Aborto

  • Imagine uma prostituta, sofrendo de enfermidade como o sífilis e a rubéola, que foi engravidada por um dos maiores alcoólatras do lugar. Essa mulher, por uma questão de bom senso, para evitar um filho com problemas, deveria abortar? Pois essa era a situação da mãe do grande músico Ludwig Von Bethoven quando engravidou.

 

  • Não existe aborto seguro porque essa não é a vontade de Deus. Deus é contra o aborto. Por isso que qualquer aborto, qualquer espécie de aborto, seja clínico ou moral, espontâneo ou provocado, pode culminar na morte da mãe.

 

  • Se você conhecesse uma mulher que está grávida e já tem 8 filhos, dos quais 3 são surdos, 2 são cegos, um é retardado mental, e ela tem sífilis... Recomendaria que ela fizesse um aborto? Leia a próxima pergunta antes de responder a essa. É tempo de escolher um presidente e o seu voto é importante. O comportamento dos candidatos é o seguinte: - Candidato A: é associado a políticos corruptos e costuma consultar astrólogos. Teve duas amantes, fuma um cigarro atrás de outro e bebe de 8 a 10 Martinis por dia. - Candidato B: foi despedido do trabalho duas vezes, dorme até meio-dia, usava drogas na Universidade e bebia meia garrafa de Whisky toda noite. - Candidato C: é um herói condecorado de guerra, é vegetariano, não fuma, bebe às vezes um pouco de cerveja e nunca teve relações extra-conjugais. Qual Desses candidatos você escolheria? Decida antes de procurar a resposta... Candidato A: é Franklin Roosevelt Candidato B: é Winston Churchill; Candidato C: é Adolph Hitler E sem esquecer a primeira pergunta: A resposta da questão do aborto... Se respondeu que sim, você Acaba de matar: BEETHOVEN. Nem tudo o que brilha é ouro, e nem tudo o que é ouro deve brilhar. O importante são as decisões que você toma no caminho, e como elas te ajudam a chegar ao final. Por isso é que não devemos pré-julgar ninguém. Principalmente com a descrição de duas ou três linhas. Amém?

 

  • Certo professor, querendo provar a seus alunos quão falho pode ser o raciocínio humano, propôs à sua classe a seguinte situação: "Baseados nas circunstâncias que mencionarei a seguir, que conselho dariam a uma certa senhora, grávida do quinto filho? O marido sofre de sífilis; ela, de tuberculose. Seu primeiro filho nasceu cego. O segundo, morreu. O terceiro nasceu surdo, e o quarto é tuberculoso. Ela está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez. Que caminho a aconselhariam a tomar?" Com base nos fatos apresentados, a maioria dos alunos concordou em que o aborto seria a melhor alternativa. O professor, então, disse aos alunos: "Se vocês disseram "sim" à idéia do aborto, acabaram de matar o grande compositor Ludwig van Beethoven".

 

  • O Jornal Nacional de 9 de dezembro de 2004 apresentou uma estatística de 1 milhão de abortos provocados feitos por ano no Brasil.

 

  • A ciência médica já provou, definitivamente, que o coração do feto começa a palpitar a partir do 24º dia da fecundação. No 30º dia quase todos os órgãos já estão em processo de formação. Portanto, na grande maioria das vezes, antes mesmo da mulher ter certeza da sua gravidez, o embrião já possui todas as características e peculiaridades de um ser humano.

 

  • Conforme dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o país onde mais se pratica o aborto em todo o mundo (10% do número de abortos mundiais). Para cada criança que nasce, duas são abortadas. Por dia, são 13 090 abortos, 570 por hora, 0,5 por minuto. (Fonte: Site: cadernodigital.uol.com.br)

 

  • Um argumento que os abortistas freqüentemente usam para se defenderem contra a acusação de assassinato é a reivindicação de que o bebê não é um ser humano. Mas se o bebê no ventre não é um humano, o que ele é então? Um canino? Um felino? - Fonte: Trinity Foundation, Maio/Junho 1982, www.trinityfoundation.org

 

  • 'Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro'. E então o médico perguntou: 'Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?'  A mulher, já esperançosa, respondeu: 'Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor'. O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher: 'Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora'. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. E então ele completou: 'Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de um vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco. A mulher apavorou-se e disse: 'Não doutor! Que horror ! Matar um criança é um crime!'. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno. O crime é exatamente o mesmo. 11.3.2008

 

  • Depois da fecundação forma-se o embrião que vai se desenvolver até a hora do nascimento. Veja essa história contada por um bebê antes de nascer: "Depois da união do óvulo da minha mãe com o espermatozóide do meu pai comecei a me desenvolver. Com duas semanas eu parecia um girino menor que um grão de arroz. Com um mês, meu pequeno coração já baia forte. Meus braços e minhas pernas eram apenas saliências. Nem parecia gente; tinha até cauda. Aos dois meses, meus principais órgãos já estavam desenvolvidos e os meus braços e minhas pernas e meus dedos se tornavam mais visíveis. Tornei-me então um feto. Com três meses, já parecia um ser humano. Era possível até reconhecer se eu era um menino ou uma menina. Nessa fase já tinha reflexos, pois o meu cérebro começava a funcionar. Aos quatro meses, meus ossos começavam a aparecer. Minha pele era tão fina que era possível ver toda a rede de vasos sangüíneos. A partir do quinto mês, comecei a crescer bastante. Meus cabelos começaram a nascer e escutava os sons lá de fora. Aos seis meses, movimentava-me bastante, pois meus músculos estavam totalmente formados e também gostava de dormir por um bom período. Aos sete meses, estava tão grande que quase não tinha espaço para me mexer. Já estava me posicionando com a cabeça próximo à vagina de minha mãe, porque a hora de nascer estava chegando. Já era um bebê no oitavo mês! Só faltavam alguns órgãos terminarem de amadurecer. Aos nove meses, estava prontinho e nasci. 25.3.2008

 

  • De acordo com coordenadora, os dados mais confiáveis sobre o aborto no Brasil são de uma pesquisa realizada nos anos 90 e reaplicada em 2000 pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), pois foram obtidos em levantamentos domiciliares, utilizando o método de urna, que garante sigilo às mulheres e, conseqüentemente, melhora a qualidade da informação. Segundo o estudo, cerca de 3,7 milhões de brasileiras entre 15 e 49 anos já induziram aborto, aproximadamente 7,2% das mulheres em idade reprodutiva no país. As informações são da Agência Brasil. 3.5.2008

 

  • Um professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Califórnia um dia perguntou aos seus alunos. "Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?" A maioria dos alunos optaram pelo aborto. "Parabéns," anunciou o professor. "Você acabou de matar Beethoven." Nada é tão final quanto à morte, mesmo quando é feito cedo na vida.  - Terence Patterson em James S. Hewett, “Illustrations Unlimited” (Ilustrações Ilimitadas) (Wheaton: Tyndale House Publishers, Inc, 1988) p. 113. 13.2.2010

 

  • Andrea Bocelli elogia a escolha de sua mãe de não abortá-lo. A HAIA, junho, 2010. Fonte: ACI Digital. O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha “certa”, dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história. Em um vídeo no site YouTube intitulado “Andrea Bocelli conta uma “historinha” sobre o aborto“, o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por “um ataque de apendicite simples.” “Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência. “Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu,” ele continuou. “Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa”. Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em “situações difíceis”, que querem salvar a vida de seus bebês. Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol. O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization  (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês). A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui. O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=6QfKCGTfn3o&feature=player_embedded 16.6.2010

 

  • 28.09.10 Jornal O Dia - Mitos e desafios do aborto. Rio - Uma em cada cinco mulheres em fase reprodutiva já abortou, segundo pesquisa da Universidade de Brasília. São cerca de 5,3 milhões de pessoas que em algum momento da vida praticaram tal ato. O dado alarmante não deve ser discutido apenas no nível nacional, mas pelos municípios, a fim de que as particularidades de cada região sejam levadas na hora de formular políticas públicas realmente eficazes. Com tema tão polêmico, a responsabilidade das autoridades não deve ser minimizada. A falta de informações dos órgãos oficiais e competentes sobre o tema vem dificultando a fiscalização a adoção de medidas educativas e preventivas e o combate a clínicas clandestinas. Interessada em conhecer a realidade da cidade do Rio de Janeiro, pedi oficialmente à Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil levantamento detalhado sobre a situação referente às complicações ginecológicas provenientes de abortos. A resposta foi a que, devido ao caráter ilegal da ação (abortamento induzido não previsto em lei), não tinha estudo específico. E atribuiu a dificuldade de declaração por parte da mulher que procura a rede pública de saúde. Ainda de acordo com a pesquisa, houve aumento nas internações por curetagem pós-abortamento. Em 2008, foram 6.579 internações por curetagem e 561 devido ao esvaziamento de útero pós aborto por aspiração manual intrauterina. Já em 2009, os números chegaram a 7.266 internações e 542 esvaziamentos, além dos óbitos causados por este tipo de procedimento. Diante desse cenário, cabe ao legislador cobrar ações e políticas preventivas, além de incentivar debates públicos sobre o tema. É preciso uma reflexão profunda de autoridades e sociedade para que possamos implementar ações concretas e avançar no combate à mortalidade materna. Tânia Bastos é presidente da Comissão de Defesa da Mulher da Câmara Municipal do Rio. 30.9.2010