FIQUE COM DEUS

Salmo 84

 

Abra sua Bíblia comigo no Sl 84.

Este Salmo, dependendo da versão da Bíblia que você usa (a Bíblia é uma só, claro, mas tem versões antigas e modernas do texto bíblico) e, dependendo da versão que você usa, tem um título colocado acima deste Salmo, que diz ter sido ele composto pelos filhos de Coré.

Os salmos são músicas. A palavra “salmos” no hebraico “tehillim”, significa “louvores”. Eram hinos para serem cantados com o acompanhamento de instrumentos de cordas, como a harpa.

Então, este Salmo 84 é atribuído aos filhos de Coré. Interessante que em vez dos estudiosos da Bíblia intitularem o Salmo com o nome dos autores, eles preferiram dizer “filhos de Coré”.

Parece que a fama vai para o pai, o Coré, em vez dos filhos, porque na verdade, esse Coré tem história. Ele tinha sido um dos porteiros do templo, em Jerusalém. Mas, Coré se revoltou contra a liderança de Moisés, que era primo dele. E nessa revolta, ele encabeçou um movimento contra Moisés, que Deus castigou.

Deus abriu o chão que eles pisavam, fazendo sair línguas de fogo da terra, que mataram todos os revoltosos. Líderes são autoridades constituídas por Deus e devem ser respeitados.

Os filhos de Coré escaparam. Não seguiram a ideia do pai e não foram mortos.

Este detalhe já nos ensina muito sobre a bondade de Deus; Ele abençoa aqueles que procedem direito diante dEle. De modo que os filhos de Coré continuaram e receberam inspiração de Deus para a composição deste Salmo.

Todavia, alguns estudiosos da Bíblia, como Lutero, Calvino, são da opinião de que o rei Davi, fugindo da fúria do seu filho Absalão, é que tenha escrito este Salmo.

Charles Spurgeon, o príncipe dos pregadores, seguindo essa opinião, declarou: “Este salmo bem merecia ser confiado ao mais nobre dos filhos da hinologia”.

Mas, na verdade, não importa muito quem seja o autor do Salmo. O título não faz parte do texto sagrado. Foi colocado aí pelos estudiosos. Facilita, mas o que importa mesmo pra nós é o conteúdo do Salmo, é a mensagem que ele traz.

 

Então, aqui está alguém que abre o coração, deixando revelar o seu amor por Deus, a sua paixão pela presença de Deus.

Eu quero refletir com você sobre isso: querer Deus, desejar ardentemente encontrar Deus e ficar com Ele.

Nós temos o costume de dizer “fica com Deus”. E quando alguém nos fala “fica com Deus”, respondemos “amém”, mas, desejamos isso? Nos empenhamos por isso? É o que eu quero refletir: até que ponto vai o nosso desejo de ficar com Deus.

 

Vamos refletir: Primeiro, esse desejo de ficar com Deus, acontece quando nós desejamos mais a presença de Deus do que as bênçãos de Deus.

E está sendo assim? Hoje em dia a coisa mais comum é a pessoa ter um relacionamento utilitário com Deus. A pessoa vem para a igreja, porque tem um problema em casa que precisa resolver.

Então, Deus é buscado pra resolver o problema. A pessoa está passando por uma fase difícil financeiramente, ou está com algumas áreas da vida, como a afetiva, por exemplo, fragilizada, e precisa melhorar o casamento ou arrumar um, então, busca a Deus pra conseguir isso.

É claro que não está errado buscar a Deus para ser abençoado. Mas buscar a Deus somente para ter o que precisa, não é correto.

Você precisa da benção de Deus, precisa do sustento de Deus, precisa da proteção de Deus, mas se relacionar com Deus somente para ter aquilo que você quer, não é justo.

Mas, quantos estão se relacionando com Deus nessa base! A pessoa se coloca no centro, e diz: “Eu estou aqui pra receber, o meu interesse não é te conhecer; eu só quero ter o que pode me dar”.

Portanto, desejar realmente ficar com Deus, é uma coisa que acontece quando nós desejamos mais a presença de Deus do que as bênçãos de Deus.

É uma coisa que acontece quando você diz: “Deus, eu quero mais a Sua Presença do que as Suas bênçãos”.

Repara o homem deste Salmo. Ele está entusiasmado em ficar com Deus, que fala com amor da casa de Deus.

Olha o v.1-2: “Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!”.

Ele está, por algum motivo, sem condição de estar na casa de Deus e aí, ele relembra, sentindo saudade do lugar onde ele cultuava a Deus, onde ele louvava a Deus, onde adorava a Deus, ele sente saudades daquele tempo. Por que? Porque ele desejava ardentemente, ele queria ficar com Deus.

Ele chegou a dizer no v.4: “Bem-aventurados os que habitam em tua casa”. Como são felizes!

Pergunte pra você mesmo, se você tem o desejo ardente de que o Domingo chegue logo para poder estar na casa de Deus.

Você fica contando nos dedos, aguardando chegar essa hora de estar junto com a igreja para adorar a Deus? Ou quando chega Domingo, você diz: “Puxa vida, já é Domingo, tenho que ir pra igreja, porque semana passada já não fui!”

É um prazer pra você cultuar a Deus? O seu coração acelera e você vibra com a oportunidade de louvar a Deus?

Repara que esse homem que queria Deus, amava a casa de Deus.

Eu não sei você, mas já teve vezes que eu vim para a reunião da igreja com o coração pesado, que se eu pudesse, eu queria ficar sozinho. Mas, vindo assim mesmo, durante o culto, Deus mudou o meu coração, Deus alegrou a minha alma, porque a presença de Deus aqui, restaura o ânimo.

Quinta-feira estávamos aqui para as orações. Eu vi o Robinho durante o louvor (e diga-se de passagem, que louvor aquele na quinta-feira!). Primeiro eu vi o Robinho sentado no lugar dele e na dele, tudo parecia tão comum, mais uma reunião como de sempre. Passados uns minutos, vi o Robinho de novo e agora ele estava ajoelhado e eu senti que alguma coisa estava acontecendo. Passados mais uns minutos, o Robinho se levantou e começou a glorificar a Deus, porque, de repente, Deus restaurou algo dentro dele. Na casa de Deus é assim: coisas gloriosas acontecem.

Os filhos de Coré estão dizendo aqui, que a vida deles estava amargurada, até o dia que entraram na casa de Deus e Deus mudou a história deles.

Deixa eu te dizer: Se um dia você estiver triste, muito abatido, com vontade de ficar sozinho, de não falar com ninguém, não ver ninguém, deixa eu te dizer: vem pra cá. Se não for dia de reunião da igreja nem nada, me liga. Nós vamos chamar mais um (porque onde estiverem dois ou três reunidos em nome do Senhor, ali Deus está presente), então, nós vamos tocar um louvor no celular, e você vai ter um encontro com Deus na casa de Deus e vai ser transformado. Aleluia!

 

E, repara mais: esse homem não está entusiasmado em ficar com Deus apenas pelo seu amor à casa de Deus. Ele está entusiasmado também pelo amor que tem à Pessoa de Deus. Ele ama a casa de Deus e ama o Deus da casa.

Olha o v.2: “A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!”

O modo do homem deste salmo se relacionar com Deus, não é aquele ritual tipo: “Xiii! é Domingo, tenho que ir pra igreja”, como que pra cumprir uma obrigação.

Não, ele ama a casa de Deus, mas mais do que isso, ele ama a Deus. Ele diz que o coração e o corpo dele, clamam por Deus, que a alma dele suspira por Deus. É um anseio, uma fome que ele sente.

 

Sabe, irmão, essa deve ser a motivação que nos faz reunir nessa casa: ansiar por Deus, ter um encontro com Deus, ouvir uma palavra de Deus, receber um toque de Deus, receber a direção de Deus.

O salmista resume tudo, dizendo “a minha alma suspira”, é fome de Deus, é sede de Deus. No v.3, ele se refere a Deus chamando-O de “Rei meu e Deus meu!”. Isso é afeição. Ele quer ficar com Deus porque Deus é a maior necessidade da nossa alma.

Mas, esse homem está entusiasmado em ficar com Deus, não é só pelo seu amor à casa de Deus e não é só pelo seu amor ao Deus da casa. Ele também está entusiasmado em ficar com Deus, pelo que Deus lhe oferece.

E o que é que Deus oferece? Em primeiro lugar, Deus oferece para ele segurança e paz, lemos no v.3: “O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes”.

Pensa nessa cena: assim como o pardal e a andorinha encontraram abrigo para os seus filhotes, o salmista está dizendo: “eu encontrei refúgio na casa de Deus e no Deus da casa”.

Então, preste atenção: um crente que relaxa em estar na casa de Deus, um crente que vira turista no lugar aonde a igreja se reúne para adorar a Deus, ele está demonstrando falta de crescimento espiritual, porque quando você ama a Deus, você quer Deus, você quer ficar com Deus, porque é em Deus que você encontra abrigo e paz para a sua vida, para a sua casa, para a sua família.

Além disso, em Deus, você encontra salvação e comunhão, intimidade. Olha o v.3 novamente: “O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu, [eu encontrei] os teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu”.

Veja que o salmista fala em altares e não em altar. Ele faz uso do plural, altares. É uma referência ao lugar de culto a Deus no passado, o tabernáculo, um templo portátil, que tinha dois altares.

O primeiro altar era o altar de bronze, onde se fazia os sacrifícios. Aquele altar de bronze apontava para o futuro, para a cruz, onde o Filho de Deus haveria de ser sacrificado para a nossa salvação.

Em Deus, você encontra o perdão dos seus pecados, encontra alívio para a sua consciência pesada. Em Deus você encontra salvação.

E havia o segundo altar que era o altar de ouro, onde ficava o incenso, que representa a vida de comunhão com Deus por meio da oração. A fumaça do incenso sobe. Assim são as orações dirigidas a Deus, elas sobem até Ele. Aleluia!

 

Então, Deus oferece para você o perdão dos seus pecados, a salvação da sua alma e a comunhão com Ele.

E, sabe, aquele desejo ardente de ficar com Deus, quando acontece? Acontece quando nós caminhamos alegremente pela vida apesar das adversidades.

Está escrito nos v.4-7: “Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente. Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados, o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva. Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião”.

O salmista fala sobre passar pelo vale árido. Uma versão da Bíblia fala em “Vale de Lágrimas” ou “Vale de Baca”, porque “baca” no hebraico significa choro, lágrima. Vamos entender.

O Vale de Baca era um lugar onde crescia uma planta chamada balsameira. As balsameiras são arbustos que destilam gotas como se fossem lágrimas, por isso o nome “vale de lágrimas”.

 

O Salmo diz que nós passamos por esse vale e diz que é nesse momento que Deus dá força para aqueles que O amam. No v.7 está escrito que eles vão de força em força, porque Deus dá.

Então, como é que pessoas que querem Deus, atravessam um vale de lágrimas? Primeiro, atravessam na força que Deus dá. Olha o v.5: “Bem-aventurado o homem cuja força está em ti”.

Como é que você atravessa os dramas da vida, o seu vale árido? Com que força? Na do seu próprio braço? Na força da sua saúde, na força da sua família, na força do seu dinheiro? Não é suficiente. Muitas vezes o vale é tão árido, tão seco, que não há nada que ajude.

O salmista deste Salmo deixa claro que o vale árido é atravessado, mas não é na força do braço, não é na força que vem da família, não é na força do dinheiro. Ele deixa claro que a força não está na terra, mas está no céu; não está em homem algum, mas está em Deus! Ele diz: “Bem-aventurado o homem cuja força está em [Deus]”.

E você: onde está a sua força na hora que a tempestade chega? Na hora que a família entra numa crise? Na hora que a doença chega? Na hora que o problema financeiro chega? Onde está a sua força? Felizes são aqueles que amam ficar com Deus, porque recebem forças de Deus.

 

Outra observação: pessoas que desejam ardentemente ficar com Deus e ficam, como elas atravessam esse vale? Atravessam com a força que Deus dá, e atravessam também com uma reação sobrenatural diante dos problemas. Veja que o v.5 fala deles como tendo o coração parecido com caminhos aplanados.

O v.6 nos fala do vale. O vale é uma depressão. Agora no v.5, lemos sobre os caminhos aplanados. Esse é um caminho plano, liso, sem vale. Então, note a situação: os pés estão no vale, os pés estão nas circunstâncias difíceis, áridas, mas o coração está plano. Esta é uma reação sobrenatural diante dos problemas da vida.

Sabe quando você encontra um irmão que está enfermo, fazendo tratamento seríssimo de alguma enfermidade, mas você olha pra ele e ele está sorridente, está calmo e tranquilo. Pés no vale, mas coração aplanado.

Você encontra um irmão que recebeu um laudo que diz: “não tem mais jeito”. E você olha pra ele e vê que ele tem um brilho no rosto. Isso não vem da pessoa, é força que vem de Deus!

Quando você fica com Deus, você ganha força de Deus e o próprio Deus, capacita você a viver isto, essa experiência gloriosa: pés no vale, coração no plano; tempestade na vida, calmaria na alma, guerra na vida, mas paz na alma. A sua força está em Deus?

 

Mais outra observação: pessoas que desejam ardentemente ficar com Deus e ficam, como elas atravessam esse vale de lágrimas? Atravessam quando transformam esses vales secos em mananciais.

Olha o v.6: “o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva.”

Note uma coisa aqui: quando você fica com Deus, Deus não muda apenas os seus sentimentos, Deus não muda apenas a sua vida, Deus é poderoso também pra mudar as circunstâncias da sua vida.

Aquele cuja força está em Deus porque fica com Deus, transforma os vales em mananciais, vales secos em mananciais de águas. Mudam as circunstâncias.

É por isso que você deve desejar ardentemente ficar com Deus e se apegar à casa de Deus.

A Bíblia conta de uma mulher, Sunamita. O filho dela morreu. Ela encontra Eliseu e ele pergunta: “Tudo bem? Tudo bem com você? Tudo bem com seu marido, com o seu filho?” E ela responde: “tudo bem”.

A Bíblia conta sobre Jó. Ele recebeu a notícia que seus filhos morreram, e ele abre a boca pra dizer: “O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do senhor”.

João Bunyan, estava 14 anos preso numa cadeia imunda. E do lado de fora, ele sabia, a sua filha cega estava passando necessidade. Bunyan estava preso por pregar o evangelho em praça pública. Pois, das profundezas do seu vale de lágrimas, ele escreveu “O Peregrino”, que é o livro mais lido no mundo depois da Bíblia Sagrada.

Em França, um menino que ficou cego aos três anos de idade, Luiz Braille o nome dele, transformou o seu vale num manancial, inventando o alfabeto com sinais em alto relevo, de modo que cegos do mundo inteiro podem adquirir conhecimento através da leitura.

 

Quando você fica com Deus, Deus faz isso: os vales são transformados em mananciais.

Como você pode atravessar esse vale? Sendo reabastecido diariamente por Deus, como as pessoas que ficam com Deus fazem. Diz o v.7: “Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião”.

Isso é como o maná que caía no deserto todo dia e ninguém podia guardar o maná para o dia seguinte ou a semana toda. O maná era a porção diária de alimento.

É assim que Deus faz com a gente. Domingo passado você veio ao culto, teve sua alma abastecida em Deus, mas hoje precisou voltar. É que ninguém que quer Deus, pode dizer: “Hoje o culto foi uma bênção, vai valer pro mês inteiro, vou poder ficar em casa”. Não. Sabe por que? É que Deus na Sua sabedoria, não dá uma dose que vale pra um mês. É dose diária.

Deus encoraja você hoje; amanhã é outro encorajamento. Deus consola você hoje, amanhã é outro consolo. A força que Deus dá hoje é para hoje, a força para amanhã, você vai precisar buscar amanhã. É de força em força, entende?

E louvado seja Deus, porque quando você está com o tanque vazio, andando na reserva, se você buscar a Deus e ficar com Deus, Ele enche o tanque de novo. Você fica cheio, fica forte! Aleluia!

 

Para concluir, o último ponto é: aquele desejo ardente de ficar com Deus, quando acontece? Acontece quando temos uma clara definição de quem é Deus para o nosso coração.

Quem é Deus? Em primeiro lugar, o salmista compreendia: Ele é o Deus que responde às nossas orações, veja v.8 e 9: “SENHOR, Deus dos Exércitos, escuta-me a oração; presta ouvidos, ó Deus de Jacó! Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido”.

 

Em segundo lugar, o salmista compreendia: Deus é o Senhor dos exércitos, Ele comanda os exércitos do céu e comanda a nossa vida na terra. Quando você ora, você ora para Aquele que está sentado no trono e que dirige a história.

 

Em terceiro lugar, o salmista compreendia, lemos no v.8, Ele é o “Deus de Jacó”, isto é, o Deus da aliança, Deus que prometeu o seguinte: vocês jamais me buscarão em vão. Se você buscar a Deus quando fraquejar, Deus levantará você!

 

Em quarto lugar, o salmista compreendia: Ele é Deus generoso. Olha o v.11: “o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente”. Deus é abençoador.

 

Em quinto lugar: quem é Deus? O salmista compreendia: Deus é melhor do que todos os maiores prazeres do mundo. Olha o v.10: “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade”. Quer dizer o seguinte: tudo que o mundo possa oferecer de prazer, de gostoso, de satisfação, é nada diante de quem Deus é.

Não tem bebida, não tem show, não tem dinheiro, por maior que seja, que possa fazer mais bem à sua alma do que você estar na casa de Deus. “Um dia nos seus átrios”, diz o salmista, “vale mais que mil” aonde tem pecado e maldade.

 

E, finalmente, quem é Deus? O salmista compreendeu: Deus é Aquele que nos ilumina e aquece (o nosso Sol). É o nosso protetor, porque vigia e nos guarda.

Elé é Aquele que dá graça e glória, ou seja, que perdoa e restaura. Ele é o Senhor do universo, o Senhor de tudo.

E como termina o salmo? Com felicidade, do jeito como começou.

O que Deus tem para você é uma vida de felicidade. E esta felicidade está em você ficar com Deus, mais do que com as bênçãos de Deus.

Você já desfruta desta felicidade? Hoje é um dia que você pode fazer uma escolha e tomar uma decisão: assumir um compromisso profundo e real com Deus, ao ponto de você ter desejo ardente por Ele, um desejo mais intenso do que pelas melhores coisas desta vida.

 

Pr Walter Pacheco da Silveira