da floresta já sabiam que a cutia se mudara e que a nova residência ficava junto à raiz do velho ingazeiro, que se erguia ao lado da velha ponte. O resultado foi que, no decorrer do dia, todos já haviam passado por lá e feito uma visita de cortesia à companheira. A cutia sentiu-se ofendida com a atitude da raposa, a quem havia demonstrado total confiança ao lhe passar o seu segredo. E foi dessa circunstância que lhe surgiu uma idéia: Arrancou a placa que indicava sua antiga residência e a colocou à porta da nova casa. A placa dizia: 'Aqui mora a Cutia.' Porém, quando reinou absoluto silêncio na floresta, ela voltou a instalar-se na antiga moradia e ali ficou em paz por muito tempo...

 

Conta certa fábula que, havendo falta de harmonia na floresta, o coelho, o pica-pau e uma galinha decidiram deixar aquele ambiente de desconfiança, a fim de procurarem um lugar mais calmo onde pudessem viver tranqüilamente. Andaram algumas milhas, até que encontraram um pequeno rancho abandonado e ali se instalaram da seguinte maneira: o coelho embaixo do fogão de lenha, o pica-pau junto ao madeiramento da cobertura e a galinha sobre um monte de feno amontoado, a um canto do ranchinho. Na manhã seguinte, reuniram-se para decidir se cada um cuidaria de si próprio ou se juntariam as forças para tentar uma vida comunitária. Depois de várias ponderações, decidiram que viveriam em comunidade, enquanto as coisas estivessem indo bem para todos. As tarefas ficaram distribuídas assim, entre eles: o pica-pau providenciaria a lenha para o fogão, o coelho traria a água e a galinha seria responsável pela alimentação. Todos aceitaram as suas tarefas, julgando a distribuição justa. Viveram em harmonia por longo tempo, até que a raposa bisbilhoteira resolveu fazer a cabeça do pica-pau, convencendo-o sobre as injustiças havidas: - Essa vida comunitária de vocês não lhe traz a menor vantagem, amigo. Veja só que incoerência: só você tem de dar duro porque a galinha nem sai de casa para desempenhar seu trabalho; o coelho encontra a água já pronta e o resultado é que só você tem de sair à procura da lenha. Por que não fazem um rodízio das obrigações? Isso, sim, seria razoável! Já em casa, o pica-pau, com ares de insatisfação, expôs o plano. Os dois companheiros não viam razão para mudanças, já que há tanto tempo as coisas estavam dando certo entre eles, mas, desde que o pica-pau insistia na idéia do rodízio, eles acharam por bem fazer a experiência. As mudanças estabeleceram que a partir do dia seguinte o pica-pau providenciaria a água, o coelho a refeição e a galinha buscaria a lenha. Que catástrofe! A galinha foi comida pela raposa traiçoeira; o pica-pau quase morreu de exaustão, indo e voltando inúmeras vezes ao lago porque sempre derramava quase toda a água no seu vôo, e o coelho machucou a pata no preparo da alimentação dos três. Abatidos com o fim da galinha, os outros dois tiveram estremecida a sua amizade e se separaram. Tudo porque a raposa decidiu ser juiz e apenas semeou a discórdia e desfez a harmonia.

 

Não é implicância, mas tem mulher que abre a boca até quando estão passando algum creme no rosto!

 

Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras!

 

Se não segurares a língua, poderás ter de engolir as tuas palavras.

 

Neste século da eletrônica, temo-nos todos tornado conscientes de que existem equipamentos de escuta. O gabinete duma pessoa, a sala de um hotel, ou o telefone, podem ser monitorizados de modo a que todo o som seja captado. Isso consegue-se através de microfones de grande sensibilidade que são tão pequenos que podem ser facilmente escondidos. Chefes de estado, ministros, e homens de negócios em posições estratégicas têm que ter muito cuidado com o que dizem, especialmente quando entram num ambiente estranho. A consciência de que podem ser ouvidos é de tal ordem que pensam duas vezes antes de falarem. Já paraste para pensar que Deus vê tudo o que fazemos e ouve tudo o que dizemos em todos os momentos do dia? Hebreus 4.13 diz que «todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar». - Fonte: www.gospelcom.net

 

A língua, por estar localizada num lugar molhado, está apta a escorregar!

 

"Quando sozinhos, vigiemos nossos pensamentos; em família, nosso gênio; em sociedade, a nossa língua." Baronesa Anne Louise Germaine de Stael-Holstein (Madame d'Staël), Escritora, FRA, 1766-1817 

 

"Tenho a língua presa. Se tivesse a língua solta, eu é que estaria preso." Edson Coelho

 

É como diz uma frase que li num para-choque de caminhão: "Língua afiada separa bons amigos".

 

- Quem é aquela menina magricela e feia, que está ali no canto? - É minha filha. - Como cresceu e ficou linda essa menina!

 

"Aquele que fala sem refletir assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar". (Montesquie)

 

"Somos senhores das palavras que não pronunciamos e escravos das que nos escaparam". (Proverbio Árabe)

 

"Nada é aberto tantas vezes por engano como a boca". (James G. Bennett)

 

"O maior pecado, depois do pecado, é a publicação do pecado". - Machado de Assis "As más ações, mesmo escondidas sob a terra, um dia terão de aparecer". - William Shakespeare

 

Para silenciar a fofoca, não a repita.

 

Abra os seus ouvidos a Deus antes de abrir a sua boca para os outros.

 

Voava uma águia nas alturas quando foi atingida por uma flecha e caiu ao chão, mortalmente ferida. Em seus últimos momentos, a águia reparou que a flecha que a havia ferido trazia penas em uma das extremidades. "Triste o nosso fim", lamentou a águia, "que damos ao inimigo as armas para nossa própria destruição". - Fonte: http://www.ejesus.com.br

 

Uma mulher, lendo Mateus 17.20, resolveu fazer a experiência. Orou a Deus que removesse uma montanha que ficava em frente da sua casa. Orou... orou... tornou a orar, sempre de olhos fechados. Depois parou e foi abrindo os olhos devagar... desconfiada. A montanha lá estava no mesmo lugar. Ela, então, com toda a naturalidade, disse: - "Eu já sabia que Deus não ia mesmo remover essa montanha..." "Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida, é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte" (Tg 1.6).

 

Extraí da Revista Ultimato um artigo do diretor da Revista, Elben M. Lenz César, intitulado «Antes de amarrar Satanás». Elben menciona: «Antes de amarrar Satanás, amarre a sua língua... amarre os seus olhos... amarre o seu gênio... amarre o pecado... amarre a sua mente... amarre a sua incredulidade... amarre a sua preguiça... amarre a sua timidez... amarre o seu eu... amarre a sua vaidade...», e conclui: «Depois de tudo amarrado, sinta-se à vontade para amarrar Satanás». (Elben M. Lenz César – Revista Compromisso – 1º Trimestre de 1997).

 

Voltaire, o maior ateu do século dezenove, afirmou que o Cristianismo era uma religião falida e que ele destruiria a Bíblia. Vinte e cinco anos após sua morte, a casa onde Voltaire morreu foi comprada por uma Sociedade Bíblica e é hoje a maior editora de Bíblias do mundo. A Palavra de Deus é eterna e sempre viva!

 

O patrão havia brigado com um dos seus funcionários, deixando-o irritado. Esse funcionário, chegando em casa se “vingou”, sendo áspero com a esposa. A esposa ficou nervosa e gritou com o filho. O filho se zangou e deu um chute no cachorro. O cachorro correu pr’o quintal e mordeu o patrão, que já vinha vindo pedir perdão ao seu funcionário... Cuidado boquinha!!

 

O filho de um pastor, amargurado, procurou o pai e contou-lhe o que havia ouvido de outras crianças na igreja. O pai respondeu-lhe: “Deve ser engano, meu filho”. O menino não gostou da resposta e voltou dias depois, queixando-se: “Pai, desta vez eu mesmo ouvi. O senhor não vai fazer nada?” O pastor respondeu brandamente: “Alguém precisa amar, meu filho”.

 

Todos nós nos retrairíamos com a idéia de uma boca cheia de cascalho. Mas uma pedra na boca pode, de fato, ser algo positivo - pelo menos isso parece ser verdade com as garças que habitam as montanhas de Taurus, a sul da Turquia. Estas garças tendem a cacarejar muito, especialmente enquanto voam. Todo esse barulho atrai a atenção das águias que se abatem sobre elas e as apanham como refeição. As garças experientes evitam este problema apanhando pedras suficientemente grandes para encher as suas bocas. Isto evita que elas cacarejem - e se tornem refeição das águias. As pessoas têm também um problema com as suas bocas. O escritor de Provérbios disse: "O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os seus lábios tem perturbação" (13:3). "Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites" (18:6). Quantos dos nossos problemas poderiam ser evitados se aprendêssemos a controlar as nossas línguas! Quantas dores de cabeça que causamos aos outros poderiam ser evitadas se vigiássemos as nossas conversas!

 

Conta-se que um rei muito poderoso iria receber um grande amigo em seu palácio. Então ele foi ao chefe da cozinha e ordenou que preparasse a melhor comida. No dia da visita o cozinheiro serviu "língua ao molho madeira", para muitos um prato muito saboroso e apreciadíssimo. Passado algum tempo o rei recebeu a visita de um terrível inimigo. Então ordenou ao cozinheiro que fizesse a pior comida. Qual foi a surpresa de Sua Majestade ao observar que o cozinheiro preparara o mesmo prato! "Língua ao molho madeira". Indignado o rei chamou o cozinheiro e perguntou-lhe: Como pode, cozinheiro, servir a mesma comida ao melhor amigo e ao pior inimigo? Eu pedi a melhor refeição para o amigo e a pior para o inimigo e você trouxe a mesma comida: "Língua"?! O humilde vassalo respondeu: É que a língua meu rei, num momento pode trazer paz, alegria, felicidade para aqueles a quem queremos bem e, em seguida, a mesma língua pode trazer guerra, tristeza e infelicidade a quem não queremos bem. Realmente, a Bíblia nos ensina e recomenda que é muito bom conviver com as pessoas que têm boas palavras em suas bocas. A Bíblia diz no livro de Provérbios 16.24: "Favos de mel são as palavras suaves, doces para a alma, saúde para os ossos".

 

Falemos sempre de qualquer pessoa como se ela estivesse presente. (Chiara Lubich)

 

Ouça mais do que fale. Afinal de contas, para isso que Deus lhe deu duas orelhas e apenas uma boca.

 

Na cabeça humana há sete orifícios naturais. Todos vêm em pares - dois ouvidos, dois olhos, duas narinas - com exceção da última, que é a boca. Suponho que ninguém desejaria duas bocas. A maioria de nós já tem problemas suficientes com uma!

 

Sabemos por relatos que os índios são especialistas na fabricação de um veneno que colocam na ponta de suas flechas e que podem causar muitas baixas nas tribos inimigas. Essas são as verdadeiras flechas mortais. O profeta Jeremias utilizou essa expressão para descrever um dos órgãos mais importantes, mas ao mesmo mais complicados, do ser humano: a língua. A língua é uma flecha mortal que, quando carregada de veneno e não refreada, pode causar grandes males na sociedade.

 

"Vai ter uma grande festa no céu", diz o urubu. "Ooooooooobaaaaaa!", grita logo o sapo, abrindo o bocão. "É, mas quem tem boca grande não vai entrar". E o sapo, fazendo um biquinho bem fininho: "Coitôdo do jocorê".

 

Narra-nos Humberto de Campos, um apólogo árabe, no qual se encontraram, certo dia, numa encruzilhada, o Fogo, a Água e a Reputação. Fizeram logo camaradagem e resolveram viajar juntos. Começada a viagem, contou cada um os seus feitos e as suas peripécias. O Fogo falou do seu serviço aos deuses e aos homens, das devastações que provocara. A Água falou das lágrimas que chorava pelos olhos cegos das fontes. Finalmente, a Reputação aludiu à dependência em que estava da vontade e do capricho dos outros. Deliberaram os três não mais se separarem e combinaram que teriam um meio de serem identificados, se acaso algum deles se extraviasse. Disse o Fogo: "Onde virdes a Fumaça, que é minha filha, aí estou. Não há Fumaça sem Fogo". "Se me afastar de vós", informou a Água, "examinai o solo. Onde notardes a umidade, que é minha filha, cavai nesse lugar, que em encontrareis. Onde há umidade, há Água." Dito isto, olharam ambos para a Reputação e indagaram: "E tu, que sinal nos dás, para te procurarmos?" A interpelada, corou, confusa. "A mim", gemeu, "quando me perderdes, não me procureis mais". E triste, os olhos no chão: "Porque aquele que me perder uma vez, nunca mais me encontrará". Peçamos ao Senhor que Ele nos dê um cuidado constante e extremado sempre que abrirmos a boca para falar de alguém.

 

No estúdio da rádio onde fazemos o programa "Alimento Espiritual", tem no vidro um adesivo com esta mensagem: "Fale somente o necessário." Uma mensagem válido para dentro e fora do estúdio.

 

O diabo adora espalhafato. Mas podemos aprender muito com a maneira recatada de os escritores bíblicos comunicarem seus arrufos. João, por exemplo, diz de Diótrefes: "...gosta de ter entre eles (a igreja) a primazia, não nos recebe" (3Jo 9.10). E mais nada! Paulo diz de Demas: "...me abandonou, tendo amado o mundo presente e foi para Tessalônica" (2Tm 4.10). E mais nada! De Alexandre, o latoeiro, Paulo também escreveu: "...me fez muito mal... resistiu muito às nossas palavras" (2Tm 4.14-15). Nenhum deles fica a proferir palavras feias do próximo.

 

Toda vez que aquele diácono visitava o seu pastor havia de falar mal de alguém, especialmente de obreiros. O pastor ouvia revoltado, mas calava-se na esperança de que o maledicente entendesse que ele, o pastor não aprovava aquele procedimento. Um dia, porém, ele decidiu que não toleraria mais. Ao chegar o maldizente foi logo criticando um obreiro que havia pregado no domingo anterior, substituindo o seu pastor. O servo de deus ouvia pacientemente, mas sentiu coragem e perguntou ao malvado: "Por que o irmão não se candidata ao ministério?" "Não, Deus não me chamou". "E sabe por quê?" "Isso só Deus sabe". "Tem razão, mas para nós é uma felicidade. Se o irmão fosse pastor, seria o pior de todos". O tal pediu a carta de transferência de igreja.

 

Certa manhã, meu pai, muito sábio,convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa? Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi: Estou ouvindo um barulho de carroça. - Isso mesmo, e de uma carroça vazia... Perguntei, então: - Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos? - Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz. Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, tratando o próximo com grosseria, prepotência, interrompendo a conversa dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz"... - estanabiblia@yahoogrupos.com.br

 

Alguém já afirmou que "a criança é um ótimo gravador, mas um péssimo intérprete".

 

Conta-se que um certo homem gostava muito de falar de tudo que via e ouvia, sem pensar nas conseqüências do que dizia. Certo dia viajando por um deserto, encontrou uma caveira humana estorricada pelo sol ardente sobre a areia escaldante. Vendo-a mais de perto, ficou muitíssimo impressionado e perguntou: "Quem matou esse homem?" A caveira saltou três vezes e disse: "Quem matou esse homem foi a língua". O viajante ficou muito contente porque tinha a maior novidade do mundo para sair contando... e continuando a viagem levou consigo aquela caveira falante. Depois de andar bastante, chegou a um reino, e foi recebido no Palácio Real. Ali não perdeu tempo contando logo ao rei que a caveira falava. O rei convidou seus súditos para ouvirem a caveira falar. Fez o seguinte acordo com o viajante: se a caveira de fato falasse, o homem receberia um grande prêmio, mas se não falasse, o homem seria imediatamente enforcado. Estando tudo pronto, o homem perguntou por três vezes: "Quem matou esse homem?" A caveira permaneceu calada! Cumprindo o acordo o rei mandou imediatamente enforcar o viajante. Logo que o homem acabou de morrer, a caveira deu três saltos e voltou a falar: "Quem matou esse homem foi a língua".

 

Ninguém ignora o prolóquio de que "o peixe morre pela boca".

 

O sabor doce é melhor percebido na ponta da língua; o salgado, nas regiões laterais e medianas; o ácido, nos bordos; o amargo, na base da língua.

 

Li um manifesto religioso de um movimento de renovação carismática, publicado na década de 60, que orientava os fiéis a irem imediatamente para suas casas após as celebrações da igreja, a fim de evitarem fofoca. Essa solução é semelhante àquela que indica tiro de revólver como remédio para matar piolho na cabeça. Acabar com fofoca, destruindo uma das melhores coisas da vida, que é estar com amigos, seria um grande equívoco.

 

Existe um provérbio árabe que diz: "A língua mata mais gente que a espada". Matar com a língua não é sentido figurado, é fato. Muitas pessoas já morreram por causa da língua. Diz um anexim popular: "Caveira quem te matou? Foi a língua, meu senhor".

 

Montesquieu disse que "Aquele que fala sem refletir, assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar" e Thomas Kempis disse: "Quando for permitido falar, fala de coisas edificantes".

 

Um comentário que se costuma fazer em encontros de pastores: "Pastor não tem amigo, tem colegas". Até que ponto é seguro compartilhar uma dificuldade com um colega?

 

John Stott, teólogo inglês, fala de uma doença da igreja contemporânea: holofotite. Ela ataca pessoas que, doentes assim, adoram colocar-se sob holofotes. Não sou teólogo, mas notei doença semelhante, a microfonite, que leva as pessoas a fazerem de tudo para terem um microfone na mão. Variação  dela é a falitite, que leva as pessoas a falarem sobre todos os assuntos, em todos os momentos.

 

Um homem espalhou muitas calúnias, manchando a vida de um inimigo. Arrependeu-se profundamente do mal cometido. Procurou o inimigo e pediu perdão. O insultado lhe responde: "Posso perdoá-lo, mas antes, espalhe este maço de penas na floresta." O homem atendeu ao pedido e voltou para receber o perdão. Mas recebeu outra ordem: "Recolha todas as penas que você espalhou". "Mas é impossível", foi a resposta. Lição: Assim como é impossível recolher as penas, é impossível você sanar todo mal produzido por suas difamações. A calúnia produz um mal irreversível. Só o amor edifica, anda a segunda milha, leva no peito a chama do perdão.

 

Que horrível é ouvir de alguém: “Fulano tem uma língua que não cabe na boca!”

 

Eu sou mais mortal que uma bala de canhão. Eu derrubo casas, quebro corações, afundo vidas. Eu viajo nas asas  do  vento. Nenhuma inocência é  forte  suficiente  para  me  intimidar, nenhuma pureza é completa para me amedrontar. Eu  não  tenho nenhuma consideração  pela  verdade,  nenhum  respeito pela justiça, nenhuma  clemência  para  com  o  indefeso.  Minhas vítimas são tão numerosas quanto as areias do mar e,  muitas vezes, inocentes. Eu nunca esqueço e raramente  perdôo.  Meu nome é Fofoca. (Morgan Blake)

 

Charles Swindoll afirmou acertadamente: “Estou pessoalmente convencido de que o inimigo número um da unidade cristã é a língua”.

 

Evitemos a palavra precipitada como afirmou Patrick Delaney: “Pense em tudo o que for falar, mas não fale tudo o que pensar”. 16/12/06
 
Spurgeon afirmou que “a língua de alguns homens morde mais do que seus dentes”. Por isso a Bíblia recomenda: “Refreie a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente” (Sl 34.13).
 
Uma cobrinha, muita nervosa, chega para a cobra-mãe e pergunta: — Mamãe, nós somos venenosas? — Somos sim, filha. Por quê? — É porque eu acabei de morder a minha língua. 19/12/06
 
Ginástica para a língua: Fale palavras edificantes e criativas (Mt 5:37). 11/1/07

 

Me arrependi muitas vezes de ter falado; de ter calado, nunca. – Xenócrates. 12/1/07

 
Mulheres falam 20 mil palavras enquanto os homens falam apenas 7 mil - Uma psiquiatra norte-americana, afirmou, em livro, que as mulheres falam muito mais que os homens. O nome da psiquiatra e autora é Louann Brizendine e ela ensina psiquiatria clínica na Universidade da Califórnia, em São Francisco. Brizendine é precisa: 20 mil palavras por dia. Os homens? Apenas 7 mil. Baixinho e sem interromper a interlocutora, concluo eu. Brizendine vai mais longe: as mulheres falam duas vezes mais rápido e mais rápidas que os homens. - BBC Brasil. 13/1/07
 
No ano de 1752, um grupo de cristãos Metodistas fizeram um pacto que consistia No seguinte:
1=Que: não ouviremos nem procuraremos saber de más Informações a respeito uns dos outros.
2=Que: no caso de ouvirmos algum mal uns dos outros não seremos afoitos em acreditar.
3=Que: tão logo for possível comunicaremos oralmente ou por escrito a parte acusada daquilo que ouvimos.
4=Que: enquanto não tivermos feito isso não comunicaremos a qualquer outra pessoa uma só Sílaba do que ouvimos.
5=Que: não faremos exceção a nenhuma destas regras a não ser que nos julguemos absolutamente obrigados em reunião do grupo a fazê-lo. 13/1/07
 
A fofoca de corredor agora acontece nas listas de e-mails, MSN, etc. 9/2/07
 
Quem tem boca vai a Roma. Meu fogão tem 4 e não saiu da cozinha. 10/4/07
 
9,4cm - — é comprimento da maior língua registrada da Terra. Pertence ao motorista britânico Stephe Taylor. – Guinnes. 24-12-2007
 
O livro de Provérbios registra cerca de 48 versículos sobre o fofogueiro. 24-12-2007
 
Pedro Bloch registrou uma frase dita por um menino chamado Frederico, quando tinha este apenas três anos: “A boca é a garagem da língua.”  Parece que alguns se esquecem de fechar a porta dessa garagem tão importante! 24-12-2007
 
Há um verso na Bíblia que considero curioso: “Até um tolo pode passar por sábio e inteligente se ficar calado” (Pv 17.28 - BLH). Ele me recorda a fábula do jumento e do leão. Um dia, o jumento, achando uma pele de leão, vestiu-a e saiu apavorando os outros animais. Quando encontrou a raposa, vendo que ela não parecia estar com tanto medo, resolveu imitar o rugido do leão. E foi aí que sua máscara foi ao chão. Rindo dele, a esperta raposa disse: “Se você ficasse com a boca fechada, eu também estaria pensando que você fosse o leão. Mas foi zurrar...”.  É como diz um provérbio árabe: “O silêncio é de ouro.” 24-12-2007
 
Uma experiente líder estava certa, quando disse que “na igreja, um ou outro sujeito nervoso espalhando críticas causa tanto estrago quanto um mecânico descuidado derramando gasolina num motor fervendo. 25-12-2007
 
O ratinho estava na toca, e do lado de fora o gato: - MIAU, MIAU, MIAU... O tempo passava e ele ouvia - MIAU, MIAU, MIAU... Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu: - AU! AU! AU! Então ele deduziu: “Se tem cachorro lá fora, o gato foi embora“. Saiu disparado em busca de comida. Nem bem saiu da toca o gato: CRAU!! Inconformado, já na boca do gato, perguntou: "Ô gato!!! Que palhaçada é essa?" E o gato respondeu: "Meu nobre, hoje nesse mundo “globalizado“ quem não falar pelo menos dois idiomas “MORRE DE FOME“. 29-01-2008
 
Você já reparou que toda a vez que uma pessoa diz "nem te conto", ela está avisando que vai fazer exatamente o contrário, isto é, vai tecer todos os comentários possíveis sobre alguém? Você conhece alguém assim? Qual a sua reação diante de uma fofoca? 13-03-2008
 
No centro da cidade de Curitiba existe um lugar chamado Boca Maldita, onde aposentados, desempregados, desocupados, passam o dia falando, comentando e até fazendo discursos para quem os queira ouvir. O assunto é sempre o mesmo: falar mal de tudo e de todos, criticar a situação política, o governo e por aí afora. Daí o nome. 13-03-2008
 
Há um Interessante provérbio árabe que diz: "Somos senhores das palavras que não pronunciamos, e escravos das que nos escaparam." 14-03-2008
 
Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida. 16.3.2008
 
Zenão, o filósofo estóico, não era cristão, mas não era um tolo. "Temos dois ouvidos e uma boca", ele disse, "para que ouçamos duas vezes mais do que falamos". 18.3.2008
 
"A grande vantagem de falar sempre a verdade é que a pessoa não precisa ficar preocupada em lembrar-se do que disse." Louise Alcott. 26.3.2008
 
O locutor Ernani Pires Ferreira pronunciou 351,6 palavras em apenas um minuto. Um recorde! – Seleções Fev/2006.  07-05-2008
 
Por volta do ano 2000 antes de Cristo, um mercador grego, rico, queria dar um banquete com comidas especiais. Chamou seu escravo e ordenou-lhe que fosse ao mercado comprar a melhor iguaria. O escravo voltou com belo prato, coberto com fino pano. O mercado removeu o pano e assustado disse: - Língua? Este é o prato mais delicioso? O escravo sem levantar a cabeça, respondeu: - A língua é o prato mais delicioso, sim senhor. É com a língua que você pede água, diz “mamãe”, faz amizades, conhece pessoas, distribui seus bens, perdoa. Com a língua, você conquista, reúne as pessoas, se comunica, diz “meu Deus”, ora, canta, conta histórias, guarda a memória do passado, faz negócios, diz “eu te amo”. O mercador, não muito convencido, quis testar a sabedoria do seu escravo e o enviou novamente ao mercado, ordenando-lhe que trouxesse o pior dos alimentos. Voltou o escravo com lindo prato, coberto por fino tecido, que o mercador retirou, ansioso, para conhecer o alimento mais repugnante. - Língua, outra vez! Diz o mercador, espantado. - Sim, língua, diz o escravo, agora mais altivo. É a língua que condena, separa, provoca intrigas e ciúmes. É com ela que você blasfema e manda para o inferno. A língua expulsa, isola, engana o irmão, responde para a mãe, xinga o pai... A língua declara guerra! É com ela que você pronuncia a sentença de morte. Não há nada pior que a língua, não há nada melhor que a língua. Depende do uso que se faz dela. “A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero” Tiago 3:8 “Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas” Provérbios 20:3 09-09-2008
 
Há algum tempo atrás, Dr.  Albert H.  Cantril, professor da Universidade de Princeton, realizou uma série de experiências para demonstrar como os rumores correm rapidamente.  Ele chamou seis alunos a seu gabinete e, pedindo sigilo absoluto, informou que o Duque e a duquesa de Windsor estavam planejando frequentar uma certa aula de dança da universidade. Dentro de uma semana, esta história completamente fictícia alcançou quase todos os alunos no campus.  As autoridades da cidade telefonaram para a universidade, exigindo saber por que eles não haviam sido informados.  as agências de notícias estavam freneticamente telefonando em busca de detalhes.  Dr.  Cantril observou: “E foram rumores agradáveis.  Os difamadores correm muito mais rápido.” 27-10-2008
 
Esta vida é engraçada. Existem lendas em que quase todos crêem e verdades nas quais quase ninguém acredita. Este é o caso dos dragões, aqueles seres com os quais estamos tão familiarizados desde crianças, que fazem parte das estórias que lemos, ouvimos e vimos em filmes e desenhos animados. De tanto vê-los assim, “mitificados”, somos induzidos a pensar que eles não existem, mas eles são bem reais. Há uma ilha na Indonésia chamada Komodo. Lá encontramos dezenas de dragões, eles são chamados de "dragões de Komodo", podem chegar a ter 3,5 m de comprimento e pesar 125 Kg. São enormes. Parecem-se com lagartos gigantes, mas se deslocam com lentidão. Sua arma letal é a boca inflamada. Assim como os tubarões, os dragões de Komodo têm fileiras de dentes, onde ficam depositados os restos de suas refeições e ali elas apodrecem, produzindo diferentes e potentes tipos de bactérias. Ao atacar suas vítimas, geralmente de emboscada ou aproximando-se delas silenciosamente, basta-lhes dar uma abocanhada e em seguida soltá-las. As bactérias farão o resto do trabalho. Seguem as vítimas de longe, vendo-as serem paulatinamente consumidas pelos pequenos monstros que eles nelas introduzem mordendo-as. Sim, mas eles soltam fogo pela boca? Claro! Você já teve uma infecção violenta? Se teve, sabe que a sensação é que se está pegando fogo. Um calor que partindo do ferimento vai se espalhando por todo corpo e isso vai consumindo o enfermo. Se ele não for socorrido logo pode vir a óbito em poucas horas. É o caso das refeições do lagarto em tela.  É comum haver também dragões humanos, mas neste caso o veneno, as mortíferas bactérias, não estão depositadas em seus dentes, mas nos órgãos da fala. “A língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno” Tg. 3:6. Estamos diante de uma realidade terrível, poucas pessoas têm sido vítimas em nossos dias dos dragões pesados e desajeitados de Komodo, mas em toda parte, na família, nos negócios, nas relações fraternas, abundam os que cambaleiam tocados por línguas ferinas que, nas palavras do escritor sacro, estão a serviço do diabo e do inferno. Mas como elas fazem isso? Há basicamente três formas de envenenamento: a mentira, a provocação e o lançamento de dúvidas. Muitas vezes estes venenos são administrados conjuntamente e acabam produzindo mais celeremente seus efeitos. 27-10-2008
 
Em algumas empresas, a fofoca pode ser causa de demissão. De acordo com uma pesquisa feita em 2002, um empregado gasta, em média, 65 horas por um ano para fazer fofocas. Uma empresa dos EUA decidiu tornar-se "área livre de fofocas". Eles exigem que os empregados nunca falem mal de seus colegas pelas costas. Se alguém for pego, será demitido. 14-11-2008
 
De quando em quando chega um (dado à umas fofoquinhas) e diz: "E aí, já tá sabendo?" Eu, já por força do hábito, respondo assim: "É... fiquei sabendo sim; vi pela televisão". Me lembro de ter dito isso a alguém no dia seguinte a um jogo da Seleção Brasileira. Alguém veio e me perguntou: "Já tá sabendo?" e eu, prontamente, respondi: "Sim, tô sabendo... o Brasil ganhou o jogo!". 20-11-2008
 
Antes do advento do e-mail tínhamos que nos preocupar em vigiar nossa língua. “Línguas descuidadas podem afundar navios”, diz um velho ditado. Agora parece que temos que considerar também os danos que nossos dedos podem causar, quando transformamos nossos pensamentos em palavras. Como homens de negócios e líderes temos muitas oportunidades de controlar,  preservar ou danificar a reputação e a credibilidade de nossas organizações. Um e-mail irado pode produzir um dano maior do que poderíamos imaginar. Para sustentar a integridade do ambiente de trabalho precisamos nos lembrar de ser vagarosos no falar, pensando cuidadosamente não apenas no que dizemos, mas também no que escrevemos. Provérbios 21.23 diz: “O que guarda a boca e a língua guarda das angústias a sua alma”. Podemos aplicar o mesmo princípio a e-mails e outras formas de comunicação escrita. 13-01-2009
 
O pregador Thomas Brooks disse certa vez: “Conhecemos os metais pelo som que produzem e os homens por aquilo que falam”. 05-02-2009
 

J. Sidlow Baxter disse: “Uma das primeiras coisas que acontece quando alguém está realmente cheio do Espírito não é falar em línguas, mas, sim, aprender a dominar a língua que já tem”.5.2.2009

 

Há algum tempo atrás, Dr. Albert H. Cantril, professor da Universidade de Princeton, realizou uma série de experiências para demonstrar como os rumores correm rapidamente. Ele chamou seis alunos a seu gabinete e, pedindo sigilo absoluto, informou que o Duque e a duquesa de Windsor estavam planejando freqüentar uma certa aula de dança da universidade. Dentro de uma semana, esta história completamente fictícia alcançou quase todos os alunos no campus. As autoridades da cidade telefonaram para a universidade, exigindo saber por que eles não haviam sido informados. As agências de notícias estavam freneticamente telefonando em busca de detalhes. Dr. Cantril observou: E foram rumores agradáveis. Os difamadores correm muito mais rápido.

Aquilo que falamos pode causar sérias conseqüências na vida de uma pessoa. - Quando comentamos de maneira áspera alguma coisa a respeito de alguém. - Quando desmerecemos seus valores. - Quando expomos um segredo a nós confiado. - Quando fazemos comparações que inferiorizam um determinado amigo, podemos estar causando um mal que pode durar longo tempo ou até mesmo para sempre. Uma simples palavra pode destruir completamente uma vida. Deus espera que de nossa boca saia apenas bênçãos. Se soubermos que o que falamos pode correr rapidamente por muitos lugares, aproveitemos para falar de amor, para falar de alegria, para falar de fé e esperança, para elogiar os amigos, para semear felicidade. Quando falamos de Jesus, nosso Senhor e Salvador, podemos transformar vidas desesperadas, consolar corações aflitos e desanimados, erguer lares destruídos, mostrar o Caminho aos perdidos. Se os rumores do que falamos rapidamente estarão nos ouvidos de todos, tratemos de pregar o Evangelho do Senhor e os resultados serão grandiosos para os que ouvirem e também para nós, que cumprimos a vontade de Deus como Seus filhos amados. 6.2.2009

 

Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso! Dias depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, e processou o homem. No tribunal, o velho diz ao juiz: Comentários não causam tanto mal. E o juiz responde: Escreva os comentários num papel, "depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença. O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte. Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem", disse o juiz. Respondeu o velho: Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão. Respondeu o juiz: Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos  consertar o mal. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada. Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras.26.5.2009

 

Você deve pensar bem no que vai dizer ou fazer. Escapa-lhe o poder de reconsiderar aquilo que já foi dito ou feito. Epíteto17.6.2009

 

Veja por que se deve valorizar a pontualidade sempre... Certo Padre recebia um jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de sua paróquia. Um político da região e membro da comunidade convidado para entregar o presente e proferir um pequeno  discurso se atrasou. O sacerdote, então, decidiu iniciar a solenidade e proferir umas palavras: "A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. Pensei que o bispo tinha me enviado a um lugar terrível, pois a primeira pessoa que se confessou me disse que tinha roubado um aparelho de TV, que tinha roubado dinheiro dos seus pais, também tinha roubado a firma onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também em outras ocasiões se dedicava ao tráfico e a venda de drogas e para concluir, confessou que tinha transmitido  uma doença à própria irmã...". Fiquei assustadíssimo. .. Mas com o passar do tempo, entretanto, fui conhecendo mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Inclusive vivi a realidade de uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira, tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio. Justo nesse momento chega o político, o padre interrompe seu discurso e foi dada a palavra ao político para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso dizendo: "Nunca vou esquecer o dia em que o padre chegou à nossa paróquia.... Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar com ele...". Moral da história: "NUNCA CHEGUE ATRASADO e se CHEGAR, FIQUE QUIETO."17.6.2009

 

Você já viu alguém domesticando um animal xucro? Por exemplo, um cavalo? Aquele animal tem um grande potencial para o trabalho no campo e até para uma corrida, mas para isso precisa antes ser controlado. Domado. É um trabalho lento, que exige paciência e dedicação, mas o resultado vale o esforço: Um animal que antes galopava por onde queria agora deixa que lhe ponham selas e o levem a qualquer lugar. Nossa língua parece um animal xucro que precisamos controlar.18.6.2009

 

Conta-se a história de um pastor que pregava quase dominicalmente para uma determinada pessoa na igreja que era um tremendo "leva-e-traz" O problema é que esse irmão, quando se despedia, dizia: "Pastor, não desista, porque eles estavam precisando ouvir isso mesmo". Mas era ele o "leva-e-traz" da igreja. E, deste modo, acontecia quase cada domingo. Numa quarta-feira, chovia muito, e só compareceram o pastor e aquele irmão. Pensou o pastor: "É hoje! Hoje ele não escapa: vou pegá-Io". E pregou olhando diretamente nos olhos daquele irmão. Quando terminou o culto, disse ele: "Puxa, pastor, que pena que eles não vieram, não é?"6.10.2009

 

Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!15.10.2009