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Filhos

 

Conta-se uma estória, que um missionário dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos. Certa vez, por imperativos da religião, o missionário empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias. No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãe sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Todavia, uma preocupação lhe vinha a mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão. Alguns dias depois, num final de tarde, o missionário retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos. Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho e, logo depois, ela lhe falaria dos moços. Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude uma tanto embaraçada, respondeu ao marido: - "Deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave". O marido, já um pouco preocupado perguntou: - "O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus". - "Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?" - "Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!.. Por que isso agora?" - "É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!" - "Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las". - "Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!" E o missionário respondeu com firmeza: - "Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo! Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo". - "Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade, isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos. Deus os confiou a nossa guarda e, durante a sua viagem, veio buscá-los. Eles se foram..." O missionário compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa e, juntos, derramaram muitas lágrimas.

 

É de Coelho Neto a frase tão sugestiva: “É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais”.

 

C. Jung é autor do pensamento que diz: “A criança aprende pelo que o adulto é e não pelo que ele faz”. Que lição!

 

Um panfleto que me foi dado, já não me recordo onde, diz assim: “O que o filho pensa do pai: Aos 7 anos, papai é um sábio, sabe tudo. Aos 14 anos, parece que papai se engana em certas coisas que me diz. Aos 20 anos: papai está um pouco atrasado em suas teorias; não são desta época. Aos 25 anos: O “velho” não sabe nada mesmo. Está caducando... Aos 35 anos: Com a minha experiência, meu pai nesta idade, seria facilmente um milionário”. Aos 45 anos: Não sei se consulto o “velho” neste assunto; talvez, me pudesse aconselhar. Aos 55 anos: Que pena o “velho” ter morrido; a verdade é que ele tinha umas idéias notáveis! Aos 60 anos: “Pobre papai... era mesmo um sábio; como lamento tê-lo compreendido tão tarde!

 

Pai, você está certo de que quem é amigo do seu filho é seu amigo?

 

“Mamãe”, disse o menino, “hoje a professora me perguntou quantos irmãos eu tinha”. “Ah! Que simpático da parte dela! Deve se interessar muito por você, filho!” “Bom, quando respondi que era filho único, ela disse ‘graças a Deus’”...

 

Certa mãe tomou uma decisão: “Meu filho nunca será reprimido. Terá total liberdade para não ser um recalcado e inibido. Fará na vida o que bem entender. Sou contra a repressão”. Assim sendo, o menino foi crescendo livre, solto, à vontade. Tudo quanto queria era atendido. E não custou a dar trabalho... A própria mãe já o chamava de “meu adorável danadinho”. Os vizinhos o chamavam de “peste”. O apelido dele no bairro era “monstrengo”. E quando se reclamavam das diabruras do garoto, a mãe costumava dizer: “Criança é assim mesmo. Não reprimam”. O garoto cresceu libertino, porque sua mãe lhe dava corda em tudo. Enturmou-se o garoto com uma patota do bairro, outros adolescentes livres, da pesada. E quando a mãe menos suspeitava, foi chamada à polícia: Seu adorável libertino estava preso, comprometido com drogas, roubo à carro e estrupo. A infeliz mãe chorou lágrimas amargas... soltou demais o seu filho e o mal o apanhou. Arrependida dizia: “Hoje entendo porque meus pais me castigavam quando era menina. Filho solto dá no que não presta”. A Bíblia está certa quando diz... (Pv 22.15; 29.15)

 

De acordo com Charles Allen, autor do livro “A Psiquiatria de Deus”, “de certo modo os pais constituem o primeiro deus que a criança conhece. Do mesmo modo como aprende a amar e respeitar seus pais, assim também a criança irá amar e respeitar a Deus”.

 

Os pais devem sempre procurar estimular seus filhos. Uma palavra de apreciação, por pequena que seja, ajuda muito. John Newton, pregador inglês, muito conhecido pelos hinos que escreveu, costumava dizer: “Eu sabia que meu pai gostava de mim. Mas parece que ele fazia questão de que eu não soubesse isso”.

 

Outra de Lutero: O tratamento que seu pai deu na infância e na adolescência foi tão severo que na idade adulta o reformador tinha certa dificuldade em chamar a Deus de “Pai”. Ele defendia o uso da vara para a educação dos filhos, mas dizia que ao lado da vara deveria haver uma maçã para premiar a criança quando procedia bem.

 

Esta é para os educadores: “A parte mais importante da educação dos filhos é a educação dos pais”.

 

Fizeram essa pergunta: “Quando se deve dar início à educação dos filhos?” Resposta: “Com os avós delas”.

 

Uma das experiências mais amargas vividas num escritório, um irmãozinho estava contando, foi ao fazer a ficha de uma jovem gestante. Quando perguntaram à moça qual era o seu nome, ela respondeu: “Vou somente dar-lhe o meu nome por escrito, pois sinto nojo quando tenho que repetir meu sobrenome”, e explicou: “A única coisa que meu pai deixou como herança me faz muito mal. Seu nome é para mim uma vergonha, tão mau foi para minha mãe... tão ausente dos filhos...”

 

Sirva de exemplo para os pais de hoje a vida de Suzana Wesley, mãe de dezenove filhos, pobre e atarefada, mas que, todos os dias encontrava tempo para orar com seus filhos e a favor de cada um deles. Como resultado, dois dos seus filhos, João e Carlos Wesley, tornaram-se expoentes do cristianismo mundial, sendo os fundadores do metodismo.

 

John J.B. Watson, o fundador da escola psicológica conhecida como “behaviorismo”, disse que todas as crianças deveriam ser educadas em instituições, para o bem delas. Segundo ele, uma criança educada por seus pais tendia a tornar-se anti-social e, portanto, uma ameaça a sociedade. Mas observou-se nos Estados Unidos, nesse tempo, que três quintos dos delinqüentes eram produto de instituições ou de lares destruídos por divórcio. Toda vez que qualquer psicologia vai contra o ensinamento da Bíblia é desgraça na certa para quem a seguir.

 

Certa vez vi um lindo pôster. Fiquei olhando, muito impressionado. Eram montanhas altas e um lago de águas cristalinas, bem calmo e tranqüilo. Em segundo plano havia um barquinho com duas pessoas e duas varas de pesca estiradas na água. No canto inferior havia os seguintes dizeres: "Gastem tempo juntos". Prestei atenção e percebi então, tratar-se de pai e filho.

 

Jonathan Edwards viveu no início do século XX, quando a realidade era outra. Foi uma das mentes mais brilhantes da América. Era pastor, escritor e presidente da Princeton University. Ele e sua esposa tiveram onze filhos. De seus descendentes masculinos (peço perdão às mulheres, mas o livro que pesquisei não cita os descendentes femininos), sabemos que: Mais de 300 se tornaram pastores, missionários ou professores de seminários bíblicos; 120 professores de várias universidades; 120 promotores; 60 autores de renome; 30 juízes; 14 presidentes de várias universidades; 3 participantes do Congresso dos Estados Unidos; 1 vice-presidente dos Estados Unidos (extraído do livro de William Peterson "Martin Luther Had a Wife" - Wheaton III. Tyndale House - 1983). Jonathan Edwards fez essa diferença porque investiu na vida de seus filhos, os quais, investiram nos seus e estes assim por diante, foram seguindo o mesmo esquema. Ele foi um homem que, mesmo após sua morte, influenciou seus descendentes.

 

Há 300 anos na Inglaterra, Ricardo Eduardo, um conceituado advogado casou-se com Elizabete Tuttie; o filho dessa união, Timóteo Eduardo, tornou-se um dos fundadores da famosa Universidade Yale. Ele, por sua vez, foi o pai de Jonatas Eduardo, um famoso professor e filósofo inglês. Todos os descendentes dos Eduardos incluem nada menos de 265 pessoas de educação superior, 12 reitores de universidades, 65 professores, 60 médicos, 100 pastores, 75 oficiais do Exército, 80 escritores, 3 membros do Congresso americano, 2 senadores dos Estados Unidos e 1 vice-presidente dos EEUU. Em contrapartida, um dos mais ou menos contemporâneo de Jonatas Eduardo, Max Jucke, marginal da Nova Inglaterra, também teve uma longa lista de descendentes. Ele teve 1.220 descendentes que incluíam 300 mortos na infância, 310 mendigos profissionais, 440 aleijados por doenças crônicas, 50 prostitutas, 60 ladrões, 7 assassinos e 53 condenados por outros crimes. Em resumo, a Bíblia tem razão quando diz: "Grandemente se regozijará o pai do justo e quem gerar a um sábio nele se alegrará" (Pv 23.24,25).

 

Um psiquiatra chefe da Universidade de Indiana nos Estados Unidos, afirma: "A consciência da criança a desencoraja a fazer algo que seus pais desaprovam com firmeza, pois seu sistema de segurança baseia-se naquilo que eles aprovam". Até a criança alcançar a maturidade precisa de orientação de seus pais, estes devem saber o que é melhor para ela.

 

A jornalista Fernanda Campanelli Massarotto, declarou numa entrevista à Revista Super Interessante", que quando tinha seus 15 anos de idade, já ouvia a frase: "Criamos os nossos filhos para o mundo", que sua mãe mesma sempre costumava dizer. Porém, amados, nós crentes, não criamos os nossos filhos para o mundo. Nós os criamos para Deus! (Revista Super Interessante, Ago/2001, pg 106).

 

"Doutor, quero fazer uma vasectomia." "Olha, senhor Severino, taí uma decisão muito séria", comenta o médico. "O senhor já consultou sua mulher e seus filhos?" "Claro que sim, doutor! Os favoráveis ganharam por 15 a 2".

 

Nossos filhos são inteligentes. Aos 5 anos de idade, Davi tinha uma brincadeira em que ele dizia "enganei o bobo na caca do ovo". A mãe, certo dia, prestou atenção e lhe corrigiu dizendo que era "casca do ovo" e não "caca". Ele ouviu e voltou à brincadeira, dizendo na primeira oportunidade: "Enganei o bobo na gema do ovo".

 

Certo pai cristão, zeloso e temente a deus, lutava para que seu filho se convertesse. De tanto ouvir os conselhos e as orações do pai, o moço sentiu-se incomodado e resolveu sair de casa. A despedida no portão foi triste. O pai com lágrimas nos olhos abençoou o rapaz e o viu partir sem dizer para onde. Ali mesmo no portão, ainda soluçando, ajoelhou-se e orou: "Oh! Deus, salva o meu filho!" Essa luta só ia terminar na hora da morte. Desde que seu filho partiu, aquele pai orava várias vezes ao dia, a mesma oração: "Oh! Deus! Salva o meu filho". Depois de vários meses, sumido em uma cidade distante, sem dar notícias; aquele filho foi tomado por uma grande saudade. Sentiu saudades de casa e do velho pai. Na véspera do Natal estava inquieto e deprimido. Pela primeira vez, depois de muitos anos, desejou participar de um culto. À noite, saiu à procura de uma igreja e lhe informaram sobre um pequeno vilarejo onde funcionava uma pequenina congregação. Em lá chegando, entrou, assistiu, atenta e reverentemente, a programação. Após a mensagem, atendeu ao apelo e entregou sua vida a Jesus. No outro dia, logo cedo, foi à Agência dos Correios e passou o seguinte telegrama para o velho pai: "Pai, ontem, dia 24 de dezembro, véspera de Natal, às nove da noite, aceitei Cristo como Salvador. Agora sou um crente. Breve irei vê-lo". No rodapé mandou o seu endereço. Quando o telegrama chegou, a velha esposa e mãe que também orava pela salvação do filho, leu a gloriosa notícia e correu para o quarto. De joelhos sobre o telegrama, rendeu mil graças a Deus. Depois de agradecer a grande bênção, foi ao correio e mandou a seguinte resposta para o filho: "Querido filho, no dia 24, véspera do Natal, exatamente às nove da noite, seu pai morreu. Às últimas palavras que ele disse foram as seguintes: "Oh! Deus! Salva o meu filho!" (Joaze Gonzaga de Paula, em O Jornal Batista, pg 4b - 29/04/ a 05/05/2002).

 

Em "Central do Brasil" (premiado filme nacional), um menino vaga pelo país em busca do pai desaparecido.

 

Alguém disse que nossos filhos são como o "sismógrafo" – registra todo o "abalo doméstico".

 

Algunos han atribuido a Mark Twain la siguiente declaración: «Cuando era un muchacho de 14 años, mi padre era tan ignorante que apenas podía soportar tenerlo cerca. Pero cuando cumplí 21, me sorprendí de ver cuánto había aprendido el viejo en 7 años.» La actitud de los hijos hacia sus padres cambia a medida que van creciendo. Algunos jóvenes muestran poco respeto por sus padres y madres. (Osvaldo Carnival, Internet)

 

Certo homem tinha apenas um filho homem e muitas filhas. Quando a esposa engravidou pela quinta vez, ele ficou esperançoso e orava para que fosse um menino. Naquela época não havia ultra-sonografia para se conhecer, antecipadamente, o sexo do bebê. Então, foram meses de espera e expectativa. Finalmente chegou o dia. A esposa passou mal e foi levada às pressas para a maternidade. No corredor, o homem quase não podia se conter, andava de um lado para o outro e, nervosamente, ruía as unhas. Depois de algum tempo, surgiu o médico e lhe disse: "Parabéns, pai, nasceu". O homem logo perguntou: "É menino, não é, doutor?" "Não - respondeu o médico - é uma linda menina". O homem procurou um canto escondido e ali, de cabeça baixa, chorou decepcionado com Deus. A criança ia crescendo linda, amorosa e muito agarrada com o pai. Ao tornar-se adulta, ficou noiva de um rapaz cristão muito bem-sucedido espiritual e financeiramente. Hoje, é ela que cuida do velho pai, não lhe deixando faltar nada. Deus sempre sabe o que é melhor para cada um de seus filhos. - Fonte: Joaze Gonzaga de Paula, em O Jornal Batista, pg 7, 08 a 14/07/2002.

 

Tem gente costumada a dizer: "Filho criado, trabalho dobrado". anulado isto em nome de Jesus! Filho criado, alegria dobrada!

 

O grande brinquedo dos filhos são os pais; ....pai: deixe seu filho brincar com você, seja acessível!

 

Não vale repetir as palavras de Brás Cubas, nas Memórias Póstumas, de Machado de Assis: "Não tive filhos, não deixei a ninguém o legado da nossa miséria". Pais: Temos filhos, sim! E algo melhor precisamos deixar para eles. - Fonte: Carlos Cesar Novaes, em O Jornal Batista, pg 6, 22/09/2002.

 

Certa vez recebi por e-mail umas doze dicas sobre como salvar os filhos. A dica número um dizia: " Comece orando antes de eles nascerem".

 

Os filhos estão em boas mãos quando os seus pais os entregam ao Senhor. 

 

Os ouvidos das crianças podem estar fechados ao conselho, mas os seus olhos estão abertos ao exemplo.

 

Na véspera do nascimento da minha filha, o Davi disse: "Amanhã eu deixo de ser filho único". Eu falei: "É verdade. Mas você não vai deixar de ser meu filho!"

 

Lembro-me daquele conto bem conhecido que fala do garoto que pediu ao seu pastor para convidar o pai dele para morar na igreja. Intrigado, o pastor perguntou por que aquele menino queria morar na igreja. "Por que aqui, o meu pai é um santo", respondeu a criança. Mas o triste é que tem pai agressivo em qualquer lugar. (Josino Judson Ribeiro, em O Jornal Batista, pg 3 - 23 a 29/07/2001).

 

Um pregador teria que fazer uma palestra na igreja no Dia dos Pais. Para ilustrar sua fala, armou um alçapão e capturou uma rolinha. Diante da igreja, colocou o alçapão com a rolinha assustada em cima da mesa e fez linda aplicação: Muitos pais prendem seus filhos dentro do alçapão do autoritarismo e não lhes dão chance alguma de serem eles mesmos, de voar com suas asas. São como rolinha presa dentro de um alçapão. A missão do pai, no entanto, não aprisionar seus filhos, mas ajudá-los a conquistar a liberdade. Depois de explicar e de mostrar os resultados desse aprisionamento na criação dos filhos, o pregador fez um apelo aos pais para que não conservem seus filhos aprisionados ao seus próprios arbítrios e caprichos, e completou: "Abra a porta do seu coração. deixe seu filho voar". A seguir o jovem pregador abriu a portinhola do alçapão e deixou que a rolinha alçasse o seu vôo. Ela começou a voar sem direção, sem achar uma saída, debatendo-se contra as paredes, acompanhada pelos olhares surpresos e atentos de toda a igreja. O jovem continuou a falar: "Pai, não se preocupe. Confie em Deus. Seu filho achará uma saída e uma direção para ganhar o céu". Mal ele acabou de proferir essas palavras, parecia até que havia combinado tudo com a rolinha, ela deu um vôo rasante, achou a porta aberta e ganhou o céu. – Fonte: João Falcão Sobrinho, em O Jornal Batista, pg 5, 26/08 a 01/09/2002.

 

Um matuto vai fazer uma inscrição de trabalho, quando é perguntado: "O senhor é casado?" E o matuto: "Sim, sinhô". "Com prole?" "Não, com a Julieta." "Não, eu perguntei se o senhor tem filhos?" "Ah! tenho sim, são dois proles e uma prolinha!"

 

Filho criado? ...trabalho dobrado? Não! Filho criado, alegria dobrada!

 

O homem chega ao consultório medico: - Doutor, quero fazer uma vasectomia. - Tudo bem! Mas espero que o senhor esteja convicto de que essa é uma decisão muito séria. O senhor já consultou sua mulher e os seus filhos? - Já sim, doutor! Os favoráveis venceram por 15 a 10.

 

Perguntaram ao atleta Gustavo Borges, em entrevista ao Esporte Espetacular: "Que você aprendeu com seus filhos?" E ele respondeu: "A ser filho."

 

“Uma mulher leva vinte anos para fazer de seu filho um homem e outra mulher leva vinte minutos para fazer dele um tolo.” Helen Rowland

 

“Espera do teu filho o mesmo que fizeste a teu pai.” - Tales de Mileto

 

Muitas vezes ouvi pais e mães lamentando-se dizendo que "levaram" seus filhos para a igreja a vida toda, e não entendem quais são os motivos deles errarem tanto. Uma vez eu perguntei a um pai e mãe – "levaram", mas apresentaram Jesus para eles? Falaram de salvação para eles? A resposta é um invariável não.

 

Numa sessão de tribunal para a custódia do filho, a Mãe, muito emocionada, tenta se defender: - Meritíssimo Juiz, esta criança foi gerada dentro de mim! Ela saiu do meu ventre, portanto eu mereço ficar com ela! O juiz passa a palavra para o marido, que resolve usar o seu lado lógico: - Senhor Juiz, responda-me a uma pergunta por favor: Quando eu coloco uma moeda numa máquina de refrigerantes... A latinha que sai é minha ou da máquina???

 

"Seus filhos são todos do mesmo leito?", pergunta o escrivão à nordestina. "Os três primeiros são, doutor. O mais novinho é do sofá da sala".

 

Um provérbio árabe diz: "Se o pai for a cebola e a mãe o alho, como pode o filho cheirar como um doce perfume?"

 

Os filhos são ariscos, mais do que os peixes. Eles observam os exemplos dos pais. E, quando menos se espera, eles escapam. - Timofei Diacov, em O Jornal Batista.

 

Como fez o poeta Vinícius de Morais em seus versos salpicados de ironia ao traduzir com extremos lirismo o desespero dos adultos diante das traquinagens e das dificuldades causadas pela chegada de um filho: "Filhos... Filhos?/ Melhor não tê-los/ Noites de insônia/ Cãs prematuras/ Prantos convulsos/ Meu Deus, salvai-o!" - Carlos Novaes, em O Jornal Batista.

 

"Uma criança provavelmente não encontrará um pai em Deus, a não ser que encontre algo de Deus em seu próprio pai." - Glen Wheeler

 

Há mais de um ano, quando de viagem para os EUA, um dos presentes que trouxemos na bagagem foi um ursinho Puff para nossa primogênita, Susanne, hoje com quase 17 anos. Ela gosta muito daquele urso. Quase todos os dias, antes de ela acordar, pego aquele urso e coloco numa situação engraçada. Num dia ponho o urso debruçado na janela. Outro dia, na cadeira de praia, com óculos escuros. Um dia desses coloquei-o com um pote de biscoito aberto (até procurei um pote de mel, mas não tinha). Ao acordar, às vezes, tendo já saído, ela já sabe que o seu ursinho Puff está fazendo alguma coisa. Pode parecer apenas uma brincadeira familiar, mas o que estou estabelecendo com a minha filha é mais uma forma de nos manter conectado um ao outro. Quando ela acorda já sabe que há uma grande possibilidade de procurar o urso e encontrá-lo numa situação nova (um dia desses ela o encontrou sentado no vaso sanitário!). Quando minha filha acorda, mesmo às vezes mal-humorada, e procura pelo ursinho Puff e o encontra numa situação engraçada, ela inconscientemente pensa: "Meu pai se lembrou de mim e gastou alguns segundos procurando me distrair. Não sou hóspede nesta casa. Eu pertenço à uma família!" - Gilson Bifano, 2005.

 

Segundo Charlotte Buhler, a criança dos 3 aos 4 anos de idade, diz quatro vezes mais "não" do que "sim".

 

Como um poeta já disse: "Uma casa sem crianças é um sino sem badalo".

 

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, e crescem sem pedir licença. Crescem com uma estridência alegre, e às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem de repente. Um dia, sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criança. Onde é que andou crescendo aquela meninazinha ou meninozinho, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar de areia, as festinhas de aniversário, com palhaços e amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

 

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não podem morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

 

Simone Intrator, no seu artigo com o título "O direito de nascer", citando Marco Aurélio Jorge disse que "clonar é uma forma antinatural de ter filhos" (O Globo, 12.01.03 - O Jornal da Família).

 

Era quatro e meia da tarde de um sábado ensolarado. Eu estava chegando em casa depois de um passeio ao parque com minha esposa e nossos filhos que ainda eram pequenos. A secretária eletrônica acusava vários recados, mas um em especial com cerca de dois minutos de duração. Quando comecei a ouvi-lo fiquei meio sem ação. Era um amiguinho dos nossos filhos que depois de ligar várias vezes, havia deixado um último recado dramático. "Por favor, tio, vem me buscar aqui em casa para eu ficar junto com vocês. Por favor, por favor, por favor, por favor, por favooooor..." (e isto se repetia por quase dois minutos). Depois de ouvir o recado, liguei para aquela criança. Ela havia passado metade do sábado com a empregada, e na outra metade estava sozinha assistindo a TV até que seus pais chegassem do trabalho e das atividades da igreja. O apelo daquela criança cortou meu coração e me levou a pensar muito. Cheguei à conclusão que "menor abandonado" não é apenas aquele que está na esquina pedindo um trocado. Há muitos lares cristãos com centenas de "menores abandonados" pelos pais que estão ganhando dinheiro ou correndo atrás da próxima atividade da agenda. - Falcão Sobrinho

 

Quanto mais o filho for ligado à sua mãe, mais dificuldade terá para buscar uma cônjuge. Da mesma forma, mais dificuldade a mãe terá de aceitar uma nora.

 

Aquela mesma vontade da mãe, de virar uma mosquinha para ver o que acontecia na sala da pré-escola, é a mesma vontade, agora, de saber como os jovens estão se saindo na vida de casados. E se alguma coisa der errado, aqui está a mamãe, para oferecer todo o apoio. Assim, os filhos não crescem.

 

A psicóloga Lídia Weber fez uma pesquisa com três mil crianças e adolescentes, onde analisou suas respostas aos questionários, preparados pelo Grupo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná (UFPR). · 33% dos pais estão com seus filhos e lhe dão muito afeto. São participantes, envolvem-se com suas questões, assim como, lhes dão muitas regras e limites claros. · 45% dos pais são negligentes em relação aos filhos. São pais ausentes, que não dão regras, nem comandos e por outro lado, também não participam e não dão afeto. - Regina Lopes, estanabiblia-subscribe@yahoogrupos.com.br

 

"Só existe uma maneira segura de fazer com que a criança ande pelo caminho reto: consiste em você trilhar este mesmo caminho". Abraham Lincoln, 16º presidente, abolicionista, que morreu assassinado, EUA, 1809-1865.

 

É terrível para um pai perder seu filho. É tão terrível a dor da perda de um filho que não há palavra para descrever essa situação. Ora, se o marido perde a esposa, ele fica viúvo; se a esposa perde o marido, ela fica viúva; se um filho perde o pão, ele fica órfão... mas se o pai perde o filho, como ele fica? Não há palavra que o classifique!

 

- Joãozinho, você prefere que a mamãe dê a você um irmãozinho ou uma irmãzinha? – Sinceramente? – Sinceramente. – Eu preferia uma bicicleta...”. – Ana Paula Bueno

 

“As crianças que, desde cedo, aprendem habilidades sociais com os pais se relacionam melhor com os colegas”, afirma Ross Park, respeitado professor de psicologia da Universidade de Califórnia, em Riverside. – Seleções, Ago/2005. 15/12/06

 

Mães que mandam seus filhos brincarem na rua ou na casa de vizinhos, para que a casa fique limpa e arrumada. Ou então assoberbam-se cuidando de coisas, mas não têm tempo algum para estar com os filhos, brincando com eles, contando-lhes histórias, rindo ou conversando assuntos sérios. – Manancial 4T2000. 16/1/07

 

A tendência é sempre defendermos nossos filhos... Um menino chega da aula todo sujo e arranhado, a mãe vê o filho e diz: - Joãozinho! O que foi que aconteceu? - Foi um menino grande que me bateu na escola! - Amanhã vamos lá na diretoria para fazer uma queixa para a diretora. - Você reconhece o menino que te bateu? - Sim! Eu com um pedaço da orelha dele aqui no meu bolso!! 10/4/07

 

A Bíblia manda usar a vara, mas modernas correntes psicológicas e pedagógicas desestimulam tal prática. Lembremos que a palavra traduzida por “vara” é a mesma que significa “padrão”. As crianças precisam de padrão. Se isto vai incluir castigo físico não creio que caiba à igreja legislar para o casal. Mas o casal precisa saber que deve corrigir os filhos. – Isaltino Coelho. 25-12-2007

 

Se o pai não se cuidar, o filho toma conta até do espaço geográfico da cama. A criança vem de noite para a cama dos pais, é claro, para ocupar a posição entre o casal, e por peninha do filhi­nho que teve um pesadelo, ou porque ele está com frio tadinho, ou por cansaço e acomodação do pai que se cansa de carregar o filho para a cama, ou até mesmo por prazer do aconchego gostoso, a criança vai ficando, até tirar por completo o pai, que vai para a cama de sol­teiro ou para o sofá. Já ouvi de pais que preferem o chão mesmo. De repente, quando a mãe se dá conta, está com um filho de 18 anos dormindo com ela. Isso é muito mais comum do que queremos acreditar. 8.1.2008

 

35% dos filhos desejam sair mais vezes para passear com o pai, segundo o Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 9.1.2008
 
Conta-nos Moody que existem na Índia pessoas que adoram as serpentes. Conta-se de uma mãe que viu entrar em sua casa uma enorme serpente que se enroscou no corpo de sua filhinha de apenas seis meses de idade. A mãe crendo que é um animal sagrado, não se animou a intervir e deixou que sua filhinha morresse. Meu espírito se horripilou quando li semelhante noticia, diz Moody, mas, na realidade, não sei se não estamos iguais aos da Índia em algumas coisas. Há serpentes que entram em muitos lares cristãos, envolvendo os nossos filhos, enquanto que os pais e as mães parecem estar dormindo. 29.1.2008
 

"Senhor! dá-me um filho que seja bastante forte para saber quanto é fraco; e corajoso bastante para se enfrentar a si mesmo, quando tiver medo. Um filho que seja orgulhoso e inflexível na derrota inevitável, mas hu­milde e manso na vitória.

Um filho que te conheça e saiba que conhecer-se a si mesmo é a pedra angular do saber. Guia-o, eu te suplico, não pelo caminho fácil do conforto, mas sob a pressão e o aguilhão das dificuldades e dos obstáculos. Que aprenda a man­ter-se ereto na tempestade; e a ter compaixão dos malogrados. Dá-me um filho de coração puro e ideais elevados. Um filho que saiba dominar-se antes de procurar os outros. Um filho que aprenda a rir mas que não desaprenda a chorar. Um filho que tenha olhos para o futuro, mas que nunca esqueça o passa­do. E depois que lhe tiveres concedido todas estas coisas, dá-lhe compreen­são bastante para que seja sempre um homem sério, sem contudo se levar demasiado a sério. Dá-lhe do Teu amor, Senhor, para que possa ter sempre em mente a simplicidade da verdadeira grandeza, a tolerância da verdadeira sabedoria, a humildade da verdadeira força. Então eu, seu pai, ousarei murmurar: 'Não vivi em vão'." General McArthur. 18.2.2008

 

"Ele imaginara que, por uma coincidência, o pai estivesse a olhar pela janela, e quando o visse aproximar-se de casa, correria ao seu encontro; con­tudo, ninguém apareceu. Chegou afinal à porta da frente. Bateu, mas ninguém respondeu. Ouvindo um ruído no interior da residência, bateu outra vez e com mais vigor. Após longa espera e novas batidas, percebeu que se movia a fe­chadura da porta, que se abriu finalmente. Surgiu então o pai, espiando atra­vés da brecha. "Pai", exclamou o rapaz, "é seu filho. Terrível foi a messe que colhi. Es­tou atemorizado. Reconheço que a culpa é toda minha mas, sinceramente, quero pedir perdão, uma vez que o senhor tão somente me deixe voltar. Re­ceber-me-á o senhor? Apenas como um de seus servos?" O pai olhava-o como a um estranho. "Meu filho? Tenho unicamente um filho, e este está em casa comigo." E, enquanto se afastava1 o filho ouvia atrás de si sons de música e de vozes como se a sua triste condição e rejeição causassem júbilo aos de­mais. Não foi assim, porém, que aconteceu segundo as páginas do Evangelho. O bom pai, diz a Bíblia, perdoou o filho pródigo e o recebeu com alegria, da mesma forma que o Pai celeste o faz a todos quantos, se arrependendo, o buscam. 18.2.2008

 

Em 1943, o "bureau" de guerra inglês informou aos pais de um soldado que seu filho tinha desaparecido em ação e que, provavelmente, havia morri­do em conseqüência de ferimentos. O rapaz na verdade não morrera. No en­tanto, com a memória prejudicada por dolorosa experiência, saíra de sua uni­dade militar, sem rumo. De qualquer forma, conseguira conservar-se vivo. Eventualmente, chegou à Inglaterra e, cinco anos depois de ter sido conside­rado desaparecido, recuperou a memória. Lembrou-se de seu nome. Uma mensagem telefônica foi enviada a seu pai que, rapidamente, chegou à cidade onde o jovem estava. Os longos anos de luto de seus pais terminaram com as simples palavras: "Olá, papai!" Você e eu constantemente nos afastamos de Deus, nosso Pai, volunta­riamente, como o filho pródigo, ou involuntariamente, como o jovem soldado. Durante nossos dias ou anos de exílio, não somos completamente nós mes­mos, embora consigamos progredir. Bem-aventurados seremos, quando o momento de percepção vier, o momento em que sentirmos o que estamos perdendo, e crermos no amor do Pai celestial. Quando este momento chegar, importa que nos levantemos imediatamente para ir ao nosso Pai. Frank Baker (Inglaterra). 18.2.2008

 

Dennis Rainey, em seu Iivro Meditações Diárias Para Casais, relatou que nos Estados Unidos uma firma distribui cartões para os presos enviarem no Dia das Wães. Com dois dias de promoção, os cartões tinham se esgotado. O mesmo foi feito na semana que antecedia ao Dia dos Pais. O resultado foi desanimador. Sobraram cartões. Por quê? A resposta é fácil: os presos não conheciam os seus pais ou não tinham o mínimo interesse em manter contato com eles. Antes que tirem conclusões precipitadas em relação às mães, é bom afirmar que foi a ausência dos pais (e não a presença, na maioria dos casos) que criou um campo propício para os filhos se inclinarem para a marginalidade. 22.2.2008

 

Na família de André Murray, narra o Df. John Mott, onze filhos atingiram a idade adulta. Cinco dentre os do sexo masculino tornaram-se ministros, e quatro das filhas esposas de pastores. A geração seguinte apresentou um registro ainda mais notável, pois que dez dos netos foram ministros e treze - missionários. Como foi feliz aquele missionário na Africa do Sul! 25.2.2008

 

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho. - "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão." Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: - "O que você está fazendo?" O menino respondeu docemente: - "Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer" O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava. 11.3.2008

 

É um hábito pouco cultivado hoje em dia - embalar o bebê. Ou porque alguém disse que a criança deve dormir no berço - o colo vicia; ou por falta de tempo- a mamãe trabalha, estuda à noite, tem tantas atividades... ou ate mesmo por comodismo ou "televisionismo". De minha parte, continuo pensando como há vinte e seis anos atrás. E não me arrependo. Dei bastante colo aos meus filhos. Foi tão pouco tempo... Eles cresceram tão depressa... Mas em troca do calor materno, hoje recebo muito calor filial. 13.3.2008

 

Há pais que enchem a boca para dizer: “Criei meus filhos na igreja”. Mas igreja não é lugar de criar filhos! 13.3.2008

 

Certa mãe, quando lhe perguntaram o segredo de os filhos servirem a Cristo com grande dedicação, deu a seguinte resposta: "Quando eram criancinhas de colo, ao banhá-Ias, levantava o meu coração a Deus, para que Ele as lavasse no sangue que purifica de todo o pecado. Quando as vestia de manhã, pedia que o Pai celestial as vestisse do manto da justiça de Cristo. Quando colocava perante elas a comida, orava que Deus alimentasse suas almas com o pão dos céus e lhes desse a beber da água da vida. Ao prepará-Ias para os cultos da casa de Deus, rogava que seus corpos fossem preparados para serem templos do Espírito Santo. Quando saíam para a escola, eu as seguia em espírito, orando para que, em suas vidas, andassem na vereda dos justos que aumenta de brilho até o dia perfeito. E, ao deitá-Ias para dormir de noite, a respiração da minha alma sobre elas era que o Pai celestial as aceitasse nos Seus braços e as segurasse com as Suas mãos." 13.3.2008

 

Joãozinho, você prefere que a mamãe dê a você um irmãozinho ou uma irmãzinha? - Sinceramente? - Sinceramente. - Eu preferia uma bicicleta... 13.3.2008

 

O sono era tranqüilo, sereno.  É um hábito pouco cultivado hoje em dia - embalar o bebê. Ou porque alguém disse que a criança deve dormir no berço ­ o colo vicia; ou por falta de tempo - pois a mamãe trabalha, estuda à noite, tem tantas atividades... ou atá mesmo por comodismo ou "televisionismo". "De minha parte, continuo pensando como há vinte e seis anos atrás. E não me arrependo. Dei bastante colo aos meus filhos. Foi tão pouco tempo... Eles cresceram tão depressa... Mas em troca do calor materno, hoje recebo muito calor filial. 18.3.2008

 

Chico Anísio disse certa ocasião em entrevista que o grande problema do casamento são os filhos, ele já casou-se cerca de oito vezes, não sabia, mas estava dando para si um atestado de incapacidade de ser marido e pai. 26.3.2008

 

O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que... está em casa! 26.8.2008

 

Depoimento de uma mãe: Quando Clara nasceu ela precisou ficar internada pois teve ictericia neonatal, a pediatra disse: -Você deixa ela na UTI e vem amamentar de três em três horas. Aí eu pensei: Deixar ela? Como posso deixa-la se eu acabei de recebe-la? Pedimos transferência para outro hospital onde eu pudesse ficar com ela 24hs. Porém chegou o dia que eu tive de deixa-la para voltar a trabalhar.Deixá-la na escola, deixá-la no ônibus do passeio ao teatro, deixá-la na casa da tia durante as férias|por vários dias sem mim porque mãe "atrapalha". Hoje, ela tem quase oito anos e eu sei que ainda vou ter que deixá-la centenas de vezes, na escola, na discoteca, na faculdade, na igreja, na maternidade. Porque apesar dela ser minha filha ela não me pertence, ela pertence à vida, ao mundo, a Deus.Todos tem sorte de pertencê-la. 16.9.2008

 

Próximo a uma igreja em Kansas, EUA, pode-se ver, no cimento de uma calçada, as impressões de dois pés de bebê com os dedões apontando em direção à igreja. Dizem que há mais de 20 anos, quando a calçada estava sendo feita, uma mãe pediu autorização para que deixasse ali as marcas dos pés de seu filho. Até hoje elas continuam bem nítidas no local. O objetivo da mãe era mostrar ao filho o caminho da igreja e que ele jamais se esquecesse disso. Porém, uma simples marca em um cimento não poderia garantir que no futuro aquela criança continuasse a ir à igreja. Em nada aquilo poderia influenciar nas decisões de seu filho. A única forma de se garantir uma vida espiritual sólida de uma criança é através de um exemplo sincero e verdadeiro de seus pais, mostrando no dia-a-dia de suas vidas a alegria e felicidade de se caminhar ao lado de Jesus e de colocar o reino de Deus em primeiro lugar em todas as decisões de suas vidas. 23.10.2008

 

A escola onde meus filhos estudam tem uma estrutura muito interessante denominada “vivência”. Nesta estrutura, os pais uma vez ao ano são convidados a assistirem juntos com os seus filhos um dia de aula. Na ocasião, cada professor ministra sua aula normalmente, com a diferença é claro, da presença dos pais. Na vivência do ano passado pude perceber em Luiz Filipe, meu filho de 10 anos um enorme sentimento de satisfação. Até porque, juntos, participamos de todas as atividades o que gerou em nós um sentimento de cumplicidade. No entanto, o que mais nos marcou foi o momento em que participamos da aula de educação física. Na ocasião, brincamos de bandeirinha, corremos, saltamos e como não poderia deixar de ser, rimos muito. Certa vez eu li um artigo escrito por um pastor bem idoso, que se ele pudesse regressar no tempo e recomeçar sua família de novo, uma das coisas que faria, seria desenvolver com seus filhos uma relação onde o riso sempre se mostrasse presente. Rir faz bem, e rir juntamente com os filhos faz a gente se sentir melhor ainda. Tenho aprendido que a relação entre pais e filhos deve ser uma relação onde à festa e a celebração se fazem presentes em quase todo tempo. Renato Vargens. 23.10.2008

 

Eu fui abençoada com três filhos maravilhosos, bonitos e inteligentes que hoje têm 30, 29 e 28 anos de idade. Lembro-me de um episódio interessante quando eles tinham 7, 6 e 5 anos. Minha filha mais jovem, de cinco anos, que estava sempre fazendo perguntas, voltou um dia do jardim de infância, para casa, e perguntou: "Mamãe, quantos filhos você desejava ter?" Pensei por um minuto e lhe respondi: "Dois". Ela refletiu por um momento e fez nova pergunta: "Eu e quem mais?" (Kathrine A. Barhydt). Aquela pequena menina podia até estar em dúvidas se a sua querida mãe pretendia ter os três filhos que possuía, mas certamente tinha certeza de que foi desejada e era muito amada por ela. E esta certeza a fazia muito feliz. Da mesma forma temos tudo para viver de maneira abundante e feliz. Somos filho muito amados do nosso Pai divino. Ele nos trata com carinho, nos cerca de cuidados, está o dia inteiro atento às nossas petições e jamais se afasta do nosso lado. Com Ele caminhamos sossegados, seguimos sempre em frente sem o temor de nos perdermos, descansamos no meio das crises, certos de que Ele cuidará para que tudo dê certo para nós. Se estamos inseguros quanto a um novo passo em nossa vida, podemos ir a Ele para buscar um conselho. Se cometemos alguma falha em uma decisão precipitada, contamos com Seu perdão e com Sua orientação para começar tudo de novo. Se uma decepção enche nosso coração de tristeza, Ele nos abraça e nos consola, sussurrando em nossos ouvidos: "Tenha bom ânimo, na próxima você conseguirá". Bom é saber que o nosso Pai amado está conosco a cada momento de nossas vidas. Para onde caminhamos Ele segue ao nosso lado. Não nos deixa jamais e Seu amor é o tesouro mais valioso que possuímos. 9.12.2008

 

15/5/2008 - O DIA: Comissão da Câmara aprova projeto de lei que amplia licença-maternidade, hoje, de quatro meses

Luciene Braga - A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou ontem, por unanimidade, o projeto de Lei nº 2513/07, que estende de quatro para seis meses a licença-maternidade. O projeto agora precisa passar pela análise de outras duas comissões — de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania — para ir a sanção presidencial, já que tramita em caráter conclusivo. "A presença da mãe ao lado do filho por mais tempo evita doenças na primeira infância, na fase adulta e tem reflexos até nos índices de violência". Segundo a SBP, é nos primeiros seis meses que se pode estimular fatores determinantes no desenvolvimento físico, emocional e intelectual da criança. O Ministério da Saúde defende o aleitamento pelo menos até os seis meses de vida. A recomendação tem amparo em descobertas recentes da neurociência, revelando que o cérebro cresce de forma mais intensa nos três últimos meses de gestação e nos seis seguintes. 28.1.2009

 

Irmãos mais velhos têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.  Já os caçulas penam para achar fotos do primeiro aniversário e mal sabem a circunstâncias em que chegaram à família. O que vestir: 1º bebê - Você começa a usar roupas para grávidas assim que o exame dá positivo. 2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que  puder. 3º bebê - As roupas para grávidas SÃO suas roupas normais. Preparação para o nascimento: 1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente. 2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram. 3º bebê - Você pede a anestesia peridural no oitavo mês. O guarda-roupas - 1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta. 2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descartas aquelas com manchas escuras. 3º bebê - Meninos podem usar rosa, né? Preocupações: 1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo. 2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho. 3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço. A chupeta: 1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la. 2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê. 3º bebê - Se a chupeta cair no chão, você limpa na camiseta e dá

novamente ao bebê. Troca de fraldas: 1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas. 2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário. 3º bebê - Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro. Atividades: 1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história... 2º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês. 3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria... Saídas: 1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes paracasa para saber se ele está bem. 2º bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar. 3º bebê - Você manda a babá ligar só se ver sangue. Em casa: 1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê. 2º bebê - Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê. 3º bebê - Você passa um tempinho se escondendo das crianças. Engolindo moedas: 1º bebê - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x. 2º bebê - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair. 3º bebê - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele. 17.2.2009

 

Certa vez meu pai admitiu e me disse: "Quando você estava crescendo, muitas vezes eu estava ausente". Eu não me lembro disso. Além do seu trabalho de tempo integral, muitas noites ele estava ausente para ensaiar o coral na igreja, o ocasionalmente viajava por uma semana ou duas com o quarteto masculino. Mas em todos os momentos significativos (e alguns de menor importância), ele estava lá. Por exemplo, quando eu tinha oito anos, eu participei de uma apresentação simples na escola. Todas as mães vieram assistir, e somente um pai - o meu. Através de diferentes maneiras ele sempre deixava saber, a mim e às minhas irmãs que nós éramos importantes para ele e que ele nos amava. E, ao vê-lo cuidar com carinho da minha mãe, nos seus últimos anos de vida, ensinou-me o que é o amor abnegado e altruísta. Meu pai não é perfeito, mas sempre foi um pai que me deu uma pequena idéia do que é o nosso Pai celestial. E, de forma ideal, isso é o que deve fazer um pai cristão. Às vezes os pais terrenos decepcionam e ferem seus filhos. Mas nosso Pai celestial é "compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor" (Salmo 103:8). Quando um pai que ama o Senhor corrige, conforta, instrui e provê as necessidades de seus filhos, ele lhes serve de modelo do nosso Pai perfeito celestial. 19-02-2009

 

"Todo mundo está pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos. Quando é que as pessoas pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"16-06-2009

 

Ao contemplar os fracassos do seu filho(a), olhe para trás e veja quantas foram as vezes em que você partiu também o coração dos seus próprios pais. Angie Carlyle18-06-2009

 

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem. Ela disse: - Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador. - Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha. Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha: - Melissa, o que você acha de irmos? Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos! O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração. Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha: - Hora de irmos, agora? Mas, outra vez Melissa pediu: - Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos! O homem sorriu e disse: - Está certo! - O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado. O homem sorriu e disse: - O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar... Em tudo na vida estabelecemos prioridades. Quais são as suas? Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável! Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.13-07-2009

 

Os filhos têm mais necessidade de modelos do que de críticos. (Joseph Joubert) 27.10.2009