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Esconder

 

O chato se sumir, ninguém sentirá falta. Se acontecer de alguém fazer um BO (Boletim de Ocorrência), chegará ao delegado e dirá: "Seu delegado, Fulano desapareceu há 15 dias!". O delegado vai dizer: "Quinze dias? E só agora você vem dar queixa?" E a resposta será dada: "Sabe seu delegado, eu não estava acreditando... é que nunca dei sorte na vida!".

 

Não adianta se fazer de avestruz!

 

Não me contive ao ler uma reportagem da Revista Eclésia, intitulada "Missões nas Alturas". Dei boas risadas. É que se reportava o trabalho missionário de uma carioca no Nepal, um país distante, muito pobre, que tem o hinduismo por religião oficial e que proíbe pregar o cristianismo. Por isso, ela pediu que a Revista omitisse o seu sobrenome e algumas informações do seu trabalho. O que a Revista fez. Entretanto, no meio da página, colocaram a fotografia de da missionária com uma mulher nativa, e abaixo da foto escreveram: "Missionária Márcia (à direita) com uma nepalesa". Hehehe!! Adiantou omitir o sobrenome da missionária? (Revista Eclésia, pg 62 Ano VI Nº 72 - Dez/2001).

 

Estudantes da Bíblia têm dificuldade em identificar o "coelho" mencionado em Provérbios 30. Muitos crêem que se trata do daimão (pequeno mamífero sírio). Se assim é, então Deus está a chamar a nossa atenção para uma pequena criatura invulgar. O daimão é aproximadamente do tamanho de um porquinho da Índia ou cobaia grande, mas não está intimamente ligado a qualquer outro animal conhecido. Parece-se com um roedor e foi caracterizado como o "coelho das rochas". É extremamente vulnerável ao ataque dos seus predadores. Entre os seus inimigos estão as cobras, águias, milhafres, leopardos, cães, e outras criaturas de rapina como o mangusto. Então como é que este bichinho consegue sobreviver? A resposta é simples: Ele constrói a sua casa em cavidades ou fissuras na rocha, quase sempre do lado de uma falésia íngreme. Somos muito parecidos com o daimão. Somos susceptíveis a muitos perigos. A doença, a depressão, a tentação, a guerra, os acidentes e a solidão ameaçam-nos constantemente. Se pudéssemos ao menos encontrar um caminho para sobreviver como essa pequena criatura! Sim, podemos. Também nós temos uma Rocha na qual nos podemos esconder - O próprio Deus (Salmo 62:2). Confiar n'Ele não nos isenta dos problemas da vida, mas dá-nos proteção para a nossa alma. - Fonte: www.gospelcom.net

 

O Plantão de O Globo publicou no site do jornal, em 29/01/2007, uma nota divulgando que a sétima vítima do terrível acidente no metrô paulista (uma enorme cratera se abriu no chão, engolindo carros e gente), levava cocaína no bolso. “Um laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de São Paulo atestou que o contínuo Cícero Augustinho da Silva, de 60 anos, sétima vítima da tragédia no Metrô a ser resgatada dos escombros, levava no bolso, ao cair no buraco, treze papelotes de cocaína”. Estava no erro e não teve tempo sequer de lançar o erro fora. A família de Cícero se disse indignada com a informação 29/1/07

 

Se você quer fugir de Deus, o diabo lhe emprestará tanto as esporas como o cavalo. (Thomas Adams). 13/2/07

 

Duas amigas no céu: uma pergunta para a outra: - Como você morreu? - Congelada. - Ai, que horror!!! Deve ter sido horrível. Como é morrer congelada? - No começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando... Mas, depois veio a sonolência, eu perdi a consciência. E você, como morreu? - Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que meu marido me traía. Um dia cheguei em casa mais cedo. Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente assistindo televisão. Desconfiada, corri até o porão, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta. - Oh, que pena... Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas! 29.1.2008

 

- Papai, você sabe escrever no escuro? – Acho que sim, filho. O que é que você quer que eu escreva? – Seu nome no meu boletim. 07-05-2008

 

Uma série de jogos de computador vêm com uma característica especial chamada a "Tecla Chefe". Se você está jogando um jogo quando devia estar trabalhando, e alguém (como o chefe) entra no seu escritório, você rapidamente aperta a Tecla Chefe. O monitor do seu computador muda imediatamente, escondendo aquilo que estava fazendo. Tentar esconder dos outros quando fazemos algo de errado é natural. Podemo-nos sentir culpados, mas o nosso desejo de evitar admitir a nossa responsabilidade é normalmente mais forte do que a nossa culpa. Acã tentou esconder o seu pecado. Ele tinha roubado prata e ouro e escondeu-os na sua tenda (Jos 7:20-21). Mas quando os Israelitas foram derrotados na batalha, o Senhor disse ao seu líder Josué que a derrota se devera a pecado no acampamento (v 11-12). O Senhor identificou Acã como aquele que tinha pecado. E apesar de ele ter confessado, ele e a sua família foram executados (v.25). Podemos não entender porque é que Deus agiu tão duramente com o pecado de Acã, mas sabemos que Ele estava instruindo o Seu povo na Sua Santidade e na sua necessidade de obedecer aos Seus mandamentos (Ex. 20:17). Se tem sido desobediente, está na hora de deixar de te esconder. Deus está te chamando carinhosamente, oferecendo-te a Sua purificação, perdão, e restauração. - Anne Cetas. 10.12.2008

 

Rev. H. A. Ironside foi um famoso pastor e professor na Escola Bíblica Moody, em Chicago. Ele costumava contar a seus alunos sobre uma empregada doméstica que, ao ser perguntada como sabia que havia se tornado uma cristã, respondeu: " Eu sei que sou uma cristã porque agora eu varro debaixo dos tapetes!" Quando não temos um compromisso com Deus e o Senhor Jesus não vive em nosso coração, muitas vezes tratamos a verdade com indiferença e escondemos os pecados embaixo de nossos tapetes espirituais. Ao recebermos o Salvador, fazemos questão de remover toda a poeira que antes estava escondida e, com o perdão do Senhor, viver em pureza e santidade, como convém a todos os cristãos. 27-01-2009

 

Era uma vez uma velhinha que sabia andar de moto. Todo dia ela passava pela fronteira montada na motocicleta, com um bruta saco atrás. O pessoal da alfândega (tudo malandro velho...) começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na moto com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou-a parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela: - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa todo dia por aqui, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, respondeu: - É areia!  Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da moto para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou a velhinha que fosse em frente. Ela montou na moto e foi embora, com o saco de areia atrás. Mas o fiscal ficou mais desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na moto com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era 'areia, uai!'. O fiscal examinou e era areia mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou: - Olha, vovozinha, eu sou fiscal da alfândega há mais de 40 anos. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. - Mas no saco só tem areia! - Insistiu a velhinha e já ia tocar a moto, quando o fiscal propôs: - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual o contrabando que a senhora está passando aqui todos os dias? - O senhor promete que não 'espáia'? Quis saber a velhinha. - Juro!!! Respondeu o fiscal. - É moto!!! 19-02-2009

 

Conta-se que quando a rainha Vitória passava o verão no castelo de Balmoral, costumava, disfarçada para não ser reconhecida, fazer longas caminhadas pelas propriedades rurais das redondezas. Em uma de suas caminhadas ela pediu a um criado que a acompanhasse à distância. Numa determinada estrada ela deparou-se com um rebanho de ovelhas conduzido por um camponês, o qual, preocupado com uma possível debandada dos animais, gritou nervoso: “Saia da estrada, velha estúpida!”. A rainha sorriu, e, sem nada dizer, escondeu-se à beira da estrada. Quando o seu criado chegou perto do irritado condutor das ovelhas, informou-lhe que aquela senhora era a rainha da Inglaterra. E o moço ficou constrangido, mas replicou: “Por que ela não se veste como uma rainha?” (Walter Baxendale, citado por Moysés Marinho de Oliveira em “Manancial de Ilustrações” – JUERP). Essa história serve para lembrar aos crentes de quem eles são e como devem se apresentar perante o mundo. À rainha Vitória não era reprovável fazer alguns passeios disfarçada de camponesa. Mas a um crente, apresentar-se (agir) como um incrédulo sempre será reprovável.17.6.2009