AJUDA

  • Um garoto brincava no quintal de sua casa, inventou de empurrar uma enorme pedra, claramente superior às suas próprias forças. Empurrou-a com as mãos, com os pés, com as mãos e uns dos pés, com o corpo, de costas, e a pedra não se movia. Aí, seu pai que observava disse: “Você ainda não usou todos os recursos, filho”. “Usei, sim, papai”, respondeu o pequeno já quase chorando. “Não”, replicou o pai, “você ainda não pediu a minha ajuda”. Não é o que fazemos muitas vezes tentando resolver ou remover sozinhos certos problemas, esquecidos dAquele que é o nosso Ajudador?

 

  • Um homem dirigindo seu automóvel atropelou um cachorro. Desceu do carro e procurou socorrer o animal, que estava levemente ferido. Num movimento rápido, o cãozinho mordeu o braço do motorista. O homem, entretanto, não se zangou. Sabia que o cão o havia atacado porque estava ferido. Continuou, mais tarde, em seus trabalhos e lembrou-se do ocorrido, extraindo a seguinte lição: Há muitas pessoas que também atacam as outras com palavras duras, porque foram feridas antes. Não sendo crentes ou sendo crentes imaturos, não sabem reagir de outra maneira, por isso, agridem até mesmo quando são ajudadas.

 

  • Há aqueles que, eternamente, vivem pedindo e dependendo da igreja. Neste caso, a igreja não estará mais ajudando, mas viciando aquela vida. Vale a filosofia do ditado: “Se dermos peixe a um pobre, ele tem comida para um dia; mas se o ensinarmos a pescar, ele terá comida para toda a vida”.

 

  • Sadur Sundar Sing, o famoso cristão indiano, precisava fazer uma viagem a pé em demanda das altas e geladas montanhas da cordilheira do Himalaia. Ofereceu-se para acompanhá-lo um homem que não era cristão nem tinha sentimentos cristãos: queria somente a companhia de alguém que conhecia a região. Caminharam até os limites do cansaço e já quase entorpecidos pelo frio. Foi quando viram um homem caído na estrada. Iria morrer se não fosse socorrido. Sadu propôs ao companheiro que carregassem o homem caído até que pudessem encontrar lugar próprio para repouso. O companheiro de viagem se recusou: já não podia consigo mesmo e como iria carregar outro? Deixou Sadu e continuou pela estrada até desaparecer. Mas Sadu conseguiu levantar o homem desfalecido e pô-lo nos ombros. Horas depois viu o ex-companheiro de viagem caído à beira do caminho e já morto de frio. Mas Sadu aquecido pelo esforço que vinha fazendo, ao carregar o desfalecido, estava aquecido, fora de perigo e já a pouca distância do abrigo desejado.

 

  • Um pai estava construindo uma casa e pediu a seu filho que lhe ajudasse. - "Filho, traga-me aquelas pedras grandes para que eu possa seguir edificando" - lhe disse. O filho saiu para cumprir a ordem do seu pai, mas suas forças eram poucas para levantar as pedras. Voltou e disse ao seu pai que não podia, que eram muito pesadas. O pai insistiu, dizendo: - "Filho, prova com todas as tuas forças e verás que vais conseguir." - "Pai, já tentei com todas minhas forças e não consegui! - Tenta outra vez, insistiu o pai, mas agora com todas as tuas forças". O jovem, obediente, voltou ao lugar onde estavam as pedras, se esforçou ao máximo, experimentou com todas as pedras, mas não conseguiu com nenhuma. - "Pai" - disse ele com lágrimas nos olhos. "Provei com todas as minhas forças e não consegui. Sinto muito, mas não posso!" - "Filho" - respondeu o pai -, "eu te disse que provasses com todas as tuas forças. Todas as tuas forças são as tuas forças mais as minhas. Em nenhum momento pediste que eu te ajudasse..." Freqüentemente isso acontece com os desafios da vida frente às tarefas que temos que realizar. Dizemos que não podemos e nos sentimos fracos. O Senhor insiste que provemos com todas as nossas forças, mas muitas vezes nos esquecemos de pedir a ajuda de Deus. Deus não espera que solucionemos nossos problemas sem Sua ajuda. Ele está à nossa disposição em todos os momentos.

 

  • Bem dizia Luiz de Camões no Canto Segundo dos Lusíadas: "Quem poderá do mal aparelhado/livrar-se sem perigo, sabiamente,/ se lá de cima a guarda soberana/não acudir à fraca força humana?" (João Falcão Sobrinho, em O Jornal Batista, pg 5 - 21 a 27/01/2002).

 

  • Thomas Jefferson, quien en 1776 escribió el primer borrador de la Declaración de Independencia de los Estados Unidos, dio por sentado que todos poseemos ciertos «derechos inalienables» otorgados por Dios. Sin embargo, hasta en una democracia hay grandes debates en cuanto a quién tiene cuáles derechos. Los cristianos pueden contemplar el asunto de los derechos desde otra perspectiva. En lugar de preocuparnos por nosotros, podemos pensar en lo que necesitan los demás. En ese sentido, tenemos el «derecho» de ayudar a los demás, como lo hizo el buen samaritano (Lucas 10:30-37). (Osvaldo Carnival - Internet)

 

  • Havia um jovem caboclo, bom trabalhador, amigo leal, mas que nunca prosperava. Chegou o dia quando ele não mais batalhou. Deixou-se ficar em casa, recolhido e desanimado... Os companheiros vinham vê-lo, cuidando que estivesse doente. E estava mesmo. Carecia de um tratamento. Ocorre que em pouco tempo começaram a achar que o moço só estava com preguiça e queria viver à custa deles. Quiseram forçá-lo a trabalhar e também voltar aos passeios, caçadas e pescarias... Entretanto, desanimado, ele sempre dizia: "Aquilo que for meu, às minhas mãos virá." Quando encontrarem, nas suas andanças, uma caixa de ouro, tragam-me'; dizia o pobre rapaz, sempre triste. Realmente ele intimamente desejava voltar ao trabalho, mas o seu corpo estava fraco e doente. Cada dia ele pedia a Deus os recursos para cuidar da saúde, para que pudesse retornar às suas atividades, pois, não era um como os amigos estavam pensando. Um dia, ao saírem para a caçada, gritaram por ele, convidando-o para aquela aventura na floresta - a caça. Desanimado, ele respondeu lá da cama, mais ou menos o que dizia sempre: "Vejam se há pela floresta uma caixa cheia de ouro e tragam-na pra mim" Foi aí que os companheiros combinaram pregar-lhe uma peça. Ao avistarem uma caixa de marimbondos presa a um galho de árvore tiraram-na e, embora a achassem um tanto pesada para estar desocupada, deixaram-na junto aos pertences, para a peça que imaginaram pregar. Ao voltarem já ao escurecer, empurraram a porta da casa do moço e colocaram a caixa aos pés da sua cama, dizendo: - Olha a caixa de ouro que encomendou. Divirta-se, amigo! Dizendo isto, saíram em disparada, temendo que houvesse mesmo alguns marimbondos no interior da caixa. Acontece que, no lusco-fusco da noite, o rapaz meteu os dedos no orifício de entrada da caixa e ela se desfez, deixando amontoar uma nuvem de ouro em pó e algumas moedas de ouro, que tiniam. Vendo-se com os recursos que tanto implorou, deu início a um sério tratamento de saúde. Ficou bom e voltou ao trabalho com força total. Só que agora tinha sempre o suficiente para se manter em condições equilibradas, melhorando sua aparência geral. Foi daí que descobriram que no passado uns tropeiros haviam colocado uma quase fortuna no interior da caixa de marimbondos, julgando que ali não despertaria a curiosidade e nem a cobiça de ninguém. Mas, como nunca mais voltaram, ela serviu para beneficiar um pobre necessitado e muito mal compreendido.

 

  • Certa vez veio alguém me disse: "Preciso de truques, dicas e quebra-galhos. Por favor, me ajude!".

 

  • Ouvi num seminário da Igreja Com Propósitos: "A melhor pessoa para ajudar um canceroso é uma pessoa que já teve câncer; para ajudar um casal em dificuldade conjugal, é outro casal que já passou por isso".

 

  • Estamos en la era de los libros que nos enseñan «cómo hacer tal cosa». Hoy día se puede encontrar este tipo de libros en casi todas las categorías imaginables. De hecho, si echamos un vistazo a una librería en particular en la Internet encontramos 32.000 libros diferentes sobre «cómo hacer» algo. Pero, ¿qué sucede cuando no puedes encontrar el libro que más necesitamos sobre «cómo hacer» algo? ¿Qué haces si quieres saber cómo conseguir que tus hijos vivan correctamente, o cómo hacer que tu cónyuge te aprecie, o cómo sobrevivir la muerte de un ser querido pero no encuentras la respuesta? Cuando los libros de la vida no te traen lo que buscas desesperadamente o no dan resultado, he aquí cómo salir adelante: · Si crees en Cristo, recuerda su promesa de nunca dejarte (Hebreos 13:5).

 

  • Dizem que para quem está se afundando, jacaré é tronco.

 

  • Outro dia, estava observando uma mosca. Ela tentava desesperadamente atravessar uma vidraça. Ficava agitando freneticamente as asas, chocando-se contra o vidro da janela, buscando uma saída. Para ajuda-la, abri um pedaço da janela, mas estranhamente, mesmo com parte da janela aberta, a mosca insistia em bater contra o vidro, demonstrando desespero e falta de direção. Se eu não a empurrasse com a mão, talvez ela ficasse batendo, batendo até se machucar e morrer. Quantos de nós já não viu essa cena? Quantas vezes, seja em casa ou no carro, nos deparamos com algum tipo de inseto tentando sair pelo vidro, sem rumo ou direção, apenas movido pelo forte desejo de liberdade? Agora pergunto: Quantas vezes nós já nos sentimos na posição da mosca? Quem já não ficou batendo contra um obstáculo, se machucando, tentando sair sozinho de uma situação ? Você já se sentiu assim? No caso da mosca, eu dei uma ajuda empurrando-a até a fresta da janela. E na nossa vida, quem você acha que nos mostra o caminho? Quem será que nos guia para a solução do problema?

 

  • Uma forma comum entre os chimpanzés para demonstrar amizade entre si é tirar piolhos e parasitas dos pêlos dos outros, principalmente do líder do grupo. (Revista Recreio Ano 2 Nº 86, pg 11).

 

  • "O caminho que abrimos para os outros se transforma numa estrada para os nossos pés" (Marya Lyon).

 

  • No outro dia estava a passear pelos bosques atrás da minha casa, quando vi no chão uma bela tangará de bico vermelho da zona oeste dos Estados Unidos. O pequeno pássaro tinha sido atacado por um predador e estava a arrastar uma asa partida. Apertei o pássaro nas minhas mãos - mãos rudes, ele deve ter achado. Talvez porque ele temesse mais maus tratos além dos que ele já tinha suportado, lutou comigo ferozmente, guinchando em despeito, debicando as minhas mãos até fazer correr sangue. Mas eu vi para além da violência o seu medo. Senti o seu coração bater apressadamente por baixo dos meus dedos, por isso o abracei até ele acalmar, depois coloquei-o por baixo da minha camisa. Levei-o até à "Senhora Pássara," uma vizinha que era conhecida por cuidar de pássaros feridos até recuperarem. Ela saberia o que fazer. Algumas pessoas são como aquele pássaro. Eles tentam atacar com fúria aqueles que tentam ajudá-los. - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2002/09/page4.html

 

  • O melhor lugar para se encontrar uma mão amiga é na extremidade de seu próprio braço."

 

  • Gosto de ser eu mesmo a fazer alguns trabalhos em minha casa. Um dia desmontei a nossa pesada mesa de ping-pong e distendi um músculo quando a transportava para a cave, peça por peça. Depois de ter puxado as peças pelas escadas abaixo, fiquei por algum tempo com dores. No entanto, por vezes, preciso de pedir ajuda. Nem penso em subir ao telhado para recuperar um brinquedo perdido, sem que alguém segure na escada. E alguns trabalhos há que simplesmente não sou capaz de realizar sem a experiência do meu habilidoso cunhado.

 

  • Um velho vivia sozinho em Trás-os-Montes / Portugal. Ele queria cavar o seu jardim, mas era um trabalho muito pesado. O seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. O velho então escreveu uma carta ao filho, na qual falava do seu problema: "Querido filho, Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar o nosso jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque a tua mãe adorava a época do plantio depois do inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, eu não teria esse problema, mas sei que tu não podes ajudar-me no jardim, pois estás na prisão. Com amor, teu pai" Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: "PELO AMOR DE DEUS, Pai, não cave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!" Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da Judiciária e policias apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Recebeu a seguinte resposta: "Pai! Espero ter ajudado. Já pode plantar o jardim. Isto é o máximo que eu posso fazer neste momento."

 

  • Um pastor estava caminhando pela rua quando viu um menino tentando alcançar a campainha de uma casa. Prestativo, foi até lá e, sem dizer nada, ergueu o menino – que então apertou a campainha com toda a vontade. Depois de recolocar o menino no chão, o pastor perguntou: - E agora, meu menino? Com um olhar ansioso, o menino replicou: - Agora nós corremos!

 

  • A ajuda de Deus está a distância de uma oração.

 

  • Certa vez, em uma reunião, perguntaram a um piedoso cristão e famoso médico analista, como devia proceder um indivíduo que se encontrasse à beira de um colapso nervoso. Ele não aconselhou: «Consulte um psiquiatra», mas sugeriu o seguinte: «Deve fechar a sua casa e sair em busca de alguém que esteja aflito e que se encontre ainda mais necessitado, procurando fazer algo por ele». (Revista Compromisso – 2º Trimestre de 2000).

 

  • O que Rick Warren declarou a respeito dos livros de auto-ajuda, é verdadeiro: "...eles dizem o que fazer, mas não o poder para fazer. (...) Eis as boas novas: o cristianismo oferece o poder de que precisamos". (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 10 - Ed Vida)

 

  • "Examina teu diário de ontem e verás que ainda estás em débito com as vidas e as pessoas" (G. Khalil Gibran * Revista Eclesia,pg 54).

 

  • As alianças de casamento passaram a ser usadas no dedo anular da mão esquerda, em muitas partes do mundo, há tanto tempo que ninguém sabe ao certo como começou este hábito. A explicação dada pelos egípcios, por exemplo, e muita aceita, é que uma artéria ou nervo corre diretamente do dedo ao coração. A razão, porém, ainda mais provável, é que este seja o lugar mais seguro para uma aliança: a maioria das pessoas é destra e o quarto dedo é o único que quase nunca conseguimos esticar sozinho. É preciso da ajuda de um companheiro.

 

  • Shakespeare disse: "Aqueles que não mostram o seu amor, na verdade não amam". (Internet)

 

  • Jorge Muller não pedia auxílio a outros, pedia somente a Deus. Diz-se que ele por mais de vinte mil vezes foi-se deitar, à noite, sem ter nada em casa para comer nem ele nem os seus órfãos. Quando alguém lhe perguntou se conseguia dormir nessas circunstâncias, ele respondeu: "Todas as vezes”. E nunca faltou comida no dia seguinte para ele e para os órfãos que chegaram a dois mil. Quando um amigo quis conhecer o segredo de tanta fé, Jorge Muller, levantou a Bíblia e disse: “Tenho lido este livro inteiro cem vezes. Conheço o Livro e conheço o Deus do Livro”.

 

  • Uma formiga foi até a margem de um rio com o propósito de matar sua sede. A força da correnteza acabou arrastando-a e estava prestes a afogar-se. Uma pomba, que assistia a cena do galho de uma árvore próxima, arrancou uma folha e a jogou no rio, junto à formiga que, pulando sobre ela, flutuou em segurança até a margem. Pouco depois, um caçador de pássaros surgiu e, colocando-se sob a árvore armou sua vara de visgo com o propósito de pegar a pomba. A formiga, percebendo a intenção do caçador, deu uma mordida em seu pé. Ao sentir a forte dor, o caçador caiu ao chão, derrubando sua armadilha. Com o barulho, a pomba alçou vôo e escapou. Uma pessoa que se coloca para ajudar ao próximo provavelmente será ajudada também.

 

  • Mesmo os nossos melhores esforços para ajudar os outros, às vezes, são envenenados pelo pecado e por erros. - Renato Vargens.

 

  • Muito antes de Zaqueu nascer, eu creio que Deus plantou uma semente ao lado da estrada de Jericó. Talvez tenha enviado dois anjos para guardá-la. Então eles perguntaram: - Senhor, por que estamos guardando esta insignificante plantinha? - Não quero que um camelo pise nela. Certifiquem-se de que nenhum casco de boi se incline sobre ela ou a fira. Não quero que nenhum cavalo faminto a coma, respondeu Ele. - Podemos perguntar por que, Senhor? Não há coisas mais importantes a se fazer? - Não, nada é mais importante para mim do que planejar encontros com meus filhos. E acrescentou: não posso fazer o Zaqueu subir na árvore, mas posso plantá-la. Somente a sede dele vai levá-lo a subir nela. Enquanto isso, minha soberania vai certificar-se de que a árvore está no lugar certo, pronta e esperando por Zaqueu. - Extraído do livro: Os Descobridores de Deus.

 

  • "Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se".

 

  • Uma pessoa pediu à outra que a ajudasse a melhorar seu temperamento. Que a outra, mais calma, lhe chamasse à atenção, quando ela estivesse saindo da linha. Quando a mais calma foi ajudá-la, ouviu esta palavra: "Não se meta na minha vida!".

 

  • Um pastor contou que quando viajava, ele e a esposa, viram um acidente na rodovia. Um caminhão, carregado de copos, saiu de sua pista, atravessou o canteiro e as três faixas da pista contrária e se chocou com o barranco. Caixas de copos voaram na pista. Chocou a eles ver que as pessoas paravam os carros para saquear a carga, não para ajudar o motorista! Roubar copos comuns, ordinários, de um caminhão acidentado. Que tristeza! Dá vontade de chorar... este é o nosso povo!

 

  • Veja o poema extraído do livro "Mentalidade Cristã", de John Stott, escrito por uma mulher que buscou auxílio num religioso: "Eu tive fome e tu formaste um grupo para discutir minha fome; Estive presa e tu te retiraste para a tua capela para orar por minha libertação; Esta nua, questionaste a moralidade da minha aparência; Estive enferma e tu te ajoelhaste, agradeceste a Deus tua saúde; Estava desabrigada e tu falaste do abrigo espiritual de Deus; Estava solitária e tu me deixaste sozinha para orar por mim; Parecia tão santo, tão próximo de Deus! Mas eu ainda estou com fome... e sozinha... e com frio".

 

  • Tem ajuda que é inútil. Como aquela situação em que, no quintal de casa, o garoto gritou: "Pai! Pai! Acabaram de roubar nosso carro!" O pai sai apressado e pergunta: "Você viu os ladrões, filho?" "Vi!" "E você acha que conseguiria reconhecê-los?" "Não, mas anotei a placa do carro!"

 

  • Diz o provérbio chinês: "Aquele que garante o bem-estar dos outros garante o próprio".

 

  • Em uma fábrica de tecidos, onde funcionavam teares muito complicados, havia uma placa que dizia: "Se os fios se emaranharem, chame o supervisor". Recentemente aconteceu o seguinte: os fios do tear de uma operária muito dedicada e hábil se enrolaram. Imediatamente ela tentou desenredá-los, mas seus esforços somente tornavam maior a confusão. Finalmente, cansada e mal humorada, ela pediu ajuda ao supervisor. "Você mesma já tentou separar os fios?", perguntou ele. - "Sim". - "Por que você não me chamou, conforme a norma?" - "Fiz o melhor que pude", respondeu ela. - "Lembre-se, 'o melhor' em tal caso é me chamar!" Quantas pessoas neste mundo se assemelham a essa mulher! Elas são honestas, corajosas e trabalhadoras. Elas enfrentam a vida com determinação. Gostaríamos de resolver tudo sozinhos, dar conta dos problemas, pois não nos agrada pedir ajuda aos outros.

 

  • Um velho fazendeiro japonês havia acabado de colher uma safra de arroz que o deixaria rico. De seus campos ele podia contemplar, do alto, o vilarejo que se encontrava à margem do oceano. Olhando para o mar ele percebeu a aproximação de uma grande onda que, chegando à praia, destruiria a aldeia e seus moradores. "Traga-me rápido uma tocha, gritou ele para o neto." Logo a seguir, correu até as pilhas de arroz e ateou fogo. Sem saber sobre o perigo que corriam devido à subida da maré, mas preocupados com os campos do fazendeiro, os aldeãos correram apressadamente para ajudá-lo e, assim, salvaram suas próprias vidas da morte. Duas demonstrações maravilhosas de amor e solidariedade. Um fazendeiro que renuncia à riqueza para salvar pessoas com quem, talvez, nem tivesse qualquer vínculo de amizade e pessoas humildes que, solidárias, deixam tudo para trás e oferecem as mãos e o coração para socorrer um vizinho em apuros. Como nós, cristãos, temos lidado com o amor ao próximo?

 

  • Gosto do slogan de uma empresa: “Nossa missão é ajudar você a continuar a sua. 30/11/06

 

  • Ouvi a seguinte estória: Um rato, olhando pelo buraco da parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: “Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!!” A galinha disse: “Desculpe-me, ser Rato, isso é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada”. O rato foi até o porco e lhe disse: “Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!” “Desculpe-me, senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces. O rato então dirigiu-se à vaca. Ela lhe disse: “O que, senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso, estou em perigo? Acho que não!” Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para pensar como enfrentaria a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando a sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que a ratoeira havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegara pela cauda uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... o fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela foi medicada, mas voltou com febre. Todo o mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro então mandou matar a galinha e preparar uma saborosa canja. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Bem, da próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e pensar que isso não lhe diz respeito, lembre-se da estória da ratoeira. Como crentes, somos um corpo. – Pedro Solonca, em O Jornal Batista. 15/12/06

 

  • Dois soldados se perderam num vale e a única saída pra eles era por uma montanha muito alta onde havia muito gelo e neve. Foram em direção a montanha e ao chegarem, encontraram um velho e perguntaram pela saída. Ele ensinou. Um deles perguntou: “O senhor não vai sair daqui também?” O velho senhor respondeu: “Jovem, preciso de ajuda; não posso andar... tô machucado”. O outro soldado disse: “Que pena, pois não posso ajudá-lo; vou levando uma bolsa cheia de jóias que ganhei na guerra”... e ao dizer isso, se foi. O outro, porém, disse: “Como o senhor me ajudou, vou ajudá-lo”. Colocou o homem em suas costas e o carregou. Um dia de viagem, e aí, encontrou o outro soldado morto por causa do frio da montanha e da neve. Logo considerou: “Eu só não morri porque o calor do velho que carreguei nas costas, me aqueceu, e assim, conseguimos sair do vale”. Tudo, graças a sua boa ação! Quem deixa de amar deixa de ser amado, quem deixa de ajudar deixa de ser ajudado. 12/1/07

 

  • Quantos que se propõem a mudar de jeito, de vida, de situação? Mas é inútil! É como se um cadáver dissesse: “Mediante grandes esforços próprios, sairei desta urna, deste caixão, e serei de novo um homem vivo“. Porém, falta uma força que venha de fora dele mesmo. Você não poderá vencer os maus hábitos nem romper as cadeias que o prendem. Você necessita de ajuda; necessita de Cristo! 15/1/07

 

  • Um homem pega o telefone e liga desesperado: Socorro, o meu amigo quer se suicidar... Ele quer se atirar da janela! O homem do outro lado diz: Tá, mas o senhor errou o número... Aqui é da carpintaria! Eu sei! É que a janela não quer abrir!...de que tipo de amigo você quer receber ajuda quando precisar? 16/1/07

 

  • O caminho que abrimos para os outros se transforma numa estrada para os nossos pés. Maria Lyon. 17/1/07

 

  • Moody conta a história de um passageiro em um navio que atravessava o Atlântico e que descansava em seu beliche durante uma forte tempestade, acometido de um forte enjôo do mar. De repente ele ouve um alvoroço e um grito: “Homem ao mar”." "Que Deus ajude a este pobre homem," orou ele, "mas não existe nada que eu possa fazer." Logo a seguir, pensou ele: "(eu posso, pelo menos, acender minha lanterna e colocar nesta pequena janela." Com muito esforço ele fez isso. Finalmente o homem que havia caído no mar foi salvo. No dia seguinte ele contou a história para todos: "Eu estava, na escuridão, afundando talvez pela última vez quando alguém colocou uma luz através de uma portinhola. A luz brilhou direto em minha mão e um marinheiro, em um barco salva-vidas, conseguiu me resgatar." A debilidade não pode ser usada como justificativa para usar a pouca força que temos. Quem pode dizer como Deus trabalhará? 12/2/07

 

  • Um mestre oriental viu um escorpião que se afogava, decidiu tirá-lo da água, mas quando fez, o escorpião lhe picou. Como reação à dor, o mestre soltou-o e o animal caiu na água e, de Novo, estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo outra vez, novamente o escorpião o picou. Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do mestre e disse: Perdão, mas você é muito teimoso! Não entende que, cada vez que tentar tirá-lo da água, ele o picará? O mestre respondeu: - A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar. Então, com a ajuda de um ramo, o mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida. Não mude a sua natureza se alguém lhe magoar. Apenas tome as devidas precauções. 14/2/07

 

  • "No Final, nós nos lembraremos não das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos." (Martin Luther King). 27/2/07

 

  • Um fazendeiro estava arando seu campo numa manhã de primavera. As nascentes acabavam de descongelar e haviam muitos vales alagados no campo. Em determinado lugar, bastante enlameado, o seu trator ficou atolado. Quando mais ele tentava sair do atoleiro, mas preso a ele o trator ficava. Vendo que não conseguiria retirá-lo, foi até o vizinho pedir ajuda. O vizinho o acompanhou para ver o que podia ser feito. Ao chegar ao local, sacudiu a cabeça dizendo: "A situação é difícil, mas vou fazer todo o possível para puxar o seu trator. Mas, se não conseguir tirá-lo, eu virei e sentarei na lama com você!" O Senhor Jesus nos ensinou a "amar ao próximo como a nós mesmos." Temos procurado seguir o Seu ensinamento? Nosso testemunho cristão tem sido exercitado nas ocasiões em que Deus nos mostra uma pessoa necessitada? Estamos atentos àqueles que nos rodeiam? Ou a preocupação com nossos interesses pessoais não permitem que pratiquemos o amor do Senhor no relacionamento com outras pessoas? 12/3/07

 

  • "Uma das mais lindas compensações desta vida é que ninguém poderá sinceramente tentar ajudar outra pessoa sem ajudar a si mesmo". Ralph Waldo Emerson, poeta, ensaísta, EUA, 1803-1882. 22/3/07

 

  • A canoa virou,/ Quem deixou ela virar,/ Foi por causa da (nome de pessoa)/ Que não soube remar. - Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante. 10/4/07

 

  • O conferencista e consultor Zig Ziglar freqüentemente afirma: “Você pode ter na vida tudo o que quer, se ajudar outras pessoas a conseguir o que elas querem”. 23/4/07

 

  • Uma famosa socióloga escreveu que o homem é um ser gregário e não pode viver sozinho: para nascer precisa de duas pessoas — o pai e a mãe, e ao morrer precisa de pelo menos quatro para carregar o caixão. Manancial 1T95; 24-12-2007

 

  • Contou o pastor J. Reis Pereira a história de um certo crente que, cansado de ouvir as murmurações de um outro, perguntou-lhe: !O irmão se lembra da parábola do Rico e do Lázaro?” “Claro que me lembro”.  “Lembra-se dos cães que vinham lamber as feridas do mendigo?” “Sim, me lembro, mas por quê?” “Porque o irmão se parece com esses cães: está sempre lambendo as feridas de seus irmãos, mas não faz nada para ajudá-los. 24-12-2007

 

  • A repreensão produzira (e produz ainda hoje) um sentimento de tristeza. Esta pode ser para o bem ou para o mal (conforme lemos em 2Coríntios 7.10, na continuação do assunto). Parece que o punido estava contristado pelo seu erro. Se a igreja não o ajudasse, ele poderia ser “devorado por excessiva tristeza”. “Devorado” é o termo grego Katapotheí. Aparece em 1 Coríntios 15.54, traduzido como “tragada”. A idéia é “descer pela garganta”, “ser engolido”. Se o membro da igreja arrependido não fosse ajudado, seria tragado, engolido pela tristeza. Como a igreja devia proceder? Dois verbos são mostrados como ação da igreja: perdoar e consolar. Atentemos para eles. “Perdoar’ é o verbo carísasthai, derivado de cáris, termo para “graça”. A igreja deveria mostrar graça para com o pecador. Nosso Deus nos trata com graça, mas nem sempre tratamos os pecadores com a mesma graça, e sim com rancor. No entanto, é com graça que devemos tratar os outros. A propósito, leia Mateus 18.21-35. “Consolar” é parakalesai, de onde nos vem “Parácleto”, “aquele que vem para estar ao lado”. A igreja não deveria estar contra a pessoa, e sim ao lado da pessoa, amparando-a. A igreja é a comunidade da graça e do consolo. Deve mostrar isto em seus relacionamentos. – Compromisso, 3T1995. 25-12-2007

 

  • Montesquieu, filósofo, advogado e juiz, viveu na França de 1689 a 1755, e contava uma história simples, digna entretanto de boa reflexão: O homem viajava, e seu caminho atravessava a montanha. De repente, ele viu, que uma grande pedra impedia o seguimento da viagem. O homem tentou afastá-la. Não o conseguindo, sentou-se desanimado na estrada. Pouco depois, veio outro homem, e agiu da mesma forma. Outros chegaram também, e, após algum tempo, vários homens estavam sentados, desanimados, perto da pedra. A um dado momento, alguém pensou, e disse: - Por que não unimos nossos esforços para juntos removermos a pedra? Idéia prontamente aprovada, os homens passaram logo do pensamento a e das palavras à ação. A pedra foi e afastada, e, tranqüilos e felizes, os viajantes continuaram a jornada. O pensador francês concluía assim sua parábola: “Enquanto vivemos desunidos, e cada um preocupa-se somente consigo mesmo, termos apenas sofrimento, desgraça e opressão”. Cooperação, o tema de Montesquieu, tem tudo a ver com a obra do Reino de Deus. 25-12-2007

 

  • Não há nada melhor para uma alma do que tornar menos triste outra alma - Verlaine , Paul - 28/12/2007

 

  • Se cremos que o Espírito Santo tem o poder de se manifestar na vida da igreja, devemos levar em consideração o conselho do apóstolo. A repreensão produzira (e produz ainda hoje) um sentimento de tristeza. Esta pode ser para o bem ou para o mal (conforme lemos em 2Coríntios 7.10 na continuação do assunto). Parece que o punido estava contristado pelo seu erro. Se a igreja não o ajudasse ele poderia ser "devorado por excessiva tristeza". "Devorado" é o termo grego Katapotheí. Aparece em 1 Coríntios 15.54, traduzido como “tragada”. A idéia é "descer pela garganta", "ser engolido". Se o membro da igreja arrependido não fosse ajudado seria tragado, engolido pela tristeza. Como a igreja devia proceder? 7.1.2008

 

  • Um Lobo, ao se engasgar com um pedaço de osso, prometendo uma grande soma em dinheiro, contratou uma Garça, para que esta colocasse a cabeça dentro da sua goela, e de lá pudesse retirá-lo. Quando a Garça retirou o osso e pediu o pagamento combinado, o Lobo, rosnando feroz, exclamou: Ora, Ora! Você já foi devidamente recompensada. Ao ser permitido que sua cabeça saísse a salvo de dentro da boca de um Lobo, você foi muito bem paga. Autor: Esopo. Moral da História: Ao servir a alguém de má índole, não espere recompensas, e ainda agradeça caso vire as costas e vá embora sem lhe fazer mal algum. 23.1.2008

 

  • Um artista, desejando pintar uma versão moderna do "Filho Pródigo" procurou e encontrou na rua, vestindo apenas trapos, uma pessoa exatamente como queria, para servir de modelo para seu trabalho. Ofereceu a ele certa quantia em dinheiro desde que estivesse em seu estudio no dia seguinte.  Na hora determinada, o mendigo compareceu, mas o artista não o reconheceu. Por conta própria, o homem se lavou e conseguiu algumas peças de roupa e dessa forma julgou que estaria mais "apresentável". O artista, ao recebê-lo, disse: "Eu não tenho nenhum trabalho para você do jeito que está. Você deveria ter vindo como estava". Quantas vezes, nós, que somos filhos de Deus perdemos a nossa bênção, exatamente porque não temos a fé e a paciência suficientes para deixar Deus agir da maneira dEle. Queremos dar uma "mãozinha" ao Senhor! 29-01-2008

 

  • As chamas destruíam uma loja de curiosidades em Água Prieta, no Méxi­co, e ameaçavam os prédios vizinhos. Naquele domingo de dezembro, oficiais mexicanos telefonaram ao nosso departamento de incêndios pedindo ajuda. O prefeito obteve rapidamente a aprovação do Conselho, para que nossos ho­mens e carros seguissem em socorro da cidade irmã, através da fronteira. No dia seguinte, um oficial da cidade mexicana disse: "Quero dar meus especiais agradecimentos em nome do meu pais por sua bondade, ajudando-nos ontem. Somos muito gratos". As mangueiras tinham sido conduzidas da alfândega até onde havia fogo. O chefe dos bombeiros, o chefe da polícia e o prefeito atravessaram a frontei­ra para ajudar. "Não podemos ficar parados e deixar que o fogo destrua um quarteirão inteiro a uma milha de distância", dissera o chefe dos bombeiros. Um modo de expressar nossa gratidão a Deus é ajudarmos nossos vizi­nhos, sejam quem forem e qualquer que seja a necessidade deles. Kenneth E. Nelson (Arizona, E.U.A.). 8.2.2008

 

  • "O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos" (Is 50.4). Temos o privilégio de ajudar os cansados pelo caminho e de dizer boas palavras a seu tempo aos que têm o coração opresso. Artur Tavani exprime-o por estas palavras: "Não me é dado incutir verdades científicas, Nem o dom das mágicas cadências que emocionam. Não podem minhas mãos tirar de algum  teclado  Uma série de harmonias. Nem posso com pincel pintar na tela Um mar de vidro ou um perfil de santo. Oro no entanto pelo dom de um sorriso Satisfeito, ou um gesto inspirador. A graça de aliviar o rude fardo Dos que parecem sucumbir-lhe ao peso, E o dom de encaminhar um ser, da dor P'ra suave luz que um dia lhe fugira. Quisera ser o coração, um mago, Distribuindo bênçãos a mãos cheias, E vendo em todo passarinho ou flor A oculta essência de um poder maior. E, mais que todos, quisera eu o dom de pena Para mantê-lo vivo em todo coração."

 

  • Jesus sabia proferir sempre uma palavra oportuna para o cansado. "Je­sus olhava aos aflitos e desalentados, aqueles cujas esperanças se haviam desvanecido, e que procuravam, com alegrias terrenas, acalentar os anseios da alma, e convidava todos a nEle buscarem descanso" ("A Ciência do Bom Viver"). Transmitamos aos corações cansados estas boas palavras do Mestre: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas" (Mt 11.28,29). 8.2.2008

 

  • "O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Pv 18.24). Há no Talmude a história de um judeu que tinha três amigos. Um dia, ele foi chamado ao tribunal a fim de defender-se de certas acusações. O judeu es­tava aterrado. Foi ter com três amigos, e pediu-lhes que o acompanhassem. O primeiro respondeu: - Não, eu não farei nenhum bem em ir; nem a você nem a mim mesmo. O segundo disse: - Bem, é uma coisa muito perigosa estar ao seu lado. Talvez o imperador o acuse de alguma grande ofensa contra a lei. Se eu for visto com você, ele poderá pensar que tenho parte em sua culpa. Contudo, irei com você até à porta do tribunal. E assim ele se dirigiu ao terceiro amigo, que lhe respondeu: - Não tema, irei com você até à presença do imperador. Dir-lhe-ei que conheço você e tenho confiança em você, e não o deixarei, enquanto você não for solto, como espero que há de ser. E assim o fiel amigo cumpriu sua promessa. O verdadeiro amigo está pronto a ajudar até o fim. 8.2.2008

 

  • Na Era época de exames na escola de medicina de uma grande universidade África do Sul. Como parte do trabalho prático, exigia-se que dois candida­tos diagnosticassem certas doenças e prescrevessem seus respectivos trata­mentos. Portanto, era preciso encontrar os casos de doenças. Um grande nú­mero de pacientes negros achava-se num hospital dos arredores. Alguns fo­ram trazidos ao local do exame, mas os assistentes brancos recusaram-se a removê-los das ambulâncias para a sala de exame. Assim, as enfermeiras brancas que estavam de plantão e os próprios examinadores tiveram de transportar os pacientes. Aos assistentes que se recusaram, por preconceito racial, a se ocuparem com os pacientes e a todos aqueles, de qualquer raça, omissos em face da ne­cessidade alheia, diz Jesus: "Quando não o fizeste a um destes meus peque­ninos irmãos, a mim não o fizeste". Como cristãos, é nosso sagrado dever estender mãos ajudadoras a todos, pois Deus é o criador da humanidade e oferece sua salvação, através de Cris­to, para todos os seus filhos. Joseph B. Webb (África do Sul). 11.2.2008

 

  • Aprecia-se mais ainda a comunhão em épocas de solidão. Durante a Se­gunda Guerra Mundial, quando a linha de frente moveu-se um pouco para a direção ocidental, retornei a Varsóvia. Estava em completa ruína. Ao contem­plar a confusão reinante e os edifícios em ruínas, meu coração quase se des­pedaçou. Senti-me só, terrivelmente só. Doeu-me ver as ruínas do templo da Igreja Batista. Logo descobri que da florescente comunidade de nossa igreja em Varsóvia não restavam mais do que catorze membros. No meio dessa situação triste e aflitiva de nossa igreja, surgiu de repente um lampejo de esperança e alegria. Representantes da Aliança Batista Mundial nos visitaram. E nos disseram: "Não estais sós. Trazemos auxilio para vossa igreja e palavras de encorajamento". Como foram maravilhosas estas pala­vras, nesse período difícil; e quão esplêndida, a nossa comunhão nessa época. Aleksander Kircun (Polônia). 11.2.2008

 

  • Um dos meus discípulos chineses contou-me o que aconteceu com sua família no período da Segunda Guerra Mundial. A família teve de fugir de ca­sa antes da entrada do exército invasor na cidade. Não tiveram tempo de levar quase nada. Pensaram em comprar o que comer pelo caminho, mas eis que as vilas por onde passavam estavam desertas. Durante três dias, caminharam sem encontrar nada para comer. Já tarde, no terceiro dia, avistaram algo maravilhoso. Uma mulher de fa­ce bondosa, parada na porta de sua casa sorriu para eles ao passarem por ela. Perguntaram-lhe, então, se era possível comprar ali algo para comer. Ela os convidou a entrar e esperar um pouco, enquanto preparava uma refeição quentinha. Depois de terem comido, ofereceram-lhe dinheiro, mas ela não aceitou. Disse-lhes, apenas: "Tenho dois filhos servindo ao exército em algu­ma parte; e espero que alguém há de ajudá-los, se eles estiverem em necessi­dade também". O estudante concluiu a sua história dizendo: "Todas as vezes que eu me lembro da bondade daquela mulher, sinto que meu coração bate mais acele­rado". Provavelmente, uma das maiores bênçãos de Deus é a oportunidade de sermos bondosos uns para com os outros. Carol Houston (China). 12.2.2008

 

  • Uma mulher a fazer montanhismo no Colorado encontrou outra mulher a coxear pelo caminho da montanha abaixo.  Num pé ela tinha calçado um sapato improvisado feito de galhos verdes envoltos numa tira de pano. “Perdi uma bota ao atravessar o ribeiro,” - explicou. “Espero conseguir chegar ao sopé da montanha antes de anoitecer.” A primeira montanhista vasculhou na sua mochila e tirou uma sandália desportiva. “Usa isto,”- disse. “Podes enviá-la pelo correio quando chegares a casa.” A mulher aceitou agradecida a sandália e prosseguiu pelo caminho. Alguns dias mais tarde a sandália chegou pelo correio com um bilhete que dizia: “Cruzei-me com várias pessoas que notaram a minha dificuldade, mas foi a única pessoa que me ofereceu alguma ajuda. Fez uma grande diferença. Obrigado por ter partilhado a sandália comigo.” 28.2.2008

 

  • Sundar Singh atravessava uma região gelada, quando deparou com um homem caído por causa da neve. A sua frente Ia outro caminhante, que também passara junto ao homem, mas apressou o passo, na tentativa de evitar igual desgraça. Sundar decidiu tentar salvar aquela vida e pôs o infeliz às costas de caminhar certo trecho, eis que viu, estendido na neve, aquele que se recusou a prestar ajuda. Sem sombra de dúvida: "Tudo o que o homem semear, isso também ceifará (GáI.6:7). 13.3.2008

 

  • A propósito, só para fazer pensar: quantas pessoas cujo carro exibe o glorioso adesivo com as palavras "A Serviço do Rei Jesus" teriam a coragem de parar na estrada Jerusalem­-Jericó para recolher um homem Caído no acostamento? Portar as honrosas credenciais de sacerdote e levita, com o ganho secundário de considerar como gente de segunda classe os samaritanos da vida, é magnífico. Difícil mesmo é prejudicar os próprios interesses para recolher caídos à beira do caminho. 14.3.2008

 

  • David Fisher, em seu livro "O pastor do século 21", afirma: "a igreja deve entender o seu tempo para saber o que fazer". 16.3.2008

 

  • Um casal de vizinhos tivera uma briga séria e os dois pararam de se falar, e até passaram a dormir em quartos separados. Antes de se deitar, o marido deixou um bilhete na mesa dizendo: "Por favor, acorde-me às seis da manhã!" No dia seguinte, ao acordar às 8 horas, encontrou outro bilhete sobre a mesa: "Acorde, são seis da manhã!" 17.3.2008

 

  • Não orarei em favor das necessidades financeiras de um irmão, se eu não estiver disposto a ser o instrumento que Deus usará para satisfazer tal necessidade, se Ele o quiser. 17.3.2008

 

  • Michael Gold faz uma ressalva importante. Ele diz que quando não podemos ajudar, devemos desviar o olhar, porque as vítimas têm direito à privacidade de sofrerem sua dor sem serem humilhadas pela contemplação dos curiosos.  Palavra e Vida, 1T2008.

 

  • Um velho sapateiro sonhou que Jesus estaria em sua casa e resolveu fazer um par de sapatos para o menino Jesus. Limpou a sua oficina, e preparou um belo café da manhã para o Senhor. O velho sapateiro aguardava a chegada do menino Jesus, e Jesus não veio. De repente, ele avista um gari sentado na calçada. Percebeu que aquele homem ainda não havia se alimentado. Convida-o para entrar e tomar café. O gari agradece e volta satisfeito para o seu trabalho. Minutos após, o sapateiro percebe uma mulher, com uma criança ardendo em febre. Convida-a para entrar, oferece leite para a criança, e comem juntos mais um pouco do café. O sapateiro observou que a criança não tinha sapatos. Foi à prateleira, apanhou o sapato que fizera para Jesus, que era exatamente do tamanho do pé daquela criança. O sapateiro passa o dia inteiro triste e pesaroso. À noite sonhou que se encontrava com Jesus e reclama a ausência do Senhor em sua casa. "Você recebeu um pobre trabalhador e lhe deu comida? Acolheu uma mulher com uma criança enferma? Pois bem, foi a mim que você acolheu. Eu estive em sua casa." Generosidade é ser bondoso para os que têm necessidade, como o Senhor quer que sejamos. 18.3.2008

 

  • Tony Campolo conta que uma vez foi a um funeral. Por engano foi parar a uma sala errada onde jazia o corpo de um homem idoso. A viúva era a única enlutada presente. Ela parecia tão só que Campolo decidiu ficar para o funeral. Ele chegou mesmo a acompanhá-la ao cemitério. No fim do funeral, Campolo acabou por confessar-lhe que não havia conhecido o marido dela. "Eu pensei o mesmo," disse a viúva. "Mas realmente não faz mal. O senhor nunca, mas nunca, vai entender o que isto significou para mim." A maioria das vezes os que sofrem lembram-se das presenças despretensiosas e singelas. Alguém que esteve presente quando foi preciso, que escutou, que não estava sempre olhando para o relógio, que abraçou, tocou e chorou. 30.4.2008

 

  • Um editorial de certo jornal conta que em um Dia de Ação de Graças, uma professora pediu a seus alunos que desenhassem alguma coisa pelo qual estivessem agradecidos. Enquanto aguardava os desenhos ela ficou pensando sobre o quão pouco essas crianças de um bairro muito pobre poderiam ser gratas. Sabia que a maioria desenharia perus e outros pratos de comida sobre a mesa. Ao receber as folhas de papel com os desenhos, ficou intrigada com o trabalho de um menino chamado Douglas. Seu papel continha apenas uma mão infantilmente desenhada. Mas, de quem era a mão. "Eu creio que deve ser a mão de Deus que nos traz comida", disse uma criança. "A mão de um fazendeiro", disse outro menino, "porque é ele que cria os perus que são colocados na mesa". Finalmente, a professora se aproxima da mesa onde Douglas estava sentado e lhe pergunta: "De quem é esta mão"? "É sua mão, professora", ele respondeu baixinho. Ela recordou que freqüentemente segurava Douglas, um menino raquítico e solitário, pela mão e o conduzia durante os intervalos das aulas. Ela fazia o mesmo com outras crianças. Talvez não significasse muito para os outros, mas para Douglas significava tudo. Ele poderia pensar em muitas coisas pelas quais estivesse agradecido no Dia de Ação de Graças, mas ele era mais grato pela mão de sua professora! Talvez possamos aprender desta história que a coisa mais importante que eu e você possamos dar a alguém é uma mão que os conduza diretamente ao amor de Cristo. Quantas pessoas conhecemos que enfrentam grandes angústias em suas vidas diárias. Algumas por problemas financeiros, outras por enfermidades, outras por crises de relacionamentos, outras por não encontrarem motivos que as encorajem a ter esperanças. Temos nos prontificado a dar-lhes uma mão? 5.5.2008

 

  • Os crentes têm de fazer para os irmãos aquilo que eles alegam os outros não estarem fazendo por eles. John Farese. 7.5.2008

 

  • Motorista consegue mudar seu nome para Em Deus Nós Confiamos - O motorista de ônibus escolar que em maio deste ano pediu à Justiça americana a chance de mudar de nome foi atendido. Sai Steve Kreuscher, entra "In God We Trust" ("Em Deus Nós Confiamos"), sendo "We Trust" o sobrenome. "In God", motorista de 57 anos, teve seu pedido aceito pela Justiça na última sexta (13). Ele também é artista e diz que está ansioso para assinar suas obras com o novo nome. Ele vive em Zion, subúrbio ao norte de Chicago, e afirma que o novo nome vai simbolizar a ajuda que Deus lhe deu em tempos difíceis. Em maio ele havia declarado ao jornal "Daily Heralds" que estava preocupado com a possibilidade de que "os ateus consigam remover a frase 'In God We Trust' da moeda dos Estados Unidos". Kreuscher relembra que a frase "God Reigns" ("Deus reina") foi retirada do brasão da cidade de Zion em 1992 depois de a corte considerá-la inconstitucional. Zion foi fundada em 1901 como uma teocracia por uma seita que acreditava que a Terra fosse plana. Fonte: Globo; 20.6.2008

 

  • Quando fizemos uma pausa, durante uma viagem missionária, fomos mergulhar no mar do Caribe. O barco que nos havia levado até as águas profundas, onde a paisagem é melhor, retornou para perto da praia. Eu comecei a sentir um pânico, por estar em mar aberto. Tive dificuldades de controlar a minha respiração e então pedi ao meu genro e a um amigo que me ajudassem. Eles seguraram meus braços enquanto eu procurava encontrar a ponta de um coral, suficientemente perto da superfície, no qual eu pudesse pisar. Quando encontrei um lugar onde podia ficar de pé, mesmo que estivesse rodeado por águas profundas, então me senti bem. Você está sentindo um pouco de pânico com relação aos eventos na sua vida? Pode ser que pareça estar rodeado pelas águas profundas de problemas nos relacionamentos ou aflições financeiras, ou simplesmente pela incapacidade de colocar sua vida em ordem. Talvez você tenha a sensação de que está afundando num mar de provações e problemas. Posso sugerir-lhe duas coisas? Primeiro, encontre um companheiro cristão, ou dois, que possam estar do seu lado para apoiá-lo, orar por você, falar com você e lembrá-lo de que não está sozinho (Eclesiastes 4:10). Segundo, descanse seus pés no único fundamento sólido da vida: Jesus Cristo (1 Coríntios 3:11). Os problemas da vida são demasiado duros para enfrentá-los sozinho. Busque alguma ajuda e encontre em Jesus um lugar para ficar em pé. 5.8.2008

 

  • Eu estava no corredor do aeroporto enquanto as pessoas passavam apressadas. Eu era uma jovem adolescente sozinha e tinha perdido meu vôo de conexão. Não fazia idéia de como prosseguir minha viagem. Desnorteada e assustada, sentia-me completamente desamparada. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. De repente, alguém chamou: "Marion! Para onde você vai? Virei-me e vi uma amiga da família, a caminho do seu vôo para conexão. Ela facilmente me conduziu ao balcão de atendimento, onde recebi passagem para um vôo alternativo para chegar ao meu destino. Quarenta e cinco anos depois, ainda me lembro da surpresa de ouvir meu nome naquele aeroporto. Alguém me conhecia! Alguém estava lá para me ajudar.

 

  • Enquanto viajávamos juntos, a minha esposa e eu começámos a falar com uma encantadora jovem que conhecemos. O tempo passou depressa quando conversámos sobre tópicos alegres. Mas quando ela soube que eu era pastor, a conversa levou uma reviravolta constrangedora. Ela começou a partilhar conosco que desde que o marido dela a deixara, uns meses antes, ela andava a lutar com a dor daquele abandono. Depois ela sorriu e disse: "Não consigo dizer-lhes o quanto a minha igreja tem significado para mim nestes últimos meses." O seu humor e semblante mudaram dramaticamente à medida que ela narrava detalhadamente a maneira como a família da igreja dela a tinha envolvido nos seus braços amorosos nos seus momentos dolorosos. Foi refrigerante ouvir como aquela assembléia local a tinha envolvido com o amor de Cristo. Demasiadas vezes parece que limitamos o significado da igreja àquilo que acontece ao domingo, mas a igreja deve ser muito mais. Ela deve ser um porto seguro, uma estação de salvamento, e um centro de treino para serviço espiritual. A igreja deve ser muitas coisas, mas deve particularmente ser uma expressão da preocupação do coração do Senhor da Igreja com as pessoas feridas e destroçadas, como esta nossa amiga recente. Nós somos chamados "a amarmo-nos uns aos outros" (1 João 4:7). - Bill Crowder 26.8.2008

 

  • A historiadora Laurel Ulrich ganhou o prêmio Pulitzer de Literatura com o seu livro O Conto da Parteira. O livro foi baseado no diário da Martha Ballard, que viveu durante a Revolução Americana. Martha era uma parteira que viajava de canoa, a cavalo e às vezes a pé, para auxiliar mulheres, quando elas davam à luz os seus bebês. Numa época na qual muitas mulheres morriam na hora do parto, o trabalho de Martha foi extraordinário. Em mais de 1.000 nascimentos, ela nunca perdeu uma mãe durante o parto. No reino de Deus há um Auxiliador espiritual, que produz nova vida. Entretanto, o papel dele é ajudar num "segundo nascimento" (João 3:5-8). O Espírito Santo usa uma variedade de maneiras para realizar isso. Ele convence o mundo do pecado (João 16:8), dá poder ao evangelho (1 Tessalonicenses 1:5), regenera e renova o nosso interior (Tito 3:5) e coloca os cristãos numa união eterna com Cristo (1 Coríntios 12:2-13). Embora seja invisível, sua atividade transformadora pode ser vista de forma bem clara. Jesus falou a respeito do Espírito Santo: "O vento sopra onde quer. Você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito" (João 3:8). O Espírito deseja usar-nos para compartilhar o Evangelho, a fim de que outros possam experimentar este segundo nascimento. 18.9.2008

 

  • Há alguns anos atrás, um famoso pregador fazia um apelo para que pessoas trouxessem à frente doações que seriam revertidas para uma causa especial. Muitos atenderam ao pedido e trouxeram ao altar as suas ofertas de amor. Entre eles estava uma pequena menina que sofria de paralisia. Com dificuldade ela se colocou no final da fila. Ao chegar junto ao altar, ela tirou do dedo o seu anel e colocou sobre a mesa. A seguir, com a mesma dificuldade, ela caminhou pelo corretor até o lugar onde estava sentada. Ao terminar a reunião, o pastor pediu que um irmão fosse até ela e a trouxesse a seu gabinete. Quando ela entrou, o pastor lhe disse: "Minha querida, eu vi o que você fez. Seu gesto foi muito bonito. Mas as pessoas foram generosas em atender ao apelo e já temos o suficiente para cuidar da necessidade. Não cremos que seja correto manter o seu anel guardado e decidimos devolvê-lo para você". Para sua surpresa, a pequena menina agitou vigorosamente sua cabeça e recusou a devolução. "O senhor não entende", disse ela, "eu não dei o anel para vocês, eu o dei para Deus!" Adorável. Como somos felizes quando entendemos que todo o nosso oferecimento é para Deus e não para homens. Como nosso coração exulta de alegria quando podemos entregar ao Senhor um pouco do que temos quando Ele nos dá tanto o tempo todo. Aquele pastor ficou muito feliz com a resposta da menina, mas a sua alegria era incomparavelmente menor do que a experimentada por ela própria. Quando oferecemos alguma coisa para alguém, com a expectativa de sermos reconhecidos, muitas vezes nos decepcionamos e a alegria de nosso gesto pode durar pouco tempo ou nenhum. Quando fazemos tudo para a glória do Senhor a felicidade é verdadeira e durará para sempre. Não estamos esperando retribuição e não haverá possibilidade de qualquer frustração. Se tratamos uma pessoa com amor, o amor é para Deus. Se estendemos uma de nossas mãos para ajudar alguém, o fazemos para Deus. Se em nossos lábios existe um sorriso que não desaparece, esta alegria é para Deus. Se oferecemos algum dinheiro para uma causa justa, nosso oferecimento é para Deus. O Senhor tem nos abençoado maravilhosamente. Ele é a razão de toda a nossa felicidade. Como somos felizes em poder lhe oferecer alguma coisa! 21.11.2008

 

  • Vários estudantes universitários participam em viagens missionárias de Verão. Mas raramente um regressa com planos para salvar um bebé. Mallery Thurlow, uma estudante na Universidade Cornerstone em Grand Rapids, foi para o Haiti ajudar a distribuir comida. Um dia uma mãe apareceu no centro de distribuição com uma criança muito doente nos braços. A mulher estava sem alternativa. O bebé precisava de uma cirurgia, mas ninguém a podia realizar. Sem intervenção, o bebé morreria. Mallery tomou a bebé Rose nos seus braços - e no seu coração. Depois de regressar aos Estados Unidos, Mallery procurou alguém que operasse a bebé Rose. A maior parte dos médicos davam poucas esperanças. Finalmente, foi dado um visto para Rose deixar o Haiti, e Mallery regressou para a ir buscar. O Hospital Pediatra de Detroit doou a cirurgia de 64.000 dólares, e foi um sucesso. Uma pequena vida foi salva. É improvável que tenhamos tal impacto dramático sobre outros. No entanto, desafiados pela força de vontade desta estudante, podemos encontrar formas de ajudar. Ela não deixou que as circunstâncias, juventude, ou inconvenientes a impedissem de salvar a vida de Rose. Como a Mallery, somos chamados a amar "por obra e em verdade" (1 João 3:18). Quem é que hoje precisa que tu sejas os braços do amor de Deus? - Dave Branon 2.12.2008

 

  • Em Setembro de 2001, Lisa Jefferson teve uma inesperada oportunidade de ser usada por Deus.  A agora bem conhecida conversa de 15 minutos com um passageiro do voo United 93 mudou para sempre o rumo da sua vida. No seu livro Chamada, ela enfatiza que as suas qualidades de boa ouvinte e a sua habilidade de tomar a iniciativa e ficar calma no meio de uma crise foram usadas para encorajar o amigo crente Todd Beamer nos últimos momentos da sua vida. Ela não pediu para ser usada dessa maneira. Mas Deus viu uma mulher que estava disponível e colocou-a no caminho de alguém que estava em necessidade. Lisa agora partilha a sua história com quem pode para encorajar os crentes a estarem sempre prontos para servir. Deus não nos dá apenas habilidades naturais, Ele também equipa cada crente com dons espirituais com o propósito de ministrar. Deus não usa quem não tem vontade - Ele não nos obriga a servi-l'O. O Seu papel é equipar-nos (Efésios 4:11-13) e capacitar e preparar para o serviço. O nosso papel é sermos fiéis e estarmos disponíveis e atentos às oportunidades para usarmos os nossos dons (Rom. 12:6).Quando te sentes impelido a ajudar numa necessidade, quando és dirigido no teu interior para servir - dá atenção a estes pensamentos. Não queiras perder a chamada de Deus. 4.12.2008

 

  • Em um fascinante poema de Edwin Markham, "Os Sapatos da Felicidade," Conrad, o velho sapateiro, sonhou uma noite que o Mestre viria visitá-lo. Logo nos primeiros minutos do dia, ele levantou e decorou toda a sua pequena loja com flores brilhantes e alegres e esperou. Quando o mestre chegasse, ele lavaria os Seus pés e beijaria Suas mãos onde os cravos perfuraram. Mas o Mestre não veio. Um mendigo entrou na loja e Conrad deu a ele um par de sapatos. Uma velha mulher entrou também na loja. Andava curvada devido a um pesado saco que trazia em suas costas. Ele retirou aquela pesada carga de seus ombros e deu-lhe comida para reanimar suas forças. Finalmente, pouco antes do dia dar lugar à escuridão, um pequeno menino entrou na loja. Seus olhos estavam molhados de lágrimas. Conrad pegou-lhe pela mão e levou-o de volta até sua mãe. Mas o convidado divino não veio. Então, no silêncio da noite, ele ouviu uma voz suave e meiga: "Alegre o seu coração. Eu mantive minha palavra. Três vezes Eu vim até sua porta amorosa. Três vezes minha sombra estava em seu chão. Eu era o mendigo com feridas nos pés, eu era a mulher que você alimentou, eu era a criança perdida na rua." Como é maravilhoso saber que estamos entre os filhos amados de Deus. Nosso coração se enche de gozo e felicidade porque sabemos que o Senhor está ao nosso lado, cuidando de nossas vidas, guardando-nos de todo mal, suprindo todas as nossas necessidades, fortalecendo-nos nos momentos de fraqueza espiritual, ajudando-nos a vencer cada uma de nossas lutas. Ele está sempre ao nosso lado e podemos vê-lo em cada uma de nossas atitudes cristãs. Quando estendemos nossa mão para atender um irmão necessitado, também temos os nossos "sapatos da felicidade". Quando encontramos uma pessoa angustiada e passando por grandes lutas e oferecemos um ombro amigo e uma palavra de encorajamento, os nossos "sapatos da felicidade" brilham um pouco mais. Quando aprendemos a doar um pouco de nós para o nosso próximo, em vez de pensar apenas em nossos interesses pessoais, o nome do Senhor é glorificado e os nossos "sapatos dançarão de felicidade". 10.12.2008

 

  • Quando sentei no meu carro no início da lavagem automática, não sabia que meu pneu esquerdo dianteiro não estava devidamente alinhado com o trilho. Começou a lavagem, mas o meu carro não se movia e por isso acelerei. Isso fez com que o pneu pulasse fora do trilho. Agora eu estava emperrado. Não podia mover-me nem para a frente nem para trás. A lavagem automática continuou seguindo o seu ciclo, sem o meu carro. Enquanto isso, os carros começaram a fazer fila e a esperar por mim. Fiquei contente quando dois empregados do posto me ajudaram a colocar meu carro de volta sobre o trilho. Por vezes nas nossas vidas cristãs, também saímos do trilho. O rei Davi o fez de forma "grandiosa". Ele cometeu adultério com Bate-Seba e mais tarde ordenou que o esposo dela fosse colocado "na linha de frente" e ordenou "deixe-o onde o combate estiver mais violento, para que seja ferido e morra" (2 Samuel 11:3-4, 15-17). Os atos de Davi estavam totalmente fora da trilha de como Deus queria que ele se comportasse, como o rei escolhido de Deus. Davi precisava de ajuda para voltar aos trilhos. A Bíblia diz: "E o Senhor enviou a Davi o profeta Natã" (2 Samuel 12:1). Este confrontou-o sobre roubar a esposa de outro homem e Davi sabiamente se arrependeu (2 Samuel 12:13). Natã se arriscou para ajudar a Davi a endireitar sua vida com Deus, embora seu pecado ainda tivesse conseqüências horríveis. 26.1.2009

 

  • No Cântico de Natal de Charles Dickens, o personagem principal é Ebenézer Scrooge. Quando menino, eu gostava de assistir à versão antiga em preto-e-branco daquele filme, com o ator Alastair Sim fazendo o papel de Scrooge. Sim fez um trabalho fenomenal apresentando o Scrooge cruel, miserável e egocêntrico. Eu ainda olho na agenda de TV todo Natal, para ver quando posso assistir à apresentação, desta versão em particular, do conto de Dickens. No entanto, depois de anos assistindo ao trabalho difícil de Scrooge, algo arruinou o meu gosto pelo filme – o nome "Ebenézer". Associei este nome com Scrooge, mas seu significado original estava muito além disto. Em 1 Samuel, depois de uma batalha decisiva com os filisteus, os israelitas ergueram uma pedra como um lembrete de ajuda do Senhor na batalha. Eles chamaram a pedra de Ebenézer que significa: "Até aqui o Senhor nos ajudou", para lembrar o povo de como Deus os resgatou de seus inimigos (1 Samuel 7:12). Que contraste! Um nome que eu associei com o egoísmo do homem pode, na realidade, servir como herança da ajuda de Deus. No percurso da vida, focalizemo-nos na fidelidade do Senhor e não no egoísmo do homem. Vamos olhar para ele como nossos Ebenézer – nossa ajuda, nos desafios da vida. 27.1.2009

 

  • Um pastor beduíno israelense, de 110 anos de idade, foi internado em um hospital de Berseba enquanto sofria ataque cardíaco. Apesar da sua idade, os médicos fizeram todo o possível para salvar-lhe a vida. O homem era considerado o mais idoso e bem-sucedido paciente cardíaco tratado com remédios anticoagulantes. Um porta-voz do hospital relatou que o beduíno voltou à sua tenda no Deserto do Negev, para cuidar de suas cabras. O cuidado dispensado a este homem de 110 anos de idade retrata vagamente a maneira como Jesus reagiu com relação às pessoas que nós consideramos fora do alcance de qualquer ajuda. A habilidade e disposição de Jesus em superar as barreiras sociais, para ajudar leprosos e grupos socialmente marginalizados, foi muito além das expectativas normais do que uma boa pessoa faria. Mesmo durante a agonia de Seu próprio sofrimento na cruz, Jesus estendeu Sua ajuda a um homem moribundo que todos consideravam desmerecedor de qualquer ajuda. O homem era um criminoso, condenado à morte e apenas algumas horas o separavam da perdição eterna. Naquele momento, Jesus atendeu aos gritos de ajuda daquele homem e disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43). Hoje, você conhece alguém que está fora do alcance da sua ajuda? Talvez você pense que está sem esperança. O Deus da Bíblia é especialista em ajudar aqueles considerados tão velhos, tão culpados ou tão fracos que não merecem ajuda. 27.1.2009

 

  • Num dia frio de inverno, em Michigan, uma mulher em trabalho de parto estava sendo levada apressadamente ao hospital quando aconteceu o inconcebível. A ambulância deslizou numa rua coberta de gelo e escorregou para uma vala. Uma caminhonete 4x4 que passava pelo local parou e tentou rebocar o veículo de emergência, mas não havia aderência. Foi então que surgiu uma ajuda. Um homem pertencente ao grupo religioso Amish, guiando uma carroça de dois cavalos, parou para oferecer ajuda. Ele disse ao serviço de ambulância que as ferraduras dos cavalos estavam afiadas para poder fincar no gelo. E foi só atrelar os cavalos na ambulância, que eles puxaram o veículo para fora da vala. Pelos padrões de hoje, aquela jovem mãe recebeu ajuda de uma fonte de energia antiquada e obsoleta. Porém, naquele dia, formas antiquadas ajudaram a garantir a chegada segura de uma nova vida a este mundo. A maioria de nós não gostaria de retornar às formas antiquadas. Contudo, há mais de 2.500 anos, Jeremias nos lembrou de que não existe nada mais relevante do que a verdade do passado. Embora ele próprio fosse considerado uma relíquia do seu tempo, Jeremias admoestava seus próximos a caminhar nos antigos caminhos da verdade, para que encontrassem paz e descanso para as suas almas (Jeremias 6:16). Hoje ainda podemos encontrar descanso e paz em Jesus, nossa fonte eterna de verdade (Mateus 11:28). 28.1.2009

 

  • No inverno gelado de dezembro de 1987, três crianças estavam brincando na superfície congelada de uma lagoa em Vermont,EUA, quando, de repente, o peso combinado delas fez o gelo ceder sob seus pés. As duas meninas conseguiram sair da água sozinhas, mas um menino, chamado Zeck, de quatro anos de idade, debatia-se dentro da água, agarrado a um bloco de gelo, esperando por ajuda. Repentinamente, o cachorro das crianças começou a latir e mergulhou na água gelada. Agarrando firmemente com os dentes o casaco de Zeck, puxou-o até um ponto onde a água era rasa e ele podia ficar de pé. O cachorro, então, virando-se, ofereceu sua cauda para que o menino segurasse e, suavemente, rebocou-o até a orla, em segurança. Existem ocasiões em que os cristãos se encontram em um lugar semelhante ao do Zeck. E quando um soldado amigo encontra-se em problemas no campo de batalha, não há tempo para reuniões para se decidir o que fazer. É preciso mergulhar e puxá-lo até que esteja em segurança. Quantas pessoas nós conhecemos e que se encontram em sérias dificuldades? Alguns estão se debatendo nas águas traiçoeiras do vício, outros se agitam segurando os blocos de gelo do desemprego e da incerteza do futuro, há também os que, sem um alicerce espiritual sólido, vêem o chão de suas convicções ceder sob seus pés e, desesperados, não conseguem forças para escapar de suas angústias. E o que temos feito? Esperamos que se safem sozinhos? Aguardamos que alguém os ajude? Ou, com determinação e fé, cientes de que estamos no mundo para fazer a vontade do Senhor, empenhamo-nos em socorrer os necessitados e conduzi-los até Jesus Cristo,onde encontrarão alívio, paz, alegria e segurança?  Você tem levado aflitos ao "Lugar Seguro?" 28.1.2009

 

  • No conto A Christmas Carol (Um Cântico de Natal) de Charles Dickens, a personagem principal é Ebenézer  Scrooge. Quando era menino, apreciava ver a versão a preto e branco desse filme, com Alastair Sim representando o papel de Scrooge. Alastair fazia um trabalho fenomenal ao representar o cruel, miserável, egoísta Scrooge. Eu ainda procuro todos os Natais nos guias de televisão para saber quando posso ver aquela representação do conto de Dickens. Tantos anos a ver os trabalhos árduos de Scrooge danificaram algo em mim - o significado do nome "Ebenézer ." Eu tenho-o associado a Scrooge, mas o seu significado original está a anos-luz disso. Em 1 Samuel, a seguir a uma decisiva batalha com os Filisteus, os Israelitas ergueram uma pedra como memorial da ajuda de Deus na batalha. Eles chamaram a essa pedra Ebenézer , que significa "Pedra de Ajuda," para lembrar ao povo como Deus os tinha resgatado dos seus inimigos (7:12). Que contraste! Um nome que eu associava a um homem egoísta de fato serve para relembrar a ajuda de Deus imediata e pronta. Ao caminharmos pela vida fora, concentremo-nos na fidelidade do Senhor e não no egoísmo do homem. Olhemos para Ele como o nosso verdadeiro Ebenézer  - a nossa ajuda nos desafios da vida. - Bill Crowder 5.2.2009

 

  • Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mais o móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força, mas não conseguia movê-lo nenhum centímetro. O pai,que ali chegava, parou para observar os esforços vãos do filho. Finalmente perguntou: "Filho, está usando toda a sua força?" "Sim, estou!" gritou o garoto, exasperado. "Não", disse calmamente o pai, você pode contar com a minha força, a hora que quiser "E Não me pediu para ajudá-lo". 28.4.2009

 

  • Toda manhã, quando seguia para o trabalho, no centro da cidade, em Chicago, Pamela encontrava uma senhora de meia  idade, vestindo um casaco roto, pedindo um trocado em frente a uma velha igreja de tijolos. A todos ela cumprimentava com um sorriso e um agradável bom dia. Pamela sempre lhe dava alguma coisa. Após quase um ano seguindo esta rotina, a mulher desapareceu. Pamela se perguntava o que podia ter acontecido. Foi então que, em um belo dia ensolarado, a mulher estava lá, no mesmo local, em frente à igreja, usando o mesmo casaco roto. Pamela, ao aproximar-se da mulher, meteu a mão dentro de sua bolsa para pegar algum dinheiro para a doação habitual. A mulher, interrompendo-a, disse:  "Obrigado por me ajudar todos aqueles dias. Você não me verá novamente aqui porque eu consegui um trabalho. Em seguida a mulher abriu sua bolsa e pegou um pacote que entregou à Pamela. Ela estava ali, esperando, não por uma doação em dinheiro, como anteriormente, mas para dar a cada pessoa que lhe havia ajudado, um pequeno pacote de rosquinhas recheadas com geléia, que ela mesma havia preparado com seu primeiro salário. Como é maravilhoso sabermos agradecer aos que nos estendem a mão. Numa hora de tristeza, de lutas, de necessidades, de desesperança, como nos enche de regozijo um coração generoso e cheio de amor para nos socorrer. Por mais que a situação nos pareça sem solução, uma atitude de amor nos enche a alma de refrigério. Da mesma forma nos alegramos quando deixamos Deus encher nosso coração de amor para ajudar àqueles que de nós necessitam. Não julgamos, não criticamos, não demonstramos indiferença, mas apenas atendemos o ensino do Senhor Jesus que nos mandou: "Amai ao próximo como a ti mesmo". Quando ajudadores e necessitados compreenderem que podem estar unidos na presença de Deus, um completando o outro, o mundo estará muito melhor, seremos muito mais felizes e o nome do nosso Deus estará sendo sempre glorificado.14.5.2009

 

  • Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois, o cavalo adoeceu e ele chamou o veterinário: - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias,  no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Força, amigo! Levanta aí, senão você será sacrificado! No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Vamos lá, amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... upa! No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: - Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu Campeão! Isso aí! Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Maravilha! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco e fazer um assado!" Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso ou a iniciativa. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor?17.6.2009

 

  • Abraão Lincoln, falando a um grupo de Presbiterianos de Baltimore, a respeito de sua vida com Deus, em 24 de outubro de 1863: "Eu sempre desejei ser mais dedicado a Deus do que realmente sou. Porém, em meio às maiores dificuldades de minha administração, quando parecia não haver mais recursos a buscar, eu coloquei minha confiança inteira em Deus, sabendo que tudo daria certo e que Ele decidiria pelo que era correto." A nossa vida é muito mais tranquila e vitoriosa quando entregamos nas mãos do Senhor todas as nossas principais decisões. Por mais competentes que sejamos, sempre há a possibilidade de enveredarmos por caminhos equivocados. Quando, mesmo cientes de que somos capazes de decidir bem os nossos passos, preferimos colocar tudo diante do altar de Deus, Ele usa a nossa capacidade e conhecimento para nos levar a grandes conquistas tanto materiais como espirituais. Sabemos que podemos tudo, mas em Cristo o nosso tudo se torna muito maior ainda. Quando enfrentamos lutas difíceis e quando as nossas forças parecem insuficientes para vencê-las, a melhor direção a tomar é buscar a direção de Deus. Ele jamais perdeu uma luta e seguros em Suas mãos, nós também não perderemos nenhuma. A derrota não faz parte do dicionário do filho de Deus. Somos sempre vencedores e mesmo os tropeços e quedas do caminho cooperam para o nosso bem e edificação espiritual. Seguindo a direção do Senhor, chegaremos às vitórias almejadas e, por fim, à vida eterna com o nosso Pai celestial. Você tem receio de seguir em frente? Preocupa-se com os planos traçados ou as decisões a tomar? Coloque sua vida diante de Cristo e peça-lhe para governá-la. Ele é o nosso pastor, o nosso governador, o amigo em quem podemos confiar sempre. Ele tem prazer em nos ajudar e nos socorrer quando as batalhas se tornam mais duras. Ele nos abraça e nos guia, e ao Seu lado, em todas as situações, estaremos plenamente felizes. 12.2.2010

 

  • O professor de um seminário deu início à sua classe de homilética por um modo incomum. Ele escalou cada um de seus alunos a preparar um sermão sobre a história do bom samaritano. Um por um, eles deviam ir de sala em sala, pregando amor e compaixão pelos outros. Só havia uma pequeno intervalo entre as aulas, o que forçava os candidatos a pregadores a se apressar a fim de cumprir o horário. Cada um dos candidatos a pastor precisava caminhar ao longo de um corredor e passar por um mendigo que fora deliberadamente colocado lá pelo professor. O que aconteceu foi uma lição poderosa! O número de candidatos a pregadores que parou para ajudar esse homem foi extremamente baixo, especialmente daqueles que estavam sob a pressão do tempo. Apressando-se para pregar o sermão sobre o bom samaritano, quase todos passaram direto pelo mendigo que se postava no coração da parábola! 2.3.2010

 

  • No inverno gelado de dezembro de 1987, três crianças estavam brincando na superfície congelada de uma lagoa em Vermont, EUA, quando, de repente, o peso combinado delas fez o gelo ceder sob seus pés. As duas meninas conseguiram sair da água sozinhas, mas um menino, chamado Zeck, de quatro anos de idade, debatia-se dentro da água, agarrado a um bloco de gelo, esperando por ajuda. Repentinamente, o cachorro das crianças começou a latir e mergulhou na água gelada. Agarrando firmemente com os dentes o casaco de Zeck, puxou-o até um ponto onde a água era rasa e ele podia ficar de pé. O cachorro, então, virando-se, ofereceu sua cauda para que o menino segurasse e, suavemente, rebocou-o até a orla, em segurança. Existem ocasiões em que os cristãos se encontram em um lugar semelhante ao do Zeck. E quando um soldado amigo encontra-se em problemas no campo de batalha, não há tempo para reuniões para se decidir o que fazer. É preciso mergulhar e puxá-lo até que esteja em segurança. Quantas pessoas nós conhecemos e que se encontram em sérias dificuldades? Alguns estão se debatendo nas águas traiçoeiras do vício, outros se agitam segurando os blocos de gelo do desemprego e da incerteza do futuro, há também os que, sem um alicerce espiritual sólido, vêem o chão de suas convicções ceder sob seus pés e, desesperados, não conseguem forças para escapar de suas angústias. E o que temos feito? Esperamos que se safem sozinhos? Aguardamos que alguém os ajude? Ou, com determinação e fé, cientes de que estamos no mundo para fazer a vontade do Senhor, empenhamo-nos em socorrer os necessitados e conduzi-los até Jesus Cristo, onde encontrarão alívio, paz, alegria e segurança? Você tem levado aflitos ao "Lugar Seguro?" 30.4.2010

 

  • "Um homem foi soterrado, acidentalmente, por uma barreira que desabou e muitos estavam cavando energicamente para libertá-Io. No local estava alguém indiferente, apenas contemplando o drama, quando foi informado: "É seu irmão quem está lá embaixo!". Estas palavras operaram nele uma imediata mudança. No mesmo instante pôs-se a trabalhar arduamente para resgatá-Io. Se realmente desejamos salvar nossos semelhantes da ira vindoura, é preciso que sintamos simpatia, compaixão e ansiedade, numa única frase: paixão e amor ardente. Que Deus nos conceda tais sentimentos" (Charles Haddon Spurgeon, Um ministério Ideal- VaI. 2, PES, SP, 1990, pág. 69). 5.7.2010

 

  • Que adianta uma igreja pintar na sua parede externa o lema "a igreja que ama você" e ignorar, por completo, seu bairro? Se alguém, vendo aquele letreiro entrar e pedir ajuda financeira, receberá? Afinal, é amado por aqueles crentes? 5.7.2010

 

  • Uma professora da Escola Bíblica, para crianças, perguntou a seus alunos:  - O que vocês fazem para ajudar em casa? - Eu ajudo enxugando os pratos! Disse a pequena Júlia. - Eu ajudo arrumando minha cama! Disse o pequeno Haroldo. - Eu ajudo alimentando o gato!  Disse Leninha. Finalmente, Renatinho respondeu: - Eu ajudo saindo do caminho de todo mundo e indo para a rua brincar! O que temos feito como gratidão a tantas bênçãos recebidas do Senhor a cada dia de nossas vidas? Temos nos oferecido para participar das programações da igreja? Temos estado à disposição para participar do louvor e dos grupos musicais? Temos sido um a mais no trabalho de evangelização? Temos estado presentes sempre que alguém é convocado? Ou, como o menino de nossa ilustração, temos  "saído do caminho"  e deixado para os outros todas as tarefas necessárias à glorificação do nome de Jesus? 4.8.2010

 

  • Um filho pergunta à mãe:  - Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!  - Claro, mas o que ele tem? O filho, com a cabeça baixa, diz: - Tumor no cérebro. A mãe,  furiosa, diz: -E você  quer ir lá para quê? Vê-lo morrer? O filho lhe dá as costas e vai... Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo: - Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente! A mãe, com raiva: - E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?! Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz: - Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer: - EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!' Moral da história: A amizade não se resume só em horas  boas, alegria e festa. Amigo é para todas as horas, boas ou   ruins, tristes ou alegres. 10.11.2010

 

  • David Kornfield - Numa noite, estava uma senhora negra, americana do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradece-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida com o console e tudo estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole". Pequenos atos ou gestos podem ser a diferença que falta para termos um mundo melhor. Seja você esta diferença. 12/1/2011

 

  • Dois estabelecimentos em Baltimore fazem basicamente a mesma coisa. Ambos preparam e servem comida, e ambos oferecem um lugar para que as pessoas se sentem e comam. Ambos estão sob as regras do mesmo departamento de saúde. Um destes estabelecimentos é uma missão de socorro que fornece sopa. O outro é um restaurante elegante e caro, a poucos quarteirões de distância na "Pequena Itália". Enquanto ambos fazem essencialmente a mesma coisa, são guiados por um propósito completamente diferente. O da distribuidora de sopão é alimentar os famintos moradores de rua. A missão do restaurante caro é proporcionar uma atmosfera agradável enquanto as pessoas se alimentam. A igreja deve decidir qual a sua missão. Ela oferecerá uma experiência religiosa agradável para aqueles que já conhecem Cristo e vivem em plena comunhão? Ou se preocupará com as  necessidades das pessoas destituídas de religiosidade cujas vidas enfrentam sérias crises? Nós seremos uma igreja "restaurante especial" ou "uma igreja "distribuidora de sopão"? A igreja do Senhor existe para atender os necessitados, para buscar os perdidos e desesperançados, para edificar o povo de Deus, para conduzir os salvos às mansões eternas. Para isso o Senhor separou um povo que, revestido do poder do Espírito, continuaria a obra de reaproximação do homem com o seu Criador. E qual tem sido o nosso propósito? Qual a ênfase de nosso ministério? Estamos preocupados com o bem-estar daqueles que receberam a Cristo como Senhor e Salvador e vivem  em comunhão com os irmãos em  uma vida de louvor e adoração ou temos direcionado nosso alvo para os que estão carentes do amor do Pai, famintos de esperança e fé, andarilhos errantes e longe do abrigo  amoroso dos braços do Senhor? Ambos os propósitos são bons. Quando optamos pela "igreja restaurante especial" certamente tocamos o coração de todo o povo de Deus. Quando optamos pela "igreja distribuidora de sopão" com certeza tocamos o coração do próprio Deus. Que tipo de igreja é você? 12/1/2011

 

  • A melhor e mais significativa maneira de você poder ajudar outras pessoas é fazer de você o melhor que você pode ser.  Earl Nightingale 25/5/2011

 

  • Um pequeno menino tentava erguer uma pedra pesada. Apesar de seu acesso de ira e gritos, não conseguiu movê-la. Seu pai, que a tudo assistia de perto, perguntou a ele: "Você está usando toda sua força?" "Sim, eu estou", respondeu o menino, chorando enfurecido. "Não, você não está", disse o pai. "Você não pediu a minha ajuda." (Mark Mohnkern) 18/8/2011

 

  • Minha amiga Kimberly disse que começou uma dieta para perder alguns quilos que ganhou recentemente. "Excelente!"  Eu exclamei. "Eu estou  pronta a começar uma dieta também. Nós podemos estar de dieta juntas e ajudar uma a outra. Quando eu sentir desejo de comer um  hamburguer na sexta-feira, eu ligarei primeiro para você". "Que bom!" Ela respondeu. "Eu batalharei com você.” (Katina Fisher) Como é bom ter um amigo para dividir nossas preocupações, anseios, dúvidas e tudo o mais que venha a nos alegrar ou afligir. Tudo se torna mais fácil quando caminhamos acompanhados por alguém em quem podemos confiar. A nossa ilustração mostra uma conversa entre duas amigas sobre um desafio a seguir. Sozinhas talvez não obtivessem êxito, mas juntas teriam mais  força e ânimo para alcançar o sucesso almejado. Comecei a refletir sobre as coisas mais sérias de nossas vidas. Com quem poderíamos compartilhar nossos traumas, frustrações, decepções, inquietações e até mesmo solidão. Em quem poderíamos confiar plenamente a respeito de nossas vidas espirituais. Não existe melhor Amigo a buscar nas horas mais difíceis do que o Senhor Jesus Cristo. Ele está sempre ao nosso lado, seja nas horas de contentamento, seja nas horas de grande tribulação. Ele está pronto a seguir ao nosso lado, a colocar os braços em nossos ombros, a nos ouvir quando desejamos desabafar, a aplaudir quando queremos contar as bênçãos recebidas. Ele é amor, fidelidade, verdade, consolo. Ele sempre almeja o melhor para nós e está pronto a nos ajudar a atingir nossos objetivos. O Senhor é um Amigo formidável! 15/9/2011

 

  • Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse: — Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O mestre respondeu: — A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar. Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida. Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles. 07/01/2013

 

  • Em 1985, o Los Angeles Times publicou uma história muito interessante e humana. O fato aconteceu poucos dias depois do terrível terremoto na Cidade do México. Um pequeno menino, japonês-americano, ia de porta em porta, vendendo cartões postais ao preço de 25 centavos cada. Tudo o que ele conseguia, oferecia para ajudar as vítimas do terremoto. Um homem comprou alguns cartões postais do pequeno menino e, então, perguntou a ele quanto esperava conseguir com as vendas. O menino respondeu sem hesitar: "um milhão de dólares!" O homem sorriu e lhe disse: "Você espera conseguir um milhão de dólares para ajudar as vítimas do terremoto sozinho?" "Oh não, senhor," respondeu o menino, "meu irmão mais novo está me ajudando!” O Senhor nos ensina muitas coisas através de crianças. Amor, esperança, falta de preocupação, obediência, uma confiança inabalável. Não há ansiedade, sofrimento por antecipação, murmurações desnecessárias. Ela sabe que vai ter, acredita na proteção, descansa sem temor. O menino de nossa história não duvidava que fosse conseguir. Não ficou trancado em seu quarto até que tivesse certeza do dinheiro a arrecadar, não achou que tudo seria muito difícil. Ele simplesmente saiu em busca de seu objetivo, de seu propósito, de seu sonho. E não era um plano interesseiro. Ele o projetou por amor... queria ajudar... e iria conseguir "com certeza". Isso é fé, é dedicação, é esforço pessoal. E por que não fazemos o mesmo? 24/12/2014

 

  • As pessoas se sentem superiores e realizadas quando ajudam o próximo - o que tem um efeito extremamente positivo sobre a auto-estima. E a origem de tudo isso é a necessidade universal de se sentir necessário. 20/07/2016

 

  • Não é possível ajudar o próximo sem ajudar a si mesmo. 24/10/2016

 

  • Em 1985, o Los Angeles Times publicou uma história muito interessante e humana. O fato aconteceu poucos dias depois do terrível terremoto na Cidade do México. Um pequeno menino, japonês-americano, ia de porta em porta, vendendo cartões postais ao preço de 25 centavos cada. Tudo o que ele conseguia, oferecia para ajudar as vítimas do terremoto. Um homem comprou alguns cartões postais do pequeno menino e, então, perguntou a ele quanto esperava conseguir com as vendas. O menino respondeu sem hesitar: "um milhão de dólares!" O homem sorriu e lhe disse: "Você espera conseguir um milhão de dólares para ajudar as vítimas do terremoto sozinho?" "Oh não, senhor," respondeu o menino, "meu irmão mais novo está me ajudando!” O Senhor nos ensina muitas coisas através de crianças. Amor, esperança, falta de preocupação, obediência, uma confiança inabalável. Não há ansiedade, sofrimento por antecipação, murmurações desnecessárias. Ela sabe que vai ter, acredita na proteção, descansa sem temor. O menino de nossa história não duvidava que fosse conseguir. Não ficou trancado em seu quarto até que tivesse certeza do dinheiro a arrecadar, não achou que tudo seria muito difícil. Ele simplesmente saiu em busca de seu objetivo, de seu propósito, de seu sonho. E não era um plano interesseiro. Ele o projetou por amor... queria ajudar... e iria conseguir "com certeza". Isso é fé, é dedicação, é esforço pessoal. E por que não fazemos o mesmo? Por que duvidamos de tudo antes mesmo de começar a lutar por nossos sonhos? Por que preferimos pensar nas dificuldades em vez de pensar em Deus que tudo pode? Está na hora de nos colocarmos como crianças nas mãos de Deus. Precisamos confiar nele seja qual for à circunstância. Esqueçamos das lutas e obstáculos e olhemos para cima. Deus tudo pode e Ele fará. Nós conseguiremos. Ele conseguirá por nós! 24/11/2017

 

  • Marido, não tenha vergonha de dizer aos amigos que ajuda a esposa em casa. Conta-se que um camarada formado em engenharia, quando os amigos telefonavam e perguntavam o que estava fazendo, ele respondia: “Estou fazendo um trabalho sobre o tratamento acquatérmico da cerâmica, vidro e metais, num ambiente de tensão. Até que um dos amigos, muito impressionado, pediu mais detalhes para melhor entender. Ele declarou: “Estou lavando a louça com água quente, sob a supervisão da esposa”. 13/02/2018