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Confiança

 

Quanto maior for a crença em seus objetivos, mais depressa você os conquistará! MaxWell Maltz

 

Engraçado como é simples falar mal de Deus E depois imaginar porque o mundo está indo tão mal Engraçado como acreditamos em tudo que o jornal diz Mas questionamos o que a Bíblia diz Engraçado como todos querem ir para o céu Porém não precisam acreditar, pensar ou dizer nada do que a Bíblia diz Ou será que é assustador? Engraçado como alguém pode dizer: "Eu creio em Deus" Mas ainda segue Satanás (que a propósito, também acredita em Deus) Engraçado como você pode mandar mil piadas por e-mail E elas se espalham como fogo mas quando você começa a enviar Mensagens sobre o Senhor as pessoas pensam duas vezes antes de partilhar Engraçado como o sexismo, a crueldade, a vulgaridade e a obscenidade Transitam livremente pelo espaço cibernético, mas, uma discussão pública sobre Jesus é suprimida da escola e do local de trabalho Engraçado, não? Engraçado como alguém pode estar tão empolgado por Cristo no domingo E ser um Cristão invisível no resto da semana Você está rindo? Engraçado como você irá encaminhar essa mensagem Você não irá mandá-la para muitos em sua lista de endereços. Porque você não está certo sobre o que eles acreditam; Ou o que irão pensar de você, por ter mandado isso a eles. Engraçado como posso me preocupar mais com o que pensam de mim Do que com o que Deus pensa de mim. Você está pensando? Se você não sentir vergonha de fazê-lo, passe esse e-mail pra frente.... mas somente se você realmente sentir que sim! Sim, eu amo Deus. Ele é a fonte de minha existência e meu Salvador. Ele me mantém todo e cada dia. Sem Ele eu não sou nada, mas com Ele eu posso todas as coisas através de Jesus Cristo, que me fortalece. Filipenses 4:13 Se você ama a Deus e não tem vergonha de todas as coisas maravilhosas que Ele tem feito por você, mande este e-mail para várias pessoas!

 

Se quiseres, confia na pata do coelho: mas lembra-se de que ela não deu sorte ao coelho.

 

Um padre foi até a Barbearia do João, e ao final do corte o Barbeiro falou: - "Para um homem de fé o corte é de graça". O padre ficou muito agradecido e no dia seguinte mandou um bom vinho ao barbeiro. Um pastor foi até a mesma barbearia e ao final do corte o Barbeiro diz: - "Para um homem de fé o corte é de graça". O pastor ficou muito agradecido e no dia seguinte mandou uma caixa de bombons ao Barbeiro. Um rabino foi até a tal barbearia e a história se repete. - "Para um homem de fé o corte é de graça". No dia seguinte o rabino mandou mais três outros rabinos para cortar o cabelo... Que é que há com os religiosos?

 

Uma mulher, lendo Mateus 17.20, resolveu fazer a experiência. Orou a Deus que removesse uma montanha que ficava em frente da sua casa. Orou... orou... tornou a orar, sempre de olhos fechados. Depois parou e foi abrindo os olhos devagar... desconfiada. A montanha lá estava no mesmo lugar. Ela, então, com toda a naturalidade, disse: - "Eu já sabia que Deus não ia mesmo remover essa montanha..." "Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida, é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte" (Tg 1.6).

 

Uma menina estava presente a uma reunião de crentes que traçavam planos para irem à igreja naquela noite orar pedindo que Deus mandasse chuva, pois havia grande necessidade, de vez que uma prolongada seca assolava a região. Foi então que alguém notou a menina que levava um guarda-chuva no braço. Perguntaram -lhe: - "Com uma seca destas, por que você está levando um guarda-chuva, menina?" - "Ora, irmão. Nós não estamos indo para a igreja pedir a Deus que mande chuva? O irmão não acha que Deus nos vai atender e que choverá realmente?" "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que sendo vêem" (Hb 11.1).

 

Certo soldado estava morrendo no campo de batalha, quando o capitão lhe perguntou: “De que igreja você é?” “Da igreja do Senhor Jesus cristo”, respondeu o soldado. "Quero saber qual a sua convicção, rapaz!” Alterou o capitão. O soldado ferido, olhando para o alto citou: “Estou convicto – que nem morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente século, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-me do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 8).

 

Na ocasião em que Deus usou Gideão (que definiu a si mesmo como o “menor” membro da família “mais pobre”) para conduzir o povo de Israel a uma batalha contra os midianitas , primeiro ele fez uma redução drástica nas tropas, para que os soldados pudessem confiar apenas na força do Senhor. Embora o inimigo se contasse em 135 mil valentes, Deus reduziu os 32 mil homens de Gideão (na em desvantagem na proporção de 4 para 1) para 300 apenas. Parece que a desvantagem numérica, na proporção de 450 para 1, se enquadrava melhor nos desígnios de Deus. Após a batalha, não tiveram a dificuldade de reconhecer que sua vitória fora um milagre de Deus – e não conseqüência de uma estratégia militar superior. E não tiveram dúvidas sobre quem era o merecedor de toda glória (Jz 6, 7). Está vendo por que o Senhor, às vezes, nos “poda” ao ponto de nos sentirmos fracos e incapazes, quase sem esperanças? É porque Ele deseja que confiemos apenas nEle.

 

Um garotinho estava muito feliz porque conseguira desenhar um navio. Ele tinha seis anos de idade. E seu desenho parecia mesmo um navio. Para completar a “obra de arte”, ele desenhou duas bandeiras, uma em cada extremidade do navio. Quando, tudo pronto, foi mostrar à mamãe; sentiu-se desconcertado porque a mãe observou: “Filhinho, a bandeira da popa está em posição certa mas a da proa não. Ambas devem estar voltadas para trás, seguindo a direção contrária a do movimento do navio.” – “mas, mamãe, o vento está soprando forte para frente!” “pois bem, neste caso, ambas devem estar voltadas para frente.” Assim é com o cristão. Ele arvora duas bandeiras: a da FÉ e a das OBRAS. Ambas devem estar na mesma direção, ambas impelidas pela graça divina.

 

Quando eu cursava o Seminário Batista Fluminense, na cidade de Campos-RJ, um colega da turma do 1º ano me viu à entrada da biblioteca e perguntou: “Sabe de algum bom livro sobre a fé?” Minha resposta de imediato foi: “O melhor livro publicado que tenho notícia sobre fé é a Bíblia. Leia a Bíblia”. Só fiquei receoso do calouro não ter se agradado muito com a sugestão...

 

Quando nossa vida está nas mãos de Deus não há Mar Vermelho que não se abra; não há montanha que a fé não remova; não há tempestade que não se acalme; não há gigante Golias que a funda não derrube!

 

Uma velhinha que se dizia muito crente, muito fervorosa, morava numa choupana que um fazendeiro lhe concedera atrás do morro. Era o morro, entretanto, que a aborrecia. Tirava da pobre velhinha a visão panorâmica do lindo vale que se estendia em formosa campina. Um dia, tendo lido as famosas palavras de Jesus: “Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: passa daqui para acolá, e ele passará”. Aí, todas as tardes, ao fechar a janela, a fervorosa senhora pedia a Deus que conforme a promessa, tirasse aquele monte de frente a sua casa. Ela ia deitar-se em seguida. Quando, decididamente, resolveu levar este pedido de oração à sério, orou bastante e foi deitar. Durante a noite, o tal monte continuava no mesmo lugar. Na manhã seguinte, muito cedinho, a velhinha correu a abrir a janela. Mas lá estava o morro, firme como nunca! A velhinha não se conteve e disse: “Ah! Eu sabia que não ia sair mesmo!” Um típico exemplo de fé falsificada...

 

Numa grande cidade, dessas de tráfego intenso, numa avenida, sem nenhum semáforo por perto, um pai procurava atravessar segurando a mão da filha de sete anos. Depois de alguns minutos de indecisão e de espera, o pai alcançou o outro lado da avenida tendo sempre a filha à mão. Ao se encontrar do outro lado, a menina logo exclamou: “Aquele edifício do outro lado, papai, tem 10 andares. Eu os contei direitinho!” Porque confiava no pai, a menina, despreocupadamente, não tinha visto o perigo da rua e dos carros. É assim de fato: Quem confia no Senhor, fica em paz!

 

Certa vez três amigos encontraram-se após muitos anos de separação. Contando suas experiências, um deles disse: “Sou um homem muito infeliz. Perdi todo o dinheiro que possuía. Não tenho mais nada”. O outro disse: “É difícil a sua situação, mas não é tão triste como a minha. Perdi minha querida esposa e meus dois filhos. Oh! Se pudesse dar tudo o que você perdeu para tornar a vê-los!” O terceiro amigo disse: “A infelicidade de vocês é pequena comparada com a minha. Um de vocês perdeu o dinheiro, que pode ser recobrado. O outro perdeu os queridos, porém, espera encontrá-los no céu. Mas eu perdi o que de mais precioso existe sobre a face da terra: eu perdi a fé”.

 

"Pela fé podemos crer que a luz de Deus está adiante, mesmo quando nosso caminho é escuro".

 

O amado servo de um centurião romano estava doente. O centurião sabia o que era estar sob autoridade e por isso pediu ao Senhor que apenas dissesse uma palavra. Ele creu na autoridade do Senhor. Não nos causa admiração que o Senhor elogiasse a sua grande fé: "Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta" (Mt 8.10).

 

O primeiro passo para a queda do homem foi Eva substituir o que OUVIU de Deus ("Não comerás") pelo que VIU (árvore "agradável à vista"). Depois da queda, ao ouvirem a voz de Deus, Adão e Eva apressaram a esconder-se. Desde essa ocasião, Deus tem falado com bondade e clareza à humanidade. A maioria, entretanto, não deseja OUVIR. Uma tragédia, porque é por OUVIR a Palavra de Deus que vem a fé.

 

O biólogo americano, Edward O. Wilson, declarou numa entrevista: "A mente humana evoluiu para acreditar em Deus. Não evoluiu para acreditar na biologia". (Revista Super Interessante Nº 168 Set/2001, pg 99).

 

No sábado, dia 6 de outubro de 2001, tomei posse na ministração do propósito de evangelismo e missões da IB-Central em São Fidélis-RJ e, naquela noite, o pregador, Pr. Silas de Freitas, disse que "quando olhamos para Deus, temos ótimas razões para não desanimarmos".

 

A Revista Veja, edição 1731, anunciou pomposamente o resultado de sua pesquisa: "99% dos brasileiros crêem em Deus". Que Deus?, ficamos a perguntar. Alguém lendo aquela reportagem, comentou: "Nosso problema não é crença, mas obediência". (O Jornal Batista, pag. 8, de 7 a13/01/2002).

 

Quando as pessoas me dizem que estão com a fé fraca, eu pergunto: "Você está lendo a Bíblia regularmente?" "Na verdade, não". Você está estudando a Bíblia?" "Bem, não exatamente". "Você está memorizando as Escrituras?" "Não". "Bem, então como pode esperar que sua fé cresça?" A Bíblia diz: "A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus" - Rm 10.17. (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 26 - Ed Vida).

 

Em certa aula foi declarado que "filosofia e fé são a mesma coisa. Encontram-se no mesmo grau para a razão humana". Um aluno contestou, valendo-se da seguinte comparação: "Filosofia é você entrar numa sala escura, totalmente escura, procurar um gato preto, sabendo que não há gato preto algum lá. Fé é você entrar numa sala totalmente escura, procurar um gato preto, sabendo que não há gato algum lá, e achar o gato". Esse argumento é formidável! A fé supera a lógica e ignora a razão humana!

 

A fé começa na mente das pessoas.

 

Mendelssohn, certa vez, visitou a Catedral de Friburgo e, depois de ter ouvido o grande órgão, dirigiu-se para ele, pedindo licença para tocar. O velho organista, zeloso de seu instrumento, recusou a princípio, mas adiante da insistência do estranho, deixou-o experimentar aquele órgão, considerado em toda a Europa. Depois de alguns momentos passados em êxtase, deleite e surpresa, o velho homem, num ímpeto, pôs as mãos nos ombros do inspirado músico e exclamou! "Quem és? Qual o teu nome?" "Mendelssohn", respondeu o estranho. Com lágrimas nos olhos, disse então o velho organista: "E pensar que eu quase impedi Mendelssohn de tocar nesse órgão!" Hoje, Jesus quer tocá-lo...

 

...quando temos fé, a nossa fé funciona como um escudo, que impede os dardos inflamados do inimigo nos atingirem. Por exemplo: o inimigo lança em você um dardo de insegurança: tendo você que pagar um determinado compromisso daqui a dez dias, ele lança o seguinte dardo: "Acho que não vou ter dinheiro para pagar aquela conta". E então começa a se preocupar. Fica angustiado, nervoso. Pronto, esse dardo conseguiu atingi-lo! O que você deveria ter feito? Deveria ter usado o escudo da fé, dizendo algo mais ou menos assim, quando aquele pensamento lhe veio a mente: "A Palavra de Deus diz: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mas ele fará" Portanto, entrego o meu caminho a Ti, Jesus, e sei que tu cuidarás deste meu problema". (Milton Azevedo Andrade, em Vida Em Abundância, pg. 226).

 

A palavra "impossível" não está no vocabulário de Deus. (Fred D. Jarvis, em O Arauto da Sua Vinda, março-abril/2002).

 

Uma querida irmã passou por uma experiência de enfermidade grave. Ela teve um enfarte muito violento. No hospital, após verificar seus exames, disse-lhe o médico: "Eu preciso ser bastante sincero. O seu caso é insolúvel. Se eu não a operar, a senhora terá no máximo nove meses de vida. Se o fizer, o mais provável é que morra na mesa de operação". Não é fácil escutar palavras como essas de um médico - "ou você morre ou você morre..." - ainda mais quando se tem apenas quarenta e cinco anos, um casal de filhos adolescentes e duas netinhas para criar. Se fosse o caso, ela estaria pronta a seguir para a glória. Mas acreditava que sua presença aqui na terra ainda era muito necessária. Assim, respondeu ela: "Doutor, sou serva do Senhor e confio no poder de Jesus. Para Deus, não existem casos insolúveis. Nós vamos fazer essa operação! E tenho certeza de que não vou morrer!" Pela graça de Deus, a cirurgia foi um sucesso e sua recuperação, surpreendente. Hoje os médicos dizem que ela tem um coração de menina! Para que esse verdadeiro milagre acontecesse, aquela senhora precisou crer no poder do Senhor para curá-la. Mas teve, também, de tomar a iniciativa de submeter-se à cirurgia. Ela creu e agiu. E o Senhor honrou sua fé e abençoou sua ação. (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 46).

 

O último ato profético de Eliseu ensina uma lição interessante. Procurado pelo rei Jeoás, que tinha nos síros sua pedra no sapato, Eliseu mandou que ele tomasse arco e flechas e atirasse na direção do Oriente. O homem de Deus chamou aquela flecha de “flecha da vitória do Senhor” e disse que ela representava a conquista sobre os síros. Depois, mandou que Jeoás ferisse a terra com as flechas. Ele o fez por três vezes. Então o profeta se indignou, dizendo – “cinco ou seis vezes a deverias ter ferido, então, ferirías os siros até os consumir, porém, agora só três vezes ferirás os siros”. O que aconteceu­_ Jeoás não entendeu a linguagem profética ou, se entendeu, não teve fé para assumí-la. Deus estava querendo que ele estabelecesse alvos ousados, mas ele foi tímido. Por isso, ao invés de exterminar o inimigo, apenas o enfraqueceu. Nesses dias, o Senhor está colocando flechas de vitória em nossas mãos. Você crê comigo ou vai ferir a terra com timidez? (Pr Danilo Figueira, em Koinonia, pg 3 / Ano XI Nº 36, 01/01/2002).

 

Uma frase maravilhosa é essa: "Você apenas crê realmente na parte da Bíblia que você pratica".

 

Se você não está se arriscando é porque não está agindo com fé.

 

Un gran equilibrista había tendido una cuerda desde un borde al otro de un acantilado. El se aprestaba a hacer su demostración y la multitud, situada abajo, esperaba ansiosa. -¿Creen que puedo cruzar al otro lado caminando por la cuerda?- Preguntó el artista. -¡Sí! - Contestó la multitud. Y allá fue el hombre llegando a la orilla opuesta en medio de los aplausos y el bullicio. -¿Creen que puedo cruzar al otro lado llevando una carretilla?- . xxxxz Ahora : ¿Creen que puedo cruzar llevando una persona en la carretilla? Preguntó. -¡Sí! Nuevamente fue la respuesta. Entonces el artista dijo: - ¿Quién es voluntario para subir a la carretilla?. Se hizo un silencio total. Todos se estremecieron. Todos temieron. Todos creían siempre y cuando no estuviera en juego su seguridad personal. En realidad no creían. No confiaban en él. Entonces de la multitud surgió un niño, que rápidamente corrió y subió a la carretilla. Ambos el equilibrista y el niño llegaron sin demora al otro lado, corriendo por la cuerda. Ese niño era el hijo del artista, que confiaba con todo su corazón en su papá. Cuantas veces nosotros decimos que creemos pero no es así. Pensamos que Cristo es el Salvador del Mundo pero no creo que sea mi Salvador. Creemos que el libró a otros pero no creo que me librará a mí.. Creo que sanó a otros pero no creo que me sanará a mí. No me atrevo a emprender alguna tarea difícil, porque creo que no me sostendrá. Ojalá nuestra fe sea como la de ese niño!

 

Certa vez, um menino assustou-se com o que via em casa. Seu pai morrera e sua mãe, em desespero, abraçava-se ao cadáver do marido, aos gritos, inconsolável. Pessoas amigas tentavam confortá-la. Em vão. O garoto que mal compreendia o que se passava quis esclarecimentos. Por que tanta dor? Não haveria consolo para sua mãe? Aos poucos, ela encontrou palavras para descrever ao filho a triste situação em que se encontravam. O pai morrera, e assim, eles estavam sozinhos. Tinham perdido o único amigo e um amparo certo. Quem lhes daria casa, comida, roupa, alegria, amor? Estavam irremediavelmente sós... Não tinham mais nada... nada! E ela recomeçou a chorar com mais intensidade ainda. Mas, em meio à angústia que o oprimia, ela ouviu a vozinha do filho que he perguntava: "Mas... Deus morreu também" Não! Deus não morrera, nem morrerá nunca! Feliz criança que aprendera a confiar em Deus!

 

Se tudo que acontece em seu ministério é previsível, você não não precisa de fé.

 

Jorge Muller não pedia auxílio a outros, pedia somente a Deus. Diz-se que ele por mais de vinte mil vezes foi-se deitar, à noite, sem ter nada em casa para comer nem ele nem os seus órfãos. Quando alguém lhe perguntou se conseguia dormir nessas circunstâncias, ele respondeu: "Todas as vezes”. E nunca faltou comida no dia seguinte para ele e para os órfãos que chegaram a dois mil. Quando um amigo quis conhecer o segredo de tanta fé, Jorge Muller, levantou a Bíblia e disse: “Tenho lido este livro inteiro cem vezes. Conheço o Livro e conheço o Deus do Livro”.

 

Um homem esticou um cabo de aço sobre as cataratas do Niágara, que ficam na divisa entre o Canadá e os Estados Unidos. Em seguida, atravessou andando sobre o cabo de aço. Foi e voltou. A multidão, extasiada, aplaudiu. Aproximando-se de uma velha que estava no meio do povo, aquele homem perguntou: "A senhora acredita que eu consiga atravessar novamente?" "É claro!" - respondeu a mulher entusiasmada. "Eu conseguiria atravessar levando um carrinho de mão?" "Tenho certeza que sim!" (Observe que a mulher acreditava). "A senhora acredita que eu poderia levar uma pessoa dentro desse carrinho?" "É claro que eu acredito!" - insistia a mulher. "Então", disse o homem, "a senhora poderia, por favor, entrar no carrinho?" "De jeito nenhum. O senhor está louco????" A mulher cria mas não confiava. Assim, não basta acreditar que Deus existe. Isso é um bom começo. Porém, é necessário o compromisso com ele e a entrega da vida em suas mãos. A fé precisa se mostrada através das obras (Tg.2.15-17).

 

A professora pergunta aos alunos: - Quem aqui faz oração antes das refeições? Todos levantam a mão, menos Joãozinho. - Joãozinho! Você não ora antes das refeições? - Não, fessora... Lá em casa não precisa! A minha mãe cozinha bem! 

 

Há certas coisas na vida que são individuais, como por exemplo, comer, beber, dormir, etc. A fé sobrenatural e a confiança em Deus são também individuais tanto quanto as muitas lutas e provações na vida; nesse caso,cada um tem de lutar por si mesmo.

 

La víspera de Año Nuevo de 1916, un capellán habló a los soldados de la comunidad de naciones británicas en el Cairo, Egipto. De pie delante de hombres cuyas vidas habían sido completamente alteradas por la Primera Guerra Mundial, Oswald Chambers habló con ellos del ayer y el hoy. Chambers dijo: Al terminar el año nos volvemos con avidez, anhelantes hacia todo lo que Dios tiene dispuesto para el futuro. No obstante, el recuerdo del pasado no deja de llenarnos de ansiedad. Nuestro goce en el presente de la gracia de Dios tiende a desdibujarse ante la memoria de los pecados y errores del ayer. Pero Dios es también Dios de nuestro pasado y es Él quien permite que la memoria del ayer transforme nuestro pasado en un ministerio de crecimiento espiritual para el futuro. Nos hace recordar el pasado para protegernos de nuestro efímero sentimiento de seguridad en el presente... Deja que el pasado duerma pero deja que duerma en el dulce abrazo de Cristo. (Fonte: Osvaldo Carnival). 

 

El gran equilibrista había tendido una cuerda desde un borde al otro de un acantilado. El se aprestaba a hacer su demostración y la multitud, situada abajo, esperaba ansiosa. -¿Creen que puedo cruzar al otro lado caminando por la cuerda?- Preguntó el artista. -¡Sí! - Contestó la multitud. Y allá fue el hombre llegando a la orilla opuesta en medio de los aplausos y el bullicio. -¿Creen que puedo cruzar al otro lado llevando una carretilla?- ...Ahora : ¿Creen que puedo cruzar llevando una persona en la carretilla? Preguntó. -¡Sí! Nuevamente fue la respuesta. Entonces el artista dijo: - ¿Quién es voluntario para subir a la carretilla?. Se hizo un silencio total. Todos se estremecieron. Todos temieron. Todos creían siempre y cuando no estuviera en juego su seguridad personal. En realidad no creían. No confiaban en él. Entonces de la multitud surgió un niño, que rápidamente corrió y subió a la carretilla. Ambos el equilibrista y el niño llegaron sin demora al otro lado, corriendo por la cuerda. Ese niño era el hijo del artista, que confiaba con todo su corazón en su papá. Cuantas veces nosotros decimos que creemos pero no es así. Pensamos que Cristo es el Salvador del Mundo pero no creo que sea mi Salvador. Creemos que el libró a otros pero no creo que me librará a mí.. Creo que sanó a otros pero no creo que me sanará a mí. No me atrevo a emprender alguna tarea difícil, porque creo que no me sostendrá. Ojalá nuestra fe sea como la de ese niño! (Fonte: Osvaldo Carnival).

 

C.H. Spurgeon foi um famoso evangelista. Certa vez, enquanto falava a seus alunos a respeito da oração, um deles lhe perguntou como se pode saber se as orações serão respondidas. Spurgeon, então, tirou do bolso um relógio de ouro e o colocou sobre a mesa, dizendo que quem quisesse poderia levá-lo. Todos os alunos ficaram muito agitados. Uns simplesmente não podiam crer que um relógio tão bonito pudesse ser dado assim. Outros comentavam: Se eu quiser pegar o relógio, e ele decidir tomá-lo de volta, não ficaria embaraçado? Entrementes, ainda outros diziam: E se ele mudar de idéia de repente? Nesse ínterim, uma garotinha dirigiu-se ao senhor Spurgeon e disse, com resolução: Eu quero o relógio. Tome-o, e tenha cuidado para o manter sempre em bom estado. E, concluindo, acrescentou Spurgeon: Quando eu disse que daria o relógio, realmente falei sério. Por que vocês não creram? Vejam bem: o que Deus nos deseja dar é algo muito mais precioso que o relógio; Ele nos quer dar Seu próprio Filho para ser nossa vida. Por que, então, estando Deus querendo tanto dar, estamos ainda hesitantes em receber?

 

A confiança é a chave de ouro para a realização dos seus mais acalentados sonhos.

 

"A fé remove montanhas, mas os apressados sempre preferem dinamite".

 

Agostinho de Hipona escreveu: “Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas em si mesmo”. - Fonte:ftlenzi@uol.com.br

 

Cuando el pastor Mark Tromp fue llevado a la sala de operación dijo a su familia: «Recuerden, Romanos 8:28 todavía está en el Libro.» Ese mismo día de invierno, más temprano, Mark había estado quitando hielo del techo de la iglesia cuando un pedazo grande se desprendió y le destrozó el pie. Debido al alcance de la lesión, los médicos decidieron amputarle la pierna por debajo de la rodilla. Cuando lo sacaron del hospital, Mark fue a la iglesia en silla de ruedas los próximos dos domingos y saludó a su congregación. Pero el tercer domingo despertó sintiéndose débil y le faltaba la respiración. Dijo a su hijo que veía una puerta abierta y que iba a pasar por ella. Entonces, mientras su hijo lo sostenía en brazos, Mark murió de una embolia pulmonar. La destructiva obra que empezó un trozo de hielo la terminó un coágulo de sangre en su pulmón. En vez de ir a la presencia de su congregación aquel domingo en la mañana, Mark entró en la presencia de su Salvador. Woody Tromp, el padre de Mark, ha repetido muchas veces la afirmación de su hijo: «Recuerda, Romanos 8:28 todavía está en el Libro.» En muchas situaciones a lo largo de su vida, Woody ha visto a Dios cambiar malos acontecimientos en oportunidades de bendición. Sigue creyendo en la Palabra de Dios, incluso después de unos de los golpes más dolorosos de la vida. - Fonte: Osvaldo Carnival 

 

Fé verdadeira produz uma vida cheia de obras, não uma cabeça cheia de fatos. 

 

Um missionário em África experimentou uma enorme dificuldade ao tentar traduzir o evangelho de João para o dialeto local. Deparou com o problema de ter de encontrar uma palavra para crer. Continuou a fazer o seu melhor, mas tinha que deixar um espaço em branco sempre que essa palavra particular surgia. Então um dia um estafeta chegou ao acampamento ofegante, depois de ter percorrido uma grande distância com uma mensagem muito importante. Depois de despejar a sua história, caiu completamente exausto numa maca que estava ao pé dele. Ele balbuciou uma frase breve que parecia exprimir tanto a sua grande fadiga quanto o seu contentamento em ter encontrado um lugar delicioso para relaxar. O missionário, que nunca antes tinha ouvido aquelas palavras, perguntou a um presente o que é que o estafeta tinha dito. “Oh, ele está a dizer, ‘cheguei ao fim de mim mesmo, por isso estou a descansar aqui!’” O missionário exclamou, “Louvado seja Deus! É esta exatamente a expressão que preciso para a palavra crer!” E assim ele pôde completar a sua tradução. Para creres corretamente, tens que admitir primeiro que és um pecador e que não podes fazer nada para te salvares.- Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Abril2000.htm

 

Sempre que mando uma carta, é um exercício de fé. O que significa isto? Quando eu escrevo para um amigo distante, é impossível entregar eu próprio a carta. Preciso da ajuda do serviço postal. Para que eles possam fazer a sua parte, tenho que meter a minha carta no marco do correio. Não posso ficar agarrado a ela. Tenho que pô-la no marco e deixá-la ir. Então nesse momento tenho que confiar no serviço postal para a levar até à casa do meu amigo. Embora não possa ver o que lhe acontece, a minha fé no serviço postal me garante que a minha carta será entregue. Igualmente quando enfrentarmos um problema a nossa fé é experimentada. Sabendo que é impossível resolver o problema por nós mesmos, reconhecemos a nossa necessidade da ajuda de Deus. Primeiramente, devemos ir até Ele em oração. Até esse momento, ainda estamos agarrados ao nosso problema. Sabemos que a situação não será resolvida até que deixemos tudo e o entreguemos nas mãos de Deus. Quando o deixarmos ir, devemos então confiar que Deus tomará tudo nas Suas mãos até que tudo esteja resolvido. Embora não possamos ver o que Ele está a fazer, a nossa fé é “a prova das coisas que se não vêem”. Hebreus 11:1, e a certeza de que o seu trabalho é tanto perfeito como total. - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Maio2000.htm