AMBIÇÃO

  • Não pense em possuir 200 denários, que é o salário de 200 dias de trabalho de um operário. Não pense em começar com coisas grandiosas - comece com os cinco pãezinhos e dois peixes.

 

  • Uma pesquisa feita num dos bairros mais ricos mostrava que o que todos queriam era ganhar mais um pouquinho. (Internet)

 

  • Quem chega na frente, bebe água limpa!

 

  • Conta-se que no século passado, um turista americano foi a cidade do Cairo, no Egito visitar um famoso rabino. O turista ficou muito surpreso ao ver que o rabino morava num quarto simples cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma mesa e um banco. Onde estão os seus móveis? Perguntou o turista. E o rabino bem depressa, perguntou também: Onde estão os seus? - Os meus? disse o turista- mas eu estou de passagem ! - Eu também! disse o rabino. A vida na terra é só uma passagem e, no entanto, vivemos tentando possuir coisas e pessoas, como se fôssemos ficar aqui eternamente.

 

  • Henry Kissinger, antiguo Secretario de Estado de los Estados Unidos, escribió: «Para los estadounidenses, la tragedia consiste en desear mucho algo y no obtenerlo. Pero mucha gente ha tenido que aprender que tal vez la peor de las tragedias sea desear mucho algo, obtenerlo, y descubrir que es vacío.» (Fonte: osvaldocarnival@sion.com)

 

  • ...O cara queria tanto um DVD que vendeu a televisão para comprá-lo!

 

  • Tenhamos cuidado para não pedirmos ao Senhor aquilo que não é certo e não é ético. Tancredo Neves, que ocupou cargos elevados em nosso país, foi procurado por um dos seus seguidores que lhe disse: "Doutor, alguns amigos meus estão a me dizer que o Senhor quer me convidar para ocupar um lugar de destaque junto a sua administração". Tancredo, conhecendo a incapacidade e a intenção ambiciosa daquele homem, aconselhou-o: "Olhe, diga aos seus amigos que de fato o convidei para tal cargo, mas que você mesmo não aceitou". O homem saiu inteiramente desconcertado. Deus poderá nos aplicar este tipo de lição, quando, a todo custo, quisermos ocupar cargos onde não deveríamos estar (Mc 10.38).

 

  • Uma lenda poderia ser usada para ilustrar o que acontece na vida de muitos por causa do dinheiro. É a história do rei de Midas que, por amor às riquezas, desejou que tudo o que tocasse virasse ouro, o metal mais cobiçado da história. Na sua ganância, ele esqueceu que o metal precioso não era a coisa mais importante do mundo e que havia outras coisas tocáveis de que precisavam para que continuasse a viver. Como conseqüência, ele tocou sua filha, que virou uma estátua de ouro. Não conseguia nem mesmo se alimentar, já que tudo o que tocava virava ouro. Ao levar um frango à boca, mordia um pedaço de ouro. Cercado de ouro, acabou morrendo de fome. Essa lenda ilustra o que acontece quando colocamos o dinheiro como o centro de nossas ambições. O resultado é desastroso: muitos sofrimentos. 7.1.2008

 

  • Um professor de música com uma voz bem treinada, geralmente, cantava a parte principal dos solos masculinos no coral de uma grande igreja. Um jovem chamado Roberto sem nenhum treinamento vocal às vezes cantava alguns solos menores. Quando a dirigente de coro preparava a cantata de Natal, sentiu que a voz e o estilo de Roberto o tornavam a pessoa ideal para o papel principal. Entretanto, ela não sabia como poderia dar o papel a Roberto sem ofender o professor de música. A ansiedade dela era desnecessária. O professor teve a mesma idéia que ela e disse-lhe que Roberto deveria receber o papel principal da cantata. Ele continuou a cantar fielmente no coral e foi uma fonte de grande encorajamento para Roberto. As pessoas que conseguem deixar de lado as ambições egoístas e, genuinamente, buscar o bem de outros têm uma atitude que agrada a Deus. Você se lembra da reação de João Batista quando as multidões o deixaram e começaram a seguir Jesus? Ele declarou, “Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30). O que João Batista e o professor de música tinham em comum? Eles foram capazes de superar a “ambição egoísta”. Sentiram-se felizes por outras pessoas serem reconhecidas, quando este reconhecimento era para o bem de todos. Será que o mesmo pode ser dito a nosso respeito? 25.8.2009

 

  • Um conhecido psicólogo, especializado em aconselhamento financeiro, disse que com o declínio da fortuna de seus clientes, sua clínica prosperou. Ele declarou estar mais ocupado do que jamais esteve em 30 anos. Ele afirma que as pessoas ricas nunca estiveram tão alarmadas: “Elas acreditam que essa recessão é semi-permanente”. Pesquisas indicam que dinheiro e situação econômica lideram a lista dos fatores que provocam estresse, para 8 entre cada 10 pessoas, no mundo ocidental, e os mais ricos não estão imunes. O escritor Richard Peterson fala a respeito de um cliente, “cuja fortuna, antes estimada em U$ 400 milhões, hoje vale U$ 200 milhões! Pelo seu comportamento, você poderia pensar que se trata de alguém prestes a se tornar um morador de rua, uma sucata da sociedade. Está aborrecido por não poder mais manter seu jatinho privado. Está à beira da devastação, porque agora terá de voar de primeira classe em vôos comerciais!” O lema que prevalece no mercado de trabalho do século XXI parece ser: “Vida, liberdade e busca de apenas um pouquinho mais”. Compare essa filosofia com a convicção fundamentada na Bíblia: “Vocês são bem-aventurados quando estão satisfeitos em ser exatamente quem são – nem mais, nem menos. Neste momento vocês descobrem que são orgulhosos possuidores de tudo aquilo que não pode ser comprado” (Mateus 5.5 – tradução livre). Um rico empresário da Avenida Madison, em New York, caminhava ao longo da praia de uma comunidade litorânea em suas férias. O CEO notou um pescador ocioso, sentado ao lado de seu barco, sua pele bronzeada e curtida pelo sol, vento e água do mar. Ele parecia não ter pressa para fazer coisa alguma. Curioso com a falta de atividade do pescador, o empresário perguntou-lhe: - Por que você não está pescando? - Porque já peguei peixes suficientes para o dia de hoje - respondeu o pescador. - Por que você não pesca mais do que precisa? - perguntou o empresário. - O que eu faria com o excedente? - Você poderia ganhar mais dinheiro e comprar um barco melhor; com isso, poderia ir mais longe mar a dentro, pegar peixes maiores, comprar redes de nylon e ganhar mais dinheiro. Em breve poderia ter uma frota de barcos e ficar rico como eu. O pescador ficou pensativo e depois perguntou: - E depois, o que eu faria? - Você poderia descansar e desfrutar da vida. - E o que você acha que eu estou fazendo agora? - respondeu o sábio pescador. Querer mais, mais e mais! Nos principais centros de negócios do mundo, a atitude dominante parece ser: “Mais dinheiro, mais coisas, mais status!” Esse é um círculo implacável, sem fim, que gera cobiça e descontentamento, bem como úlceras e ataque cardíaco. Podemos comparar esse ponto de vista com a perspectiva oferecida pelo apóstolo Paulo: “Aprendi a estar satisfeito em qualquer circunstância” (Filipenses 4.11 – tradução livre). Robert D. Foster 2.10.2009

 

  • Você conhece a história do prego do diabo? A história conta que um homem estava disposto a fazer qualquer coisa a fim de ser milionário; então o diabo mostrou-lhe uma mansão maravilhosa e disse que a daria, com uma condição: "Está vendo aquele prego na parede? É meu, sempre será meu, você aceita?" E o homem aceitou. Anos depois, o homem ofereceu um banquete em sua mansão. Foram convidados os homens mais importantes da cidade. A festa era um luxo, e tudo estava superando as expectativas, quando alguém entrou e colocou um pedaço d carniça fedorenta no prego da parede. O dono da mansão mandou chamar os seguranças e expulsou aquele intruso, mas então o diabo apareceu e disse: "Um momento, o prego é meu e eu tenho direito de usá-lo como eu quiser." Se deixarmos Satanás dominar um pequeno cantinho do nosso coração isto é o suficiente para que ele transtorne toda a nossa vida. 3.10.2009

 

  • "Não ergas alto um edifício sem fortes alicerces; se o fizeres viverás com medo. Provérbio persa 25.1.2010

 

  • Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas - o “bobo” da aldeia. Diariamente, eles chamavam o “rapaz” ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas – uma grande de 400 réis e uma outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo o chamou e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. - Eu sei – respondeu o não tão tolo assim – ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda. MORAL DA HISTÓRIA: Pode-se tirar algumas conclusões dessa pequena narrativa 1) Quem parece idiota, nem sempre o é. 2) Quem se acha muito esperto, pode estar fazendo o papel inverso: o de tolo. 3) Se você for muito ganancioso acaba anulando a sua fonte de renda. 4) E para finalizar: O que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos para nós. 02-02-2010

 

  • Assim diz Thomaz Hobbes, filósofo inglês, na sua obra mais famosa O Leviathan: "Antes de mais nada, reconheço como uma inclinação geral do gênero humano, o desejo perpétuo e incansável de poder e mais poder, inclinação essa que só cessa com a morte". 30.6.2010

 

  • Tempos atrás, um pastor me convidou para pregar no aniversário de sua igreja. Consultei a agenda, a data estava vaga, a cidade era próxima, podia ir e voltar no mesmo dia. Aceitei. Perguntou-me ele: "E quantos livros seus o irmão exige que a igreja compre?" Como nunca exigi nem mesmo pedi tal coisa, e nem ainda levo meus livros para vender aonde prego, disse-lhe que não fazia esta exigência. "E o cachê?", perguntou-me ele. Disse-lhe que não cobro cachê. Que me ressarcissem da viagem. Isso me bastava. O pastor comentou que haviam convidado um cantor evangélico. Este condicionara a sua ida à aquisição, por parte da igreja, de um determinado número de cds, pedira uma determinada quantia como cachê, e hospedagem para quatro pessoas num dos hotéis da cidade. Para cantar em um culto. Não sou modelo de nada. Não vendo minha conduta nem meu estilo de vida para ninguém. Mas estas atitudes me chocam. Creio que as pessoas que assim agem devem ter seus motivos, mas me preocupa verificar que há muitas pessoas que estão deixando ver o serviço ao Senhor e ao seu povo, e olhando apenas o ganho. Como muitas pessoas, dependo do evangelho para viver. Encaminhei minha vida dentro do evangelho, nunca desejei outra carreira nem outra fonte de sustento que não viesse da pregação e do ensino do evangelho. Questão pessoal. Onde estiver o meu tesouro, estará o meu coração. Mas é preciso cautela para não se descambar para o oportunismo, para a visão materialista do reino de Deus. A ganância material tem arruinado muitas vidas e carreiras promissoras. Isaltino Gomes Coelho Filho