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Depressão

 

Foi divulgado na Revista Super Interessante que a depressão é o distúrbio psiquiátrico mais comum do mundo - afetando uma pessoa em cada 20, o que faz do Prozac, a pílula de antidepressivo mais vendida de todos os tempos. Hoje é tomado por 40 milhões de pessoas em mais de 90 países.(Revista Super Interessante Nº 168 Set/2001, pg 54).

 

O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia. - Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro. - Sou a Sra. Adams, disse-lhe. – nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana... - Para as flores, lembrou o vigia. - Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho. - Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer. O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza: - Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores... - Como assim? Perguntou a dama. - É que... a senhora sabe... as flores duram tão pouco tempo... - E afinal, aqui, ninguém vê... - O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou a senhora Adams. - Sei, sim senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos. - Lá, sim, é que as flores fazem muita falta... - Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume. A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem. Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro. - Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável. - O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz. - Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei. - É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças. A Sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria. - Fonte: momento.reflexao@nossogrupo.com.br

 

Numa edição, já esgotada, do seu livro acerca da depressão, o autor Roger Barrett descreve-a como uma "infeliz experiência que nos leva a ficar exaustos, desinteressados, e num profundo e inútil desespero... Sentes-te fracassado, encurralado. . . É horrível!" - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2000

 

Autor do livro "Emotions - The Science of Sentiments" (Emoções - a Ciência dos Sentimentos), Dylan diz que até a tristeza, quando não é depressão, tem um papel importante para a inteligência. "A tristeza nos obriga a repensar atitudes, mudar, evoluir", diz. "Evitá-la a qualquer custo tomando antidepressivos como Prozac pode nos tornar frios, distantes e pessoas menos lapidadas do que poderíamos ser". (Revista Superinteressante - Edição 171, pg 60 - Dezembro 2001).

 

O deprimido reduz sua visão ao pessimismo e se torna autodepreciativo. O conselho de Abraão Lincoln para este tipo faz muito sentido quando ele diz: "A maioria das pessoas será feliz na medida em que decidir sê-lo". (Fonte: estudosgospel@grupos.com.br).

 

Três classes de pessoas são infelizes: a que não sabe e não pergunta; a que sabe e não ensina; e a que ensina e não faz. (V.Beda).

 

“A dor é inevitável, mas a tristeza é uma opção".

 

Certa menina, num dia de Natal, estava hospitalizada. De seu quarto ouviu os cânticos natalinos entoados numa igreja próxima e entregou sua vida a Cristo. Depois conseguiu ouvir também a pregação transmitida por alto-falante. Tendo tido alta, disse à enfermeira: “Como foi bom! É maravilhoso crer em Cristo”. A enfermeira respondeu: “Essa é uma história antiga”. “Mas você não a conhece”, respondeu a menina. “Como é que você acha?” Indagou a enfermeira. “Pela sua expressão”, disse a menina. “Você está sempre triste”. A menina estava certa: “Jesus Cristo é fonte de alegria. Quem O conhece não pode andar triste".

 

Por que será que há tanta gente de cara amarrada nas igrejas? Igreja é lugar de alegria, de paz, de felicidade. E mesmo fisicamente, é muito melhor rir. Sabem por quê? Porque para rir nós movemos dezenove músculos da face, mas para “fechar a cara”, precisamos movimentar quarenta e sete músculos.

 

Ao concentrar-se em mim mesmo só vejo a minha condição de nudez e miséria. Ao concentrar-se em Deus vejo somente conforto e segurança! - C.H. Mackintosh

 

Numa página na Internet, uma francesa de nome Clemence, explicou o desejo de pôr um fim à vida com poemas, fotos, referências ao amor não correspondido, ao sangue, à dor de viver e à fascinação pela morte. "A vida é feia, a morte é bela. Tomara que eu morra! (...) A minha vida terminou justamente quando acabou de começar", escreveu a jovem neste blog, ilustrado pela imagem de um anjo caído, com as asas arrancadas. Clemence se suicidou. - Beatriz Lecumberri
PARIS, 1 fev (AFP).

 

Um eminente clínico especialista em geriatria, sobre a melhor terapía para uma anciã, aconselhou: "O melhor antidepressivo de idoso é papo!" - Jeiel CF Souza, em O Jornal Batista.

 

Gette, o magnata do petróleo, morreu em 1978. As suas últimas palavras foram: "Sou muito infeliz, sou um pobre homem rico". - Nilson Babo, em O Jornal Batista, 15.07.1983.

 

Se voltarmos os olhos e contemplarmos o triste exemplo de Davi, em seu pecado de adultério, e se pudéssemos perguntar: "Davi, o que é dor?" Ele na certa diria: "Já perdi pai, mãe, filhos, inclusive meu amado Absalão, mas tristeza semelhante a que senti quando o homem de Deus, Natã, me fez reconhecer o meu pecado, jamais vivi antes". - Elzir Durval de Carvalho, em O Jornal Batista.

 

A Dona Tristeza e seus e seus parentes não moram no nosso coração. E mais cedo ou mais tarde irão embora.

 

Recordemos as palavras de um personagem do romancista português José Saramago ao ver as imagens dos santos nos altares: "Como são tristes os santos, onde os colocam ali permanecem. Se isso é santidade, o que será condenação?".

 

Contou um pastor campista (Campos dos Goitacazes-RJ): "Acabei de chegar de um funeral, até aqui tudo bem, você pode imaginar que participar de funerais é algo comum no ministério pastoral. Entretanto, dentre algumas dezenas de funerais que eu já participei como pastor, este talvez tenha sido o mais difícil, por duas razões: Primeiro, foi um funeral de alguém cansado de uma vida que he pregou peças e o tornou solitário, não pelo abandono da família, mas pelo desprezo de tantas outras pessoas que poderiam estar ao lado dele. Segundo, foi um funeral de um colega de ministério, um pastor, aquele que em nosso meio gostamos de designar como "um homem de Deus". Seu nome? ...Jeives Pontes Soares. Nos poucos instantes que pudemos estar com seu corpo inerte necessitando ser logo sepultado pelo adiantado estado de decomposição, pudemos sofrer com a família, mas creio que cada pastor que estava presente teve um sofrimento a mais. Em nome da Ordem dos Pastores do nosso Estado levei uma palavra de consolo, e ouvi da esposa enlutada: "Meu marido morrer sem saber que ele era importante para vocês". Esta frase doeu no meu coração, eu ficava me perguntando: Por que não chegamos antes? Muitos de nós sabíamos que ele não estava bem, nos últimos anos estava passando por momentos difíceis, mas...

 

A Revista Seleções Reader´s Digest trouxe um pequeno artigo chamado “Afaste a tristeza do coração”, notificando que cerca de 40% dos que sobrevivem a um ataque do coração entram em depressão logo após o incidente, o que aumenta a probabilidade de outro ataque ou até a morte. 30/11/06

 

Veja — Os casados são mais felizes que os solteiros? Martin Seligman, psicólogo, respondeu: “Sim, o casamento está intimamente ligado à felicidade. Uma pesquisa nos Estados Unidos ouviu 35.000 pessoas nos últimos trinta anos. Dessas, 40% das casadas se disseram muito felizes, contra apenas 24% das solteiras, viúvas e separadas. A vantagem para os casados parece estar ligada ao fato de que eles se sentem mais amparados. Existem, no entanto, duas outras explicações para essa diferença de porcentagem, que antecedem o casamento em si: as pessoas felizes são mais predispostas a se casar e a manter o relacionamento. Os deprimidos tendem a ser mais retraídos, irritáveis e voltados para si, o que os torna menos interessantes. – Veja, 10.03.2004. 24-12-2007

 

Coma apenas quando estiver com fome. Os americanos comem por vários motivos além da fome, principalmente tédio, solidão, estresse ou medo, um conceito que não existe em outras culturas. "Você não pode transformar a comida numa solução para tudo em sua vida e ainda assim esperar ser magro", diz o Dr. Katz. "Se você come por tédio, descubra um passatempo. Se come para aliviar o estresse, aprenda a meditar ou a fazer ioga." – Revista Seleções. 8.1.2008

 

Há um provérbio inglês que diz: "Devemos fazer públicas nossas alegrias e esconder nossas mágoas." O apóstolo Paulo fala no início do capítulo dois: "Mas deliberei isto comigo mesmo: não ir mais ter convosco em tristeza. Porque, se eu vos entristeço, quem é, pois, o que me alegra, senão aquele que por mim é entristecido?" (2.1,2). 26.3.2008

 

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d‘água e bebesse. - "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre. - "Ruim" disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse: - "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: - "Qual é o gosto?" - "Bom!" disse o rapaz. - Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre? - "Não" disse o jovem.  O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago... 4.5.2009
 
'Michael Jackson vivia como um cadáver', diz enfermeira. Londres (Inglaterra) - Uma enfermeira que trabalhou na clínica do dermatologista de Michael Jackson, Kathryn Buschelle, disse ao jornal inglês The Sun que o cantor vivia como um zumbi. Segundo ela, o músico era viciado num medicamento sedativo chamado Diprivan. Ele tomava altas doses para passar o dia todo dormindo. "Ele poderia ficar até 72 horas vivendo como um cadáver. Parecia um zumbi", afirmou. Tudo teria começado com a obsessão do cantor pela aparência. Os tratamentos de pele o deixaram viciado no remédio, que ele tomava para não sentir dor. "Depois a droga começou a ser o único propósito que o fazia ir à clínica. Foi um ciclo insano", disse a enfermeira. Já Kristina Fournier, que trabalhou em Neverland, disse que todos os funcionários sabiam do problema de Michael Jackson com drogas, segundo o site TMZ. A publicação teve acesso a documentos da investigação do "rei do pop" em 1993, quando ele foi acusado de molestar crianças. No tribunal, Kristina disse que achou muitas seringas enquanto trabalhava em Neverland, mas nunca viu o cantor injetando drogas. Ela também contou que médicos "entravam e saíam" de Neverland o tempo todo e que o patrão tinha períodos bons e ruins, mas quando estava numa fase ruim ia até o fundo do poço. Segundo Kristina, Jackson era constantemente encontrado pelos funcionários com os olhos virados e falando coisas sem sentido. As informações são do Terra24.8.2009
 
A depressão pós-parto é um mal que ataca a muitas mulheres. Segundo opinião do obstetra Hildebrando Carneiro, professor da UERJ, quando o bebê nasce, a mulher tem a sensação de que ele não está mais protegido e que ela não será capaz de cuidar dele fora do seu ventre, o que gera o estado depressivo. O jornal dá ainda a opinião de outro obstetra, José Roberto Tisi Ferraz, de que a depressão pós parto pode também ser causada por situações difíceis enfrentadas pela gestante, tais como gravidez indesejada, traumas de parto, dificuldades econômicas e sociais.6.10.2009