Ilustrações Ilustrações F

Ferido

 

Frederico, O Grande, rei da Prússia por 46 anos, encontrou um de seus antigos generais em uma determinada cidade por onde estava passando. Havia entre eles uma desavença que já durava longo tempo. Quando viu o rei, o general o saudou com elegância e respeito, mas Frederico virou-lhe as costas. "Estou muito feliz que Sua Majestade não esteja mais zangado comigo," falou serenamente o general. "Como assim?", respondeu Frederico. "Porque Sua Majestade jamais virou, em toda a vida, as costas para um inimigo." Foi uma declaração ousada, mas que provocou uma reconciliação! Às vezes guardamos ressentimentos que duram anos e anos e que nenhum bem traz à nossas vidas. As mágoas armazenadas no coração servem apenas para minar nossas forças, fomentar amarguras e privar-nos da alegria de um viver em paz.

 

Numa troca de e-mails com várias pessoas, alguém enviou uma mensagem na qual estava escrito: "Não devemos magoar o coração de uma pessoa, afinal, podemos estar dentro dele!"

 

Alguém contava que quando criança, devido ao caráter impulsivo, sentia raiva à menor provocação, e que na maioria das vezes, sentia-se envergonhado e esforçava-se por consolar a quem tinha magoado. Um dia, foi visto pelo professor pedindo desculpas, depois de uma daquela explosão de raiva. O professor, então, lhe passou uma folha de papel lisa e disse: "Amasse esta folha!" Com receios, mas obediente, essa pessoa fez uma bolinha com o papel. "Agora", voltou a dizer o professor: "Faça com que este papel fique como estava antes". Naturalmente que não pode deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel havia ficado cheio de pregas. Então, disse-lhe o professor: "O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos, será tão difícil de apagar como esses amassados do papel". Assim, aquela pessoa aprendeu a ser mais compreensiva e mais paciente. Quando sente a vontade de estourar, lembra logo daquele papel amassado.

 

Era apenas uma pequena virgula, mas custou à sociedade de Lockheed alguns milhões. Ocorreu um erro no contrato com um cliente internacional - uma virgula fora do lugar num número crucial. A companhia insistiu que o fabricante honrava o contrato tal como estava escrito. Infelizmente para a firma Lockheed, o erro estava feito numa equação que ajustava os preços de venda, e isso causou-lhes um prejuízo de cerca de 70 milhões de dólares. Assim também é com o pecado. Ele tem um alto preço, mesmo que ao principio possa parecer tão pequeno! Transgressões aparentemente inofensivas podem acabar por fazer grandes danos. Transportar algumas quilos extras podem custar a um corredor um valioso tempo, numa importante corrida. Tal como "uma raiz de rancor" ou o "ódio nas nossas vidas" podem produzir um enorme dano espiritual em nós mesmos, em outros e na nossa relação com Deus. (Hebreus 12:15). - Fonte: www.gospelcom.net

 

"Antes de magoares um coração, vê se não estás dentro dele." José P. diCavalcanti Jr

 

Há muito tempo, num certo local de clima ameno e temperado, ocorreu um estranho fenômeno climático: um frio incomum, como nunca acontecera antes, chegou acolhendo os animais de surpresa. Havia ali uma colônia de porcos-espinhos, que, como os outros animais, nunca haviam passado por esta situação. Percebendo o problema, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas eles eram porcos espinhos, e os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. Por isso alguns, não querendo conviver com os espinhos alheios (só os alheios porque os seus próprios espinhos não incomodavam), tornavam a se afastar uns dos outros. Voltaram a sofrer de frio, e alguns chegaram a morrer congelados. Precisaram então fazer uma escolha: ou desapareceriam da face da terra, ou aceitavam conviver com os espinhos de seus semelhantes. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima pode causar, já que o mais importante era o calor do outro, ingrediente essencial à sobrevivência. E a colônia sobreviveu, está lá até hoje, e continua crescendo. Esta pequena história nos ensina a viver em comunhão. Não a comunhão irreal, que às vezes povoa nossa imaginação e exigimos que exista na Igreja, mas a comunhão real, onde pessoas pecadoras se rendem ao toque do espírito de Deus, aprendem a perdoar os "espinhos" alheios, procuram aparar as pontas agudas dos seus próprios espinhos e conseguem perdão quando um espinho teimoso fere quem está próximo, aquecendo nossa vida. - Fonte: goodnews@br.inter.net

 

Um homem dirigindo seu automóvel atropelou um cachorro. Desceu do carro e procurou socorrer o animal, que estava levemente ferido. Num movimento rápido, o cãozinho mordeu o braço do motorista. O homem, entretanto, não se zangou. Sabia que o cão o havia atacado porque estava ferido. Continuou, mais tarde, em seus trabalhos e lembrou-se do ocorrido, extraindo a seguinte lição: Há muitas pessoas que também atacam as outras com palavras duras, porque foram feridas antes. Não sendo crentes ou sendo crentes imaturos, não sabem reagir de outra maneira, por isso, agridem até mesmo quando são ajudadas.

 

Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem.

 

O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com as batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles. Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter, a dor, a bronca e a negatividade. Principalmente quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma. Vamos lá... jogue fora suas "batatas" e sorria! - Fonte: Tele-Fé On-Line.

 

O trauma é como uma torneirinha pingando; enxugamos o local, mas depois está molhado. Muitas pessoas fazem uma confissão sincera e mesmo assim continuam pecando, porque na verdade são portadores de traumas, precisam ser curadas na raiz; por isso peça que o Espírito Santo venha curar nas áreas que você realmente precisa. - Padre Léo

 

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. "Estou procurando trabalho. Sou carpinteiro. Talvez você tenha algum serviço para mim." "Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta." "Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos." O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: "Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei." Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: "Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse." De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho, começou a fechar a sua caixa de ferramentas. "Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você." E o carpinteiro respondeu: "Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir..." Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos... Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de magoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo. - http://br.groups.yahoo.com/group/forum-batistas

 

Walter Scott tinha  dificuldades  em  entender  a  idéia  de "oferecer a outra face." Mas  estas  palavras  de  Jesus  se tornaram bem claras para ele quando atirou uma pedra em um cachorro na rua, para afugentá-lo. A força com que atirou  a pedra e a pontaria foram além do que ele pretendia e  acabou quebrando a perna do animal. Em vez de  fugir,  o  cachorro, mancando, aproximou-se dele e lambeu sua mão.  Scott  jamais esqueceu  essa  resposta  comovedora.  Ele  disse:   "Aquele cachorro pregou o Sermão  do  Monte  para  mim  como  poucos ministros o fizeram anteriormente." Ele disse também que não havia encontrado seres humanos tão prontos  a  perdoar  seus inimigos. Muitas vezes,  durante  nossa  vida,  nos  vemos  diante  de situações que nos magoam,  que  nos  fazem  sofrer  e  ferem profundamente  nossas  almas.  E  como  temos   reagido a isso?Trancamo-nos dentro de nós mesmos? Retrucamos de  forma imediata? Guardamos  um  sentimento  de  vingança  para  uma próxima oportunidade?

 

Um dos filmes que mais aprecio é Forest Gump – O Contador de História. Uma das cenas se destaca para mim: uma jovem atira pedras contra a casa, em ruínas, de sua infância, enquanto Forest a observa. Depois ela se aproxima dele e com toda a simplicidade de sua alma, resume a dor que sente: “Às vezes, nem todas as pedras do mundo são suficientes. É a mais pura verdade. Em corações feridos, doloridos, humilhados, rejeitados, há muitas pedras para ser atiradas. 15/12/06

 

Certa filha ficou muito sentida e guardou mágoa da mãe durante longo tempo. É que brincando na sala, a menina quebrou uma peça de cristal que estava sobre a mesa. Ao quebrá-la, fez um corte profundo na mão, que sangrava abundantemente. A mãe, numa atitude impensada de super valorização de coisas, ao invés de socorrer o ferimento, lamentava a perda do objeto, enquanto repreendia severamente a filha. Valores diferentes, marcas diferentes – se a pessoa é mais importante, as marcas são sempre positivas. Manancial 4T2000. 16/1/07

 

Você sabia que uma ostra que não foi ferida não produz pérolas? As pérolas são uma ferida curada. Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. 26/2/07

 

"À vezes ofendemos mais com o nosso silêncio do que com a nossa impertinência." (William Hazlitt). 27/2/07

 

Contou o pastor J. Reis Pereira a história de um certo crente que, cansado de ouvir as murmurações de um outro, perguntou-lhe: !O irmão se lembra da parábola do Rico e do Lázaro?” “Claro que me lembro”.  “Lembra-se dos cães que vinham lamber as feridas do mendigo?” “Sim, me lembro, mas por quê?” “Porque o irmão se parece com esses cães: está sempre lambendo as feridas de seus irmãos, mas não faz nada para ajudá-los. 24-12-2007

 

Levar um fora dói de verdade, segundo cientistas da Universidade da Califórnia, Estados Unidos. Após excluir voluntários de um jogo de bola, eles analisaram o cérebro dos rejeitados com ressonância magnética e notaram o efeito de dor física. Para a ciência, um coração partido é como uma perna quebrada. – SuperInteressante, Nov/2003. 25-12-2007

 

A repreensão produzira (e produz ainda hoje) um sentimento de tristeza. Esta pode ser para o bem ou para o mal (conforme lemos em 2Coríntios 7.10, na continuação do assunto). Parece que o punido estava contristado pelo seu erro. Se a igreja não o ajudasse, ele poderia ser “devorado por excessiva tristeza”. “Devorado” é o termo grego Katapotheí. Aparece em 1 Coríntios 15.54, traduzido como “tragada”. A idéia é “descer pela garganta”, “ser engolido”. Se o membro da igreja arrependido não fosse ajudado, seria tragado, engolido pela tristeza. Como a igreja devia proceder? Dois verbos são mostrados como ação da igreja: perdoar e consolar. Atentemos para eles. “Perdoar’ é o verbo carísasthai, derivado de cáris, termo para “graça”. A igreja deveria mostrar graça para com o pecador. Nosso Deus nos trata com graça, mas nem sempre tratamos os pecadores com a mesma graça, e sim com rancor. No entanto, é com graça que devemos tratar os outros. A propósito, leia Mateus 18.21-35. “Consolar” é parakalesai, de onde nos vem “Parácleto”, “aquele que vem para estar ao lado”. A igreja não deveria estar contra a pessoa, e sim ao lado da pessoa, amparando-a. A igreja é a comunidade da graça e do consolo. Deve mostrar isto em seus relacionamentos. – Compromisso, 3T1995. 25-12-2007

 

Mulher não guarda rancor! Essa é uma prova que as mulheres não guardam rancores. Após um longo período de doença, a mulher morre e chega a os portões do Céu. Enquanto aguardava São Pedro, ela espiou pelas grades e viu seus pais,amigos e todos que haviam partido antes dela, sentados à mesa, apreciando um maravilhoso banquete.  Quando São Pedro chegou, ela comentou: - Que lugar lindo! Como faço para entrar? - Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira vez você entra; se errar vai direto para o inferno e ela respondeu: - Tá bom, qual é a palavra? - AMOR. Ela soletrou corretamente e passou pelos portões. Cerca de um ano depois, São Pedro pediu que ela vigiasse os portões naquele dia. Para surpresa dela, o marido apareceu. - Oi! Que surpresa! - disse ela. - Como você esta? - Ah, eu tenho estado muito bem desde que você morreu. Casei- me com aquela bela enfermeira que cuidou de você, ganhei na loteria e fiquei milionário. Vendi a casa onde vivemos e comprei uma mansão. Eu e minha esposa viajamos por todo o mundo. Estávamos de férias, e eu fui esquiar hoje. Cai, o esqui bateu na minha cabeça e cá estou eu. Como faço para entrar, querida? - Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira você entra, senão vai para o inferno. E ele respondeu: - Ótimo, qual é a palavra? - 'ARNOLD SCHWARZENEGGER'. 18-12-2008

 

"Vomita, que passa". Não permita que um sentimento que causa ennjôo em sua alma continue a estragar sua vida espiritual. Vomitar, no caso, seria connfessar a Deus os sentimentos negativos, pedir perdão ao irmão com quem está aborreciido, confessar a quem precisa ser confessaada a mágoa e a ofensa.30-09-2009