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Colheita

 

Após a chegada ao Brasil e suas análises, a esquadra e Pedro Álvares Cabral, envia as primeiras informações ao rei de Portugal e, dentre elas, esta: «[A terra] em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo; por causa das águas que tem!» (Walace Douglas Nogueira – Revista Compromisso – 2º Trimestre de 2000).

 

A missionária Lúcia Martiniano, de Arequipa, no Peru, conta do tempo de colheita naquela região do país. Ao olhar pela janela, numa área de 1700 m2, ela podia contar pelo menos, 14 mulheres colhendo vagem. Em cada época de plantação ou colheita, os donos dos campos contratam pessoas para trabalhar para eles. Esta é uma prática comum em Arequipa. Além disso, enquanto elas estão colhendo, existe uma nuvem de pássaros por cima da plantação, e por isso que, elas precisam ter urgência para colher, caso contrário, os pássaros comerão os frutos que estão maduros. O pedido de oração feito por Jesus é muito atual: "Rogai ao Senhor da seara que envie ceifeiros..." (Jo 9.37). (Jornal de Missões - Nov/Dez-2001, pg 6).

 

O lobo andava esfomeado. Chegando a um regato, viu um frágil cordeiro bebendo um pouco abaixo. Aquilo era um prato feito! Só que precisava preparar a caçada! Pôs-se a beber e de repente gritou irritado: - Ó seu mal-educado! Não vê que está sujando a minha água? Quero beber... - Como posso sujá-la se ela corre do senhor para mim? - respondeu o cordeirinho prontamente, sem demonstrar medo. O lobo rangeu os dentes despeitado, mas acrescentou ainda: - Soube que no ano passado você falou mal de mim. Vou dar-lhe uma lição! - Como? Eu não o conhecia porque nem sonhava em nascer... - falou-lhe. - Também não me importa se foi você ou alguém da sua família. Aliás, agora me recordo, foi seu irmão mais velho - disse o lobo, feliz com a saída. - Está enganado. Não poderia ser meu irmão porque sou filho único... Agora, o lobo cada vez mais implacável e raivoso, retrucou: - Se não foi você, nem seu irmão, foi seu pai. E se ele me ofendeu é justo que eu agora me vingue. E desista de me contradizer, pois a coisa mais sensata que posso fazer é não deixar que continue a falar... Assim dizendo, o lobo mediu bem a distância que o separava do indefeso cordeirinho, que ainda tentava expor suas razões, e deu um pulo, na certeza de cair bem em cima do pobre animalzinho. Mas se enganou... Caiu um pouco aquém e bem em cima de uma armadilha ali colocada pelo pastor do rebanho. Ficou preso na rede de onde só saiu para ser morto, esquartejado e distribuído como alimento para os peixes e aves rapinadoras. O cordeirinho assustado ruminava o absurdo daquela experiência, sem entender as incoerências do inimigo. Ele pensava que, ao provar sua inocência, a fera aplacaria sua ira e partiria resignada, mas tudo parecia inútil porque o lobo sempre procurava um meio de acusá-lo... Amedrontado, o ingênuo animalzinho saiu à procura da mãe, porém tentando aprender aquela perigosa lição. E assim ele pensava: Os mais fortes e os poderosos querem ter razão a qualquer preço, todavia, muito mais especificamente quando estão errados e sabem disso! Mas o mal também custa alguma coisa e quase sempre custa alto... O lobo não precisou esperar muito para colher aquilo que semeou todos os dias da sua vida... Agora vai receber aquilo que muito bem merece! É... mas convém que sejamos precavidos!

 

O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar a vida e o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu para lá. Lá chegando, enlameado até a cintura de uma lama negra, encontrou um menino gritando e tentando se safar da morte. O fazendeiro salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível. No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês. Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o fazendeiro tinha salvo. "Eu quero recompensá-lo", disse o nobre. "Você salvou a vida do meu filho". "Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz", responde o fazendeiro escocês, recusando a oferta. Naquele momento, o filho do fazendeiro veio à porta do casebre. "É seu filho?" perguntou o nobre. "Sim", o fazendeiro respondeu orgulhosamente. "Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação. Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho". E foi o que ele fez. Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no St. Mary's Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor de penicilina. Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia. O que o salvou? A penicilina. O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill. Alguém disse uma vez que a gente colhe o que a gente planta...

 


Sabe que Deus tem uma loja? Entrei na loja e vi um anjo no balcão. Maravilhada perguntei: - Santo anjo do Senhor, o que você vende aqui? - Todos os dons de Deus, respondeu o anjo. - E custa muito, perguntei. - Não custa nada, é tudo de graça. Contemplei a loja e vi que havia jarros de amor, vidros de fé, bastante felicidade e salvação para mim e minha família. - Por favor, quero o amor de Deus, todo o seu perdão, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação para mim e minha família. Então, o anjo preparou e entregou-me um pequeno embrulho, que mal cabia na palma da mão. Incrédula disse: - Mas como é possível estar tudo aqui? Sorrindo o anjo respondeu: - Minha querida irmã, na loja de Deus não vendemos frutos, só sementes. Plante-as! (enviou Roberto Franco: rofranco@domain.com.br).

 

A un residente nuevo del centro de rehabilitación de drogadictos en el que trabajaba le asignaron la tarea de sembrar semillas de judías. Como no tenía experiencia cultivando verduras, Jim se aburrió rápidamente mientras esperaba que las semillas germinaran. Después de esperar varias semanas sin que sucediera nada, finalmente notó señales de vida. Al poco tiempo tuvo que poner palos en el suelo para que las judías treparan. Un día, Jim corrió emocionado hacia la cocina llevando en las manos judías frescas para la cena. «¡Caray! ¡Y pensar que todo esto salió de semillas pequeñitas! --exclamó--. ¡He aprendido mucho!»

 

Paul Powell escreveu: “É importante lembrar que a nossa ceifa nem sempre é colhida nesta vida.” A obra de Deus nas nossas vidas continuará a dar fruto muito depois de termos partido. Esse pensamento anima e desafia. Não importa a duração das nossas vidas temos a oportunidade de fazer uma doação duradoura.

 

Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu ‘Milho Gigante” da feira da agricultura do município. Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul cobrindo seu peito. Seu milho era cada vez melhor. Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos. - Como pode o senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos, quando eles estão competindo com o senhor a cada ano? - indagou o repórter.

 

O pensador G. D. Boardman cunhou uma frase bem conhecida, que tem sido utilizada por um número enorme de escritores: "Semeai um ato, e colhereis um hábito; semeai um hábito, e colhereis um caráter; semeais um caráter, e colhereis um destino". Inobstante a repetição comum, muita gente ainda não experimentou o resultado desta prescrição inteligente.

 

Certa vez estava num banco quando entrou um senhor e a moça que estava me atendendo comentou com a colega: "Lá vem seu fulano de novo! Todo dia ele vem ver o saldo da caderneta". A outra respondeu: "É que ele é aposentado e sua distração é ver seu dinheiro crescendo". Seu fulano pode ir todo dia ao banco, e até várias vezes ao dia, mas isso não vai alterar para melhor nem um centavo em sua conta. Aliás, pode até diminuir, se o banco cobrar por consulta ou extrato. Quem investe é como quem planta: confia e vai dormir. Na hora certa saca ou colhe o que investiu. Plantar a semente e ficar olhando-a crescer é uma tremenda perda de tempo. Às vezes parece que Deus se desinteressou, mas Ele está agindo (Fp 1.6) e na hora certa virá a colheita.

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É notável, neste texto (Atos 6.1-7) e em outros, que a comunidade dos cristãos se multiplicava (v.1). Ela não apenas crescia, quem sabe a uma taxa de 10% ao ano; antes, ela explodia, dobrando de número, não por seus méritos, mas pelo poder do Espírito Santo nela manifesta. É assim que devemos ser.

 

A mãe de Joãozinho o chamou e disse: "Joãozinho, pegue ali um pote para levar um pouco de doce de laranja para sua tia". Ele pegou um pote bem pequeno e colocou o doce. Quando entregou o doce para a tia e ia despedir-se, ela falou: "Espere um pouco Joãozinho, vou mandar um pouco do doce de coco que você tanto gosta nesse mesmo ponte!" Ao chegar em casa, Joãozinho disse para sua mãe: "Veja que miséria de doce a tia mandou para nós!" Será que temos agido desta maneira para com Deus? Nunca devemos esquecer a lei da semeadura e da colheita.

 

Um capelão foi chamado para prestar assistência a um soldado seriamente ferido. Este, agonizante, solicitou ao capelão que escrevesse uma carta à sua antiga professora da Escola
Bíblica. "Diga-lhe que eu morri com Cristo por causa do que ela me ensinou nas classes da igreja.  A memória de sua determinação e a maneira agradável e simpática com que, com amor, nos convidava a aceitar Cristo como Senhor e Salvador ficou gravada em meu coração. Diga a ela que  a encontrarei no Céu." A mensagem foi enviada e algum tempo mais tarde o capelão recebeu esta resposta: "Espero que Deus me perdoe. No mês passado eu renunciei a meu cargo de professora da Escola Bíblica. Abandonei meus alunos porque sentia que meu trabalho estava sendo infrutífero.  Como eu lamento minha impaciência e falta de fé! Eu vou pedir a meu pastor que me permita retornar à classe que deixei. Eu aprendi que quando se semeia para Deus a colheita é certa e santificada!" Que valor temos dado ao nosso trabalho para o Senhor? 

 

Em 1968 um cientista descobriu um colar de sementes de 600 anos de idade numa sepultura indígena. Plantou uma dessas sementes, que brotou e cresceu. Adormecida por 600 anos, o potencial de vida ainda estava lá. Talvez você tenha sido cristão há anos, e esteve espiritualmente adormecido a maior parte do tempo. Mas agora gostaria de ser produtivo. Tenho boas notícias para você: Não é tarde demais. 15/1/07

 

Um velho estava cuidando de uma planta com todo o carinho. O jovem aproximou-se e perguntou: - Que planta é esta que o senhor está cuidando? - Ah! É uma jaboticabeira - respondeu o velho. - E ela demora quanto tempo para dar frutos? - Pelo menos uns quinze anos - informou o velho. - E o senhor espera viver tanto tempo assim? - indagou irônico o rapaz. - Não, não creio que viva mais tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada! - disse o ancião. - Então, que vantagem você leva com isso, meu velho? - Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jaboticabas se todos pensassem como você... “Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudada as coisas e pessoas pelas quais trabalhamos e desejamos, mas sim que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo”. 29.1.2008

 

Em seu livro" Zorba, o Grego", Nikos Kazantzakis descreve um encontro entre seu personagem principal e um velho ocupado no trabalho de plantar uma árvore:"O que você está fazendo?" Zorba pergunta. O velho responde: " Você pode ver muito bem o que estou fazendo, meu filho. Estou plantando uma árvore". " Mas, por que plantar uma árvore?" Zorba insistiu-" se você não vai poder vê-la carregada de frutos?"- E o velho respondeu: " Meu filho, eu vivo como se nunca fosse morrer". Irmãos se nós estivermos em Cristo Jesus, não morreremos mas passaremos da morte para vida, em um piscar de olhos seremos transformados de corpo carnal para corpo espiritual. Não vamos permitir que o desanimo, preguiça ou a incredulidade venha nos parar, mas vamos semear, mesmo que alguém fale que não vamos ver os frutos, pois temos certeza pela palavra, que não mente, que a semente que cair em terreno bom vai dar fruto. 29.1.2008

 

Filho e pai caminhavam nas montanhas. De repente o filho cai, machuca-se, e grita: "Aai!" Pra surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha: "Aaai!" Curioso, pergunta: Quem é você? Recebe a resposta: Quem é você? Contrariado, grita: Covarde! Como resposta: Covarde!... Olha pro pai e pergunta aflito: Que é isso? O pai sorri e fala: Filho preste atenção. O pai grita em direção a montanha: Admiro você! A voz responde: Admiro você! De novo grita: Você é campeão!. A voz responde: Você é campeão! O menino espantado, sem entender, o pai explica: "Chamam isso de eco, mas, assim é a vida. Ela lhe dá de volta o que você diz ou faz. A vida é o reflexo de nossas ações. Se você quer amor, crie mais amor no coração. Se você quer competência da sua equipe, desenvolva a sua competência. O mundo é a prova da nossa capacidade. Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida lhe devolve o que você deu a ela". Sua vida não é uma coincidência, e sim conseqüência de você. 29.1.2008

 

O fazendeiro para o empregado evangélico: - Nesta terra dá arroz? O irmão respondeu: Num dá não, sinhô. E feijão, dá? O irmão: De jeito ninhum! E frutas e verduras? O irmão: Também num dá não, sinhô. Soja, café, amendoim, não dá nada??? O irmão: Já disse, dotô, num dá nada. Quer dizer que não adianta eu plantar, que não dá nada mesmo? O irmão respondeu: bão, prantando é outra coisa ? 1.2.2008
 
Sundar Singh atravessava uma região gelada, quando deparou com um homem caído por causa da neve. A sua frente Ia outro caminhante, que também passara junto ao homem, mas apressou o passo, na tentativa de evitar igual desgraça. Sundar decidiu tentar salvar aquela vida e pôs o infeliz às costas de caminhar certo trecho, eis que viu, estendido na neve, aquele que se recusou a prestar ajuda. Sem sombra de dúvida: "Tudo o que o homem semear, isso também ceifará (GáI.6:7). 13.3.2008
 
Tudo na vida tem um preço, é uma colheita do que se plantou. 14.3.2008
 
Um pastor que conheço diz que, quando ele ouve que alguém falou dele de forma maldosa e com julgamento, ele se pergunta: "Eles estão semeando ou eu estou colhendo"? Muitas vezes estamos co­lhendo em nossa vida o que semeamos anteriormente na vida de outra pessoa. 29.3.2008
 
Entre as lendas judaicas, conta-se a de um jovem que, certa vez, teve um sonho. Sonhara estar dentro de uma loja muito bonita. Ele percebeu que ali parecia ter de tudo o que se poderia desejar comprar. Procurou o balconista e viu que este era um anjo. Então, lhe perguntou: – Que produtos se vendem nesta loja? – Aqui vendemos de tudo. Você pode pedir o que quiser, e já está tudo pago, respondeu o anjo. Então o jovem começou a pedir rapidamente: – Bem, então eu quero paz na terra, alimento para as crianças que estão com fome, desejo justiça para as pessoas... E o anjo o interrompeu, dizendo: – Espere, eu lhe disse que temos de tudo, e que já está pago, mas aqui não vendemos os frutos. Vendemos apenas as sementes. Tudo o que queremos colher em nossa vida, precisamos plantar. As sementes nos são fornecidas pelo Senhor. O Espírito Santo já derramou o amor no nosso coração, e Jesus já nos deu a sua paz. A Palavra de Deus é vida e poder para a salvação de todo aquele que crê. Então, temos uma mesa farta à nossa disposição para dela partilharmos e levarmos as sementes aos outros corações. Quer creiamos ou não, estamos sempre plantando. Plante boas sementes. 26.8.2008
 
"Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos." 27.10.2008
 
Há pessoas que estão pedindo para entregar a vida para Jesus! Outro dia alguém telefonou aqui pro escritório da igreja, procurando por alguém que pudesse orientar sobre como fazer essa entrega!9.3.2009